Desempenho da Edificação, por que se preocupar?

OBS.: Desde 2019, licenças vitalícias de SketchUp não são mais comercializadas, fazendo assim com que a opção de licenciamento passe a ser anual para todos os usuários que decidirem atualizar o software.


Quatro anos atrás eu fiz a transição de projetar projetos de arquitetura residencial de milhões de libras em Londres para o mundo do design sustentável. Posso garantir que eu não sabia no que estava me metendo – e eu deveria desde a minha primeira entrevista na Sefaira.

Quando fui perguntado por um engenheiro interno, “Como seu projeto tese será executado?”, Fiquei surpreso. Eu tinha acabado de explicar como meu programa de construção funcionaria como uma máquina bem azeitada. Ele queria que eu entrasse em mais detalhes? Porque eu poderia! Acontece que o que ele realmente queria dizer era: “Como é que a energia, a luz do dia e os termos de custo – do meu prédio funcionariam?” Agora, eu realmente não consegui explicar.

Por que eu não me importei?

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Elevação de corte e renderização no SketchUp do projeto de tese da autora. Imagem cedida pela autora – Sumele Aruofor

Você vê, investigar isso profundamente nunca foi minha prioridade como um estudante de arquitetura de pós-graduação do sexto ano. Além de resolver a função de construção e interpretar poéticamente meus espaços, eu havia especificado alguns sistemas fotovoltaicos e de coleta de água da chuva. Descrevi meu concreto reforçado com carbono de baixo teor dentro de um corte da construção. Fui ensinado a me preocupar com a sustentabilidade e o impacto das minhas escolhas de design, mas não fui obrigado a pesar o desempenho do edifício como um critério distinto de bom design. Dados realmente analisados ​​não faziam parte do resumo do projeto, e honestamente, eu não tinha ideia de como reunir as informações que meu entrevistador estava pedindo.

Pouco sabia que a adesão à equipe da Sefaira iria transformar e enriquecer minha abordagem à arquitetura. Minha viagem de quatro anos com o Sefaira no SketchUp tornou-me um designer mais completo e quero compartilhar algumas razões pelas quais você também deve se preocupar com o desempenho.

Como designer, você tem o dever de compreender o desempenho do seu edifício e seu impacto sobre seus ocupantes eo mundo como um todo.

Por que devemos nos importar?

1. É sua responsabilidade como designer.

A mudança climática global é real – Um aumento dramático nas emissões de CO2 desde a década de 1950 aumentou o efeito estufa; As temperaturas médias da superfície e a precipitação estão aumentando; E os padrões climáticos estão mudando dramaticamente e impactando vidas em todo o mundo.

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Gráfico que mostra a variação média global da temperatura da superfície e a subida média global do nível do mar. Fonte: Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC)

Em 2013, a Agência Internacional de Energia informou que o ambiente construído consome cerca de 40% de toda a energia global e é responsável por quase 24% das emissões de CO2. Como designer, você tem o dever de compreender o desempenho do seu edifício e seu impacto sobre seus ocupantes e o mundo como um todo. Com cada proposta de projeto e cada escolha material, temos que nos perguntar: “O que isso tira do mundo e o que ele coloca de volta?” Se nós, como arquitetos e engenheiros, não fizermos essa pergunta, quem fará?

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Gráfico que mostra a contribuição percentual do setor da construção para o consumo de energia (esquerda) e CO2 (direita). Fonte: Arquitetura 2030

2. As ferramentas para influenciar o desempenho do edifício agora existem – e são rápidas, robustas e fáceis de aprender.

Há algum tempo eu poderia dizer que eu não tinha as ferramentas ou o conhecimento certo para acompanhar o desempenho durante o processo de design. Este não é mais o caso. Uma infinidade de ferramentas que abrangem dinâmica de fluidos computacional, energia e análise de luz natural (para mencionar alguns), estão agora disponíveis para os profissionais. Não basta confiar na intuição sobre os resultados baseados em evidências.

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3. Podemos coletivamente aumentar nossas habilidades e alcançar melhores resultados de design.

Ao longo de nossas vidas profissionais (e pessoais), constantemente aprimoramos nossas habilidades e habilidades, porque a educação continuada e o desenvolvimento é a forma como permanecemos relevantes e permanecemos verdadeiros profissionais. Na minha humilde opinião, usar nossas habilidades para impactar positivamente os edifícios e espaços em que vivemos e a terra que ocupamos é um privilégio que devemos exercer.

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Não seria ótimo se priorizássemos grandes projetos que traduzissem do papel para a realidade edifícios que são bonitos, aptos para uso, de alto desempenho, recursos eficientes e resistentes? É um projeto ambicioso, mas que nós, como solucionadores de problemas, estamos bem equipados para abraçar e executar ao longo do tempo.

 

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Simpósio – Soluções BIM para Estrutura Metálicas

No último dia 30/03, a totalCAD recebeu a equipe IDEA Statica (desenvolvedora do IDEA Connection) diretamente da República Tcheca para realizarem seu primeiro evento juntos trazendo as principais Soluções BIM .

O Simpósio “Soluções BIM para Estruturas Metálicas” teve como objetivo apresentar as principais novidades e soluções BIM para o cálculo de estruturas metálicas e ligações; e contou com a participação de especialistas da área, desenvolvedores e, é claro, de profissionais dos mais variados lugares do Brasil, que foram à sede da ABCEM em São Paulo, conhecer as novidades do BIM e o que as mais recentes tecnologias em software podem oferecer em termos de produtividade e inovação.

  • As palestras tiveram temas como: 
  • A Importância do BIM no projeto de Estruturas Metálicas e as soluções BIM da totalCAD para estruturas metálicas.; 
  • Solução BIM para cálculo e dimensionamento de Estruturas Mistas. com Eng.Clóvis Pedroso.; RFEM Solução BIM para cálculo e dimensionamento de Estruturas Metálicas por Elementos Finitos com Eng. Alexandre Miranda.; 
  • IDEA Connection: Uma nova Maneira de Analisar Ligações com Eng. Juraj – CEO IDEA Statica
  • IDEA Connection: BIM Integração completa com os principais softwares de Cálculo. com Eng. Juraj – CEO IDEA Statica e Eng. Alexandre Miranda

     

Confira abaixo imagens do evento

Comunicação com o cliente: Nick Sonder – A chave para os melhores projetos

OBS.: Desde 2019, licenças vitalícias de SketchUp não são mais comercializadas, fazendo assim com que a opção de licenciamento passe a ser anual para todos os usuários que decidirem atualizar o software.


O que!?! Você nunca ouviu falar de Nick Sonder? Ele é uma espécie de peixe grande no blog do SketchUp graças a seus incríveis modelos e documentos do Layout.

Além do produto final, uma das coisas que definem diferenciam Nick Sonder é sua brilhante comunicação com os clientes durante todo a seu processo. Nós ficamos animados ao saber que, durante anos, ele tem usado uma plataforma fornecida por nossos amigos da Houzz para organizar ideias de design e colaborar com clientes.

Fomos visitar Nick Sonder para falar sobre como ele utiliza o Houzz para trocar ideias com clientes e como tudo isso é traduzido para um modelo do SketchUp. No final do dia, ganha-se com menos retrabalho e clientes mais felizes, por isso, se familiarizar com Nick e seu fluxo de trabalho. Isso vai tornar a sua vida muito mais fácil.

 

 

Nick Sonder

Usando tabelas para gerenciar planilhas no LayOut

OBS.: Desde 2019, licenças vitalícias de SketchUp não são mais comercializadas, fazendo assim com que a opção de licenciamento passe a ser anual para todos os usuários que decidirem atualizar o software.


Em nossa busca sem fim para ajudar os usuários do SketchUp a criar os melhores documentos (e tirar o máximo proveito dos seus modelos), criamos as Tabelas: uma ótima maneira de gerenciar planilhas no LayOut.

Bons documentos se comunicam através de desenhos e informações. Nós pensamos que vale a pena gastar tempo para aprimorar as partes de seus projetos de desenho que geralmente não recebem muita atenção. As tabelas não precisam apenas ser funcionais, elas também tem de ser claras! E quando elas são claras, são mais legíveis e transmitem informações de forma mais eficiente. Neste post vamos mostrar como gerenciar planilhas no LayOut.

Enquanto você pode facilmente criar tabelas originais e inserir dados manualmente, imaginamos que você pode querer melhorar planilhas que já existem. Assim como as viewports de modelos do SketchUp, as Tabelas do LayOut podem ser conectadas dinamicamente aos seus arquivos de origem (como XLSXs ou CSVs). Vamos dar uma olhada em como você pode usar as Tabelas para inserir dados e gerenciar planilhas em seus documentos.

Inserindo planilhas formatadas no LayOut

Vamos começar com uma planilha formatada – algo que você criou no Microsoft Excel ou nas Planilhas do Google. Quando você inserir um arquivo XLSX no LayOut, você verá a opção para manter sua formatação (marque a opção Importar formatação do Excel). A partir dai, você pode continuar a gerenciar os dados da planilha no aplicativo de origem, enquanto atualiza a referência da Tabela conforme necessário no LayOut (clique com o botão direito do mouse> Atualizar Referência da Tabela).

A formatação adicional da tabela pode ser feita através do painel Shape Style dentro do LayOut. E caso você queira manter qualquer estilo LayOut atualizado como as alterações de dados da planilha, você pode acessar as opções de referência do Excel da tabela (apenas um clique com o botão direito do mouse) e desmarque essa caixa de seleção de formatação. Isso permite que você prossiga com o belo estilo do LayOut, mantendo o link para os dados da planilha.

Denominação de dados brutos com tabelas de scrapbooking

À medida que você desenvolve um estilo de tabela de bom gosto, é uma boa ideia começar a criar Scrapbooks personalizados para que você possa reutilizar rapidamente essa formatação para qualquer outra Tabela com alguns cliques na ferramenta Estilo. À medida que seus Scrapbooks do LayOut crescem, reunir bons documentos torna-se um processo rápido e agradável.

Por exemplo, digamos que você use o Gerar relatório do SketchUp Pro ou qualquer extensão que extraia informações de descolagem do modelo do SketchUp para um arquivo CSV. Quando você importa esses dados brutos em uma tabela LayOut, ele vem sem qualquer formatação. Basta provar o seu estilo Tabela – acessível em um Scrapbook – e seus dados são instantaneamente formatados. Quando o modelo do SketchUp mudar, basta reexecutar o relatório de descolagem e atualizar a referência do LayOut para esse arquivo de origem.

As tabelas combinam os melhores comportamentos de um aplicativo de planilha (Excel, Planilhas Google) com os melhores comportamentos de um editor de tabelas (Word, Google Docs) e, é claro, o estilo e composição exclusivos do LayOut. Leia mais sobre Como adicionar tabelas a um documento na Central de Ajuda do SketchUp enquanto procura o novo recurso de tabelas.

gerenciar planilhas no LayOut

Entendendo o V-Ray Swarm

Entenda o que é o V-Ray Swarm

Seu escritório pode ter uma grande quantidade de computadores e não estar utilizando todo o poder deles. No novo V-Ray para Revit ,V-Ray para SketchUp e V-Ray para Rhino, a Chaos Group introduziu a ferramenta V-Ray Swarm, que é uma evolução da Renderização Distribuída, onde utilizamos vários computadores para renderizar uma única cena.

Como precificar e calcular o lucro de projetos de arquitetura?

Precificar um projeto de arquitetura não é só um desafio apenas para os iniciantes. Muitas vezes, essa é uma tarefa complicada até para arquitetos veteranos, que nem sempre sabem como calcular e somar os valores das despesas básicas, das ideias, da sofisticação, da marca e, claro, do lucro de projeto de arquitetura.

Por isso, elaboramos um guia com sete etapas para que você não se esqueça de nada quando for estabelecer o valor justo para o seu trabalho e saber exatamente como lucro de projeto de arquitetura. Confira!

1. Avalie suas despesas

Esse é um cálculo básico, que deve ser o começo da estimativa de preço de qualquer produto ou serviço. Geralmente, é nesse quesito que arquitetos novatos se atrapalham e pagam para trabalhar sem entender o que aconteceu.

Para estimar suas despesas fixas, o arquiteto precisa colocar na conta o aluguel e a manutenção do seu escritório, os salários de funcionários, a depreciação de máquinas (inclusive computadores), licenças de softwares especializados e até gastos com equipamentos de proteção individual (EPI).

O pró-labore, que é o salário do empreendedor — não confunda-o com o lucro ou o valor de assinatura, questões de que trataremos adiante — também deve ser incluído no cálculo das despesas fixas. Um lembrete: impostos também são despesas e nunca devem ser deixados de fora dessa conta.

Também é aqui que o arquiteto avalia as despesas referentes ao acompanhamento da obra, caso ele esteja incluído no projeto. Como é algo que exige tempo e atenção por um período prolongado, a acompanhamento é uma despesa que deve ser acrescentada ao preço final do projeto, caso seja oferecida.

2. Conheça sua produtividade

É muito importante que o arquiteto conheça sua produtividade quando for formar o preço do seu negócio. Essa característica é adquirida com a experiência e talvez os mais novatos tenham dificuldade em seus primeiros projetos — justamente porque ainda não sabem mensurar isso.

Os arquitetos mais experientes podem estimar melhor qual esforço será necessário para determinado tipo de projeto e de quanto tempo precisarão para concluir a tarefa, pois já conhecem sua produtividade.

Saber esse tempo é importantíssimo: um projeto longo demais e mal precificado pode ser o fim prematuro para uma carreira, já que o profissional corre o risco de ficar sem dinheiro no meio do caminho e abandonar a obra antes do final.

lucro de projetos de arquitetura

3. Considere o aspecto mercadológico

Esse é o momento em que o arquiteto deve ter dados seguros de quanto foi cobrado por projetos semelhantes na região em que está a obra a ser precificada. Para levantar esses dados, ele pode contar com pesquisas e conversas com colegas de profissão — ou, ainda, com consumidores que adquiriram esse serviço.

Caso não esteja fácil encontrar boas referências de preço na mesma região, é possível considerar valores referentes a obras em áreas da cidade com características socioeconômicas semelhantes.

Saber quanto a concorrência cobra é essencial não só para estabelecer parâmetros do seu negócio com também para entender se, após calcular as despesas e a sua produtividade, ainda vale a pena aceitar o serviço.

4. Lembre-se da sua assinatura

Um projeto de arquitetura não é um serviço qualquer. Logo, não se calcula o preço dele com as mesmas regras usadas, por exemplo, para somar os valores dos tijolos e do cimento. É essencial que o arquiteto inclua no cálculo do projeto o valor da sua assinatura, da sua marca.

É importante deixar claro: isso não é o lucro do projeto de arquitetura, mas um tipo de custo especial que existe em qualquer obra de arte e está relacionada à autoria do projeto. Só o arquiteto é capaz de estimar quanto vale sua assinatura em um projeto, mas as regras para isso não são muito difíceis.

Iniciantes com pouco reconhecimento são como bandas de rock desconhecidas: mesmo que excelentes, ainda não têm uma marca forte e, por isso, não devem pesar a mão no preço. Veteranos bem-sucedidos, arquitetos premiados ou donos de um portfólio de fazer o queixo cair podem cobrar mais.

A regra vale para quase todo tipo de arte. Ainda não sabe onde você se encontra nesse espectro? Observe seu portfólio e compare-o com concorrentes. Peça a ajuda de amigos e outros especialistas nesse processo. Certamente você encontrará alguém com uma marca de valor semelhante ao seu.

5. Avalie o valor do projeto

A técnica mais comum para avaliar o valor do projeto é considerar o preço por metro quadrado. No entanto, além do tamanho do local que sofrerá intervenções, é importante somar outros elementos que contribuem para o tamanho do trabalho que o arquiteto terá, como sofisticação de acabamentos e a região em que o imóvel está instalado.

Por isso, outros métodos para calcular o valor do projeto de arquitetura podem ser usados, como o percentual — metodologia muito utilizada em outros países e recomendada pelo Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB).

Nela, o arquiteto cobra entre 2% e 15% do valor total da obra, dependendo da complexidade das intervenções. Ou seja, nesse método já são considerados os gastos que o arquiteto terá e também o tamanho e a sofisticação da obra. Normalmente, o valor da assinatura também entra na conta.

6. Calcule o lucro do projeto de arquitetura

O lucro é, essencialmente, um retorno sobre o capital investido e deve ser considerado em todo tipo de produto ou serviço. Mesmo depois de estimar os valores do projeto que fogem de custos básicos e tangem questões como assinatura da marca e exclusividade, é necessário que o arquiteto some uma margem de lucro ao seu projeto.

Valores entre 2% e 4% são razoáveis para a margem de lucro, mas caso o arquiteto chegue à conclusão de que seus custos são baixos e sua assinatura barata, o lucro pode ser até maior, desde que esteja coerente com o aspecto mercadológico. Ou seja, ele não pode terminar com um preço muito maior que o de concorrentes sérios que oferecem condições similares.

7. Forme o preço final

Só depois de estimar tudo isso será possível somar o valor final de quanto deve ser cobrado pelo projeto de arquitetura. É muito importante ter atenção para não deixar passar nenhum detalhe, especialmente no cálculo de despesas e custos do arquiteto.

Fazer a conta errada pode significar que o lucro de projeto de arquitetura não exista — ou pior, que o arquiteto termine o trabalho com menos dinheiro do que quando começou.

E você, como faz para precificar seus projetos de arquitetura? Comente aqui no post as melhores práticas para a formação de preços dos seus serviços!

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Licenças Educacionais do SketchUp para Instituições de Ensino

 

OBS.: Desde 2019, licenças vitalícias de SketchUp não são mais comercializadas, fazendo assim com que a opção de licenciamento passe a ser anual para todos os usuários que decidirem atualizar o software.


O SketchUp  prova dia após dia ser uma ferramenta muito valiosa para estudantes, professores e Instituições de ensino. É um software fácil de aprender, mas poderoso, que permite que seus alunos absorvam rapidamente o uso do 3D e se concentrem mais em elaborar bons projetos do que em aprender um software complexo.

Os estudantes hoje, enfrentarão um mercado mais competitivo que nunca e preparar grandes profissionais para o mercado requer que eles conheçam as ferramentas padrão da industria.

Confira o vídeo abaixo sobre o uso do SketchUp em instituições de ensino superior e como a Universidade do Colorado (Arquitetura e Design de Interiores) tem utilizado o sketchup para capacitar seus alunos.

O que são as licenças  Educacionais do Sketchup?

As licenças Educacionais do SketchUp são emitidas exclusivamente para Faculdades e Instituições de ensino, através da totalcad, distribuidora oficial no Brasil, para instituições de ensino que atendam aos requisitos necessários para aquisição da licença.

Algumas das vantagens da licença educacional do Sketchup são:

  • Preço Acessível
    Com uma pequena fração do preço das licenças comerciais as licenças Educacionais do SketchUp, exclusiva para utilização em Laboratórios e Sala de Aula, é uma licença sem nenhuma limitação.
  •  Software para Arquitetura 3D e Design mais utilizado do planeta
    Mais de 30 Milhões de usuários e 500 mil ativação de licenças Educacionais todo ano.
  • Fácil e Rápido de Aprender
    O Sketchup é um software fácil de aprender, mas poderoso, que permite que seus alunos absorvam rapidamente o uso do 3D e se concentrem mais em elaborar bons projetos do que em aprender um software complexo.
  • Mais de 4 milhões de modelos prontos para download
    Integrado ao SketchUp, o 3D Warehouse  é o maior armazém de modelos 3D do mundo! Uma biblioteca aberta onde qualquer usuário do SketchUp pode baixar e compartilhar seus modelos 3D.
  • Licenças para professores com preço acessível
    Professores de instituições de ensino podem utilizar da licença do SketchUp a um preço super acessível!  (Para solicita-lá preencha este formulário – será necessário comprovar a instituição em que leciona)
  •  Versão Make e Licença Estudantil
    Estudantes que estejam matriculados e em dia com a instituição de ensino poderão adquirir uma licença de estudante com um preço muito, muito, acessível , ou podem utilizar a versão Make, uma versão gratuita de estudo do Sketchup para uso domiciliar e com algumas limitações

Atenção! A utilização da versão Make para atividades comerciais é uma prática ilegal e está sujeita a penalização da legislação vigente! Termo de uso do software.

  •  Estudantes Amam o SketchUp
    Muitos estudantes aprendem o SketchUp antes mesmo de entrar na faculdade. Possuir o SketchUp na grade curricular torna-se um grande aliado do seu curso, uma vez que o Sketchup é praticamente um padrão da indústria AEC na criação e concepção de projetos 3D.
Renderização SketchUp & VRay – Peça cotação do pacote educacional. (11) 4064 4100.

 

Veja alguns trabalhos produzidos pelos estudantes as licenças educacionais do Sketchup

Benjamin Otten – (Arquitetura) University of Wisconsin
Kristin Till (Design de Interiores) Saddleback College
Hyung Kim ( Design de Interiores) The University of Georgia
Berkay Kars (Architectural Design) Santa Monica College

Quem está utilizando o licenças do Educacionais do SketchUp no Brasil?

Confira algumas Instituições de ensino que utilizam o Sketchup em sua grade curricular:

 Universidades que usam o Sketchup

Quer utilizar o SketchUp em sua Instituição de Ensino?

Nossas licenças Educacionais têm grandes descontos para laboratórios e você pode aproveitar facilmente. Fale agora com nossos consultores através do telefone (11) 4064 4100 ou preencha o formulário em nosso site e nós ligamos pra você!

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Projetos Arquitetônicos com SketchUp – Do Projeto à Construção, uma entrevista com Tom Kaneko

Tom Kaneko é Arquiteto (e ninja em Projetos Arquitetônicos com SketchUp), especializado em reformas e intervenções residenciais no Reino Unido. Nesta conversa, nós nos aprofundamos em seu fluxo de trabalho e como ele usa o SketchUp para oferecer mais valor aos projetos de seus clientes dentro das limitações de um orçamento apertado.

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Conte-nos sobre sua experiência de Projetos Arquitetônicos

Sou apaixonado pelo aspecto técnico da profissão. Felizmente eu tive uma base muito prática na Universidade de Edimburgo que tem me servido bem no dia a dia. Projetando, você tem que conhecer o seu estilo de trabalho… lacunas de conhecimento tornam-se aparentes quando você transita do projeto para construção, especialmente quando se envolve em conversas com construtores e empreiteiras.

Qual foi o momento “Uau!” Para você em seus projetos arquitetônicos com SketchUp?

Foi em 2011 quando eu estava trabalhando na extensão de uma casa vitoriana com grandes ambições e um orçamento apertado.

Projeto Arquitetônico SketchUp

 

Para gerenciar o orçamento, manter meus custos baixos e ainda entregar valor ao meu cliente, eu tinha que ser muito eficiente com o meu tempo. Queríamos criar um espaço interessante e funcional, usando materiais de baixo custo e isso significava que eu tinha que, rapidamente, repetir, testar e discutir ideias com minha cliente. Modelar o conceito no SketchUp ajudou imensamente durante nossas conversas, pois eu pude rapidamente comunicar minhas ideias em 3D e também refletir mudanças facilmente.

Para os projetos de adaptação e extensão que eu me especializei, detalhes minuciosos como espessura de isolamento podem afetar a área útil final do piso. É muito importante apresentar esses detalhes claramente aos construtores para que o cliente obtenha o máximo de qualidade.

No SketchUp, criei todos os desenhos de detalhamento que precisávamos e construímos virtualmente todo o edifício antes de irmos para o local. Ao fazer isso, eu pude detectar todos os erros e riscos da construção. Uma vez que vi que eu poderia ir do Estudo Preliminar para o detalhamento da construção utilizando o SketchUp, eu parei de exportar meus cortes ou detalhes para outro software CAD. Agora eu sei que o que eu desenho é o que a construtora terá em mãos.

A transição de fases do Projeto (EP para Executivo) é crucial para uma construção bem sucedida – Como você garante isso e como o SketchUp suporta seu fluxo de trabalho?

Eu começo cada estudo conceitual com esboços desenhados a mão. Eu me concentro em obter o layout certo, enquanto incorporo as necessidades do cliente e desejos de acordo com as limitações de um terraço típico de Londres.

 

Na fase de ante-projeto, recebo um levantamento do edifício já existente e transformo isso em um modelo arquitetônico com SketchUp. Em termos de estrutura do meu modelo, cada andar é o seu próprio componente, paredes e pisos são separados, e o mobiliário e as pessoas estão em layers individuais. Ter um modelo bem organizado torna mais fácil fazer alterações ou remover elementos. Eu também configuro todas as minhas cenas-chave e folhas no início do SketchUp Pro e LayOut … vistas de planta, cortes, elevações  e vistas em perspectiva dos espaços principais.

Um desafio de projeto típico que tenho é conseguir uma grande sensação de espaço no interior com uma linha de telhado mais alta, considerando as sombras lançadas sobre os vizinhos. Neste ponto, testar ideias no corte e o 3D me ajudam a chegar a uma resposta única e contextualmente adequada.

 

A saída do modelo pode ser usada para estudos de luz solar que podem ser submetidos como parte dos documentos de aplicação de planejamento.

 

Uma vez que os planos e cortes são definidos, eu crio um modelo de construção separado para realmente “detalhar” os detalhes. Alguns dos ângulos na linha do telhado significam que nós temos junções muito evidenciadas e eu tenho que poder comunicar claramente a intenção da construção e do projeto aos construtores.

 

 

Com a progressão do projeto, eu costumo criar um modelo separado para cada fase chave. Um modelo esquemático simples terá várias iterações … mudanças podem levar cinco minutos ou quarenta minutos, dependendo de quão grande é o salto que estamos fazendo. Uma grande vitória é que eu posso atualizar rapidamente as vistas de corte  e o LayOut automaticamente pega essas mudanças.

Em seguida, crio um modelo de construção detalhado que levamos ao local da obra. Em vez de paredes ocas, o modelo de construção técnica articula detalhes de parede e telhado.

Descobri que mostrar conjuntos de construções e perspectivas em 3D os ajuda a realmente entender o conceito do projeto. Eles têm um entendimento claro do que você está tentando alcançar e porquê. Na minha experiência, a informação clara leva a grandes relacionamentos no canteiro de obras. Alguns construtores realmente experientes em projetos anteriores me disseram que meus desenhos de construção do SketchUp tem alguns dos melhores detalhes que eles já viram!

Fases de Projetos Arquitetônicos com SketchUp - Telhados

Quais padrões de desenho e modelos de estilo você usa mais nos seus projetos arquitetônicos com SketchUp e por quê?

Meu modelo de LayOut é muito reduzido e simples. Eu costumo colocar os projetos arquitetônicos em uma folha A3, o que é um bom tamanho para ver as coisas no computador e na impressão. Eu uso a fonte Helvetica para anotações e  para manter todas as folhas simples, legíveis e escaláveis. Com o tempo eu desenvolvi meu próprio conjunto de nuvens de revisão e blocos de título de desenho, mas o meu princípio é manter os gráficos mínimos para que o projeto possa tomar o centro do palco.

 Que atalho de teclado você poderia não viver sem?

Esconder o resto do modelo sem dúvida! “Ctrl + H” me permite editar um pequeno componente dentro de um vasto espaço.

Ed. Nota: Ctrl + H é um atalho personalizado definido pelo Tom. Você pode criar seus próprios atalhos personalizados, também; Leia mais sobre como criar atalhos de teclado aqui.

Gostou? Faça o download do SketchUp Pro e tenha as vantagens do Layout.


OBS.: Desde 2019, licenças vitalícias de SketchUp não são mais comercializadas, fazendo assim com que a opção de licenciamento passe a ser anual para todos os usuários que decidirem atualizar o software.


07 Dicas Fundamentais para Você tornar-se um Arquiteto Vendedor

A palavra vendas pode gerar calafrios, tanto em quem tem algo a oferecer quanto a pessoa que está a procura de um produto ou serviço que vai resolver a sua vida. Medo, desconfiança e insegurança são algumas palavras que norteiam o assunto e podem estar presentes nos dois lados da mesa, seja o arquiteto ou o cliente. Porém, vender não é nenhum grande mistério como se imagina. Na verdade, é uma habilidade que só precisa ser desenvolvida, é uma arte de negociar e convencer com argumentos sólidos. Se você já tem seu lado de arquiteto vendedor, aprimore. Se não tem, comece hoje mesmo a treinar.

Algumas técnicas podem ajudar a chegar lá, mas sua atitude de arquiteto vendedor certamente vai fazer toda a diferença. Quer algumas dicas? Vamos lá!

1 – Seja ativo

Tenha em mãos uma lista organizada de clientes e potenciais clientes – uma ferramenta de CRM é bem útil. Estude quais são os prováveis problemas e encontre em seu leque de serviços soluções viáveis para resolvê-los. Pode ser arquitetura, decoração ou mesmo design de interiores. Entre em contato por telefone ou e-mail com cortesia e sutileza e tente agendar uma reunião, sempre pessoalmente – é o tipo de relação que carece de olho no olho.

2 – Crie um portfólio

Arrume a própria casa de maneira organizada e leve isso ao conhecimento de seu prospect. Selecione as melhores fotos de trabalho que já realizou com sucesso (não mais do que três opções), mostre quem já apostou no seu trabalho sem medo. Se for o caso, crie um PowerPoint simples para ilustrar tudo isso e apresente (sempre) pessoalmente.

3 – Inove na Apresentação

Outra dica valiosa é zelar pela apresentação dos seus projetos. Para este caso recorra a softwares especializados que deixam sua apresentação mais profissional, bonita e realista. Isso auxilia na hora do cliente entender a sua proposta de execução do projeto.

Para estas apresentações o SketchUp é o software mais indicado pois sabe como vender projetos de arquitetura como nenhum outro software de modelagem do mercado.

Com recursos como o de criar animação, você pode enviar para seu cliente um vídeo em formato MP4/AVI onde ele poderá fazer um passeio virtual pelo projeto.

O SketchUp também tem uma excelente ferramenta de apresentação de projetos em 2D, o LayOut.

Lá você poderá apresentar vistas do projeto e até mesmo, criar uma planta humanizada com detalhamentos, tornando mais fácil a compreensão do desenho por parte do seu cliente.

Apresentação Projeto  vendedora

4 – Conheça bem o prospect

Já entendeu qual é o grande problema e que você tem em mãos uma solução para o cliente? Então aprofunde-se e procure saber a história da empresa, os serviços oferecidos, como se dá o relacionamento dela com seus clientes, as áreas de atuação, entre outras coisas. Chegar a uma reunião e mostrar conhecimento sobre o negócio vai provar que você sabe com quem está lidando e está bastante interessado em estabelecer uma relação duradoura.

5 – Confiança e credibilidade

Para fechar um negócio, o cliente precisa estar seguro e convicto de que a sua oferta é a melhor escolha para ele investir dinheiro. E só você, arquiteto vendedor, que pode transmitir essa segurança. Por isso, prepare-se antes do encontro. Faça uma lista de assuntos relevantes que precisa tratar na reunião. Conte suas experiências anteriores, fale dos diferenciais e inclua sua oferta sob medida dentro da necessidade do cliente.

6 – Processo de construção do arquiteto vendedor

Não encare a venda como resultado de uma reunião, apenas. Se fechar negócio logo no primeiro encontro, perfeito. Mas nem sempre é assim e você precisa estar preparado para isso. Enxergue a venda como um processo de construção, um passo a passo gradual. É importante criar uma relação de parceria entre você e seu cliente, e às vezes isso leva tempo. Não desanime se tudo não acontecer de uma vez. Alimente a parceria de forma saudável, plante a semente, regue com constância para colher os frutos mais adiante. Nesta fase vale por em pratica toda sua experiência adquirida no processo de formação da sua carreira de arquiteto.

apresentação de projeto Arquitetura

7 – Network para a vida

Converse com colegas arquitetos sobre o momento do mercado, ouça com atenção as demandas existentes e fique por dentro da concorrência.

Isso tudo pode ser fundamental na elaboração de um orçamento, por exemplo. Faça, inclusive, pesquisas sobre os preços praticados no momento.

 

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SketchUp Pro para Cenografia: Conheça Andy Walmsley

Andy Walmsley é um designer de produção premiado pelo Emmy cujo trabalho tem aparecido na televisão, Broadway, Las Vegas e muito mais. Andy Walmsley usa o SketchUp Pro extensivamente em seus projetos e, neste post, compartilha como ele chegou a ser referência em cenografia e como o 3D mudou seu trabalho.

Em que tipo de sets você trabalha?

(Andy Walmsley) – Sou muito diversificado, especialmente para alguém do meu campo. Eu sou essencialmente um cenógrafo, embora existam muitos nomes mais atraentes para o meu trabalho: diretor de arte, designer de produção, designer cênico. A maioria das pessoas na minha linha de trabalho tendem a se especializar em um gênero. Por exemplo, os caras que fazem teatro na Broadway raramente definem (se alguma vez o fizeram) o trabalho em aparelhos de TV. Os projetistas de televisão que fazem “novela” não fazem shows de entretenimento (como prêmios ou gameshows). E os designers que fazem ópera e balé não fazem teatro musical. Os criadores de filmes só fazem filmes. Designers de turnê de bandas de Rock também se especializam. Eu sou muito original no que eu procuro para grandes programas de entretenimento, musicais da Broadway, espetaculos de Las Vegas, projetos de museu, shows no gelo, performances de navios de cruzeiro, parques temáticos, circos, eventos corporativos: basicamente, vou criando um set para qualquer gênero, desde que seja entretenimento.

cenografia Andy Walmsley

Como você entrou na carreira de cenografia e produção?

Venho de uma família de artistas. Meu bisavô era um comediante britânico muito famoso; Minha avó era uma pianista em filmes mudos; Meu avô um grande baixista; Meu pai era um famoso comediante; E minha mãe uma comedora de fogo (sim, um comedora de fogo). Então eu cresci nos bastidores dos teatros Vaudeville, estúdios de TV e o circo. Por um tempo eu queria ser um cinegrafista de TV, então minha mãe me comprou um pequeno equipamento de câmera de TV da Lego e construí televisores Lego e fiz com que minha pequena tripulação de plástico rodasse minhas obras-primas. Os modelos ficaram cada vez mais elaborados, e um dia um amigo da família, o mágico Paul Daniels (o equivalente britânico de David Copperfield) viu meus modelos e disse: “Você sabe, as pessoas realmente ganham a vida com isso”. Eu devo muito ao Paul e ainda mais a Lego.

Você já trabalhou em algum projeto que as pessoas possam ter ouvido falar?

Apenas alguns. A mais famosa foi “quem quer ser um milionário?” (Antes de começar a usar o SketchUp). Meu projeto original para esse show é o projeto cênico mais duplicado na história, porque o set foi construído com cada detalhe idêntico em 108 países em todo o mundo. Esse set também foi usado no filme ganhador do Oscar, Slumdog Millionaire. Eu projetei para o American Idol que foi muitas vezes considerado o mais bem sucedido show na história da televisão americana. Fui nomeado para três Emmy por esse show e ganhei o Emmy por ‘Outstanding Art Direction.’ Eu trabalhei no “America’s Got Talent”, “So You Think You Can Dance” e um monte de outros projetos de TV bem conhecidos.

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Palco Amercian Idol – Projetado com o SketchUp Pro

Eu projetei cerca de 14 shows de Las Vegas até agora, que é mais do que qualquer outra pessoa que eu conheço. No teatro, meu show mais famoso foi Buddy – The Buddy Holly Story. Essa produção foi duplicada em 13 países. Meu outro grande show de teatro é Blood Brothers, um musical fantástico que ainda está sendo executado no Reino Unido 20 anos depois que eu o planejei pela primeira vez.

Qual é a sua parte favorita no seu trabalho?

A maior satisfação pra mim é passar alguns dias criando um modelo, andar virtualmente em torno de cada centímetro dele, então depois alguns meses depois eu me encontro caminhando pelo set real. A maioria dos meus sets são enormes; Eles geralmente ocupam palcos sonoros que são coisa de 100m por 200m de tamanho. Andar em torno de algo que você visualizou e que saiu da sua cabeça (via SketchUp) 10 semanas após seu projeto te dá uma incrível sensação de poder. Eu acho que muitos designers são megalômanos, e eu acho que posso ver por quê.

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Projeto Cenográfico 3D realizado com SketchUp Pro

Há quanto tempo você trabalha com software de modelagem 3D?

Inicialmente, eu investi em um Mac completo montado na década de 90. Como se pelo destino, na semana o meu hardware e software chegaram do correio, eu também consegui um grande trabalho e não tive tempo para aprender a fazer o salto de uma mesa de desenho e lápis para ferramentas digitais. Em seguida, outro trabalho veio, e outro, e desde esse momento eu nunca estive parado, mas também não consegui encontrar o tempo para aprender a trabalhar com as novas ferramentas.

Após dez anos que tinha me mudado para os Estados Unidos para trabalhar no American Idol. Pouco depois de chegar, eu comprei uma mesa de desenho e aluguei um espaço de escritório no Henson Studios para que eu pudesse montar um escritório. Mais tarde eu estava sendo ridicularizado por colegas por ainda desenhar no papel. Eu me inscrevi em um curso Vectorworks que a Art Directors Guild estava oferecendo. O instrutor, Don Jordan, teve a paciência de um santo, e durante uma das pausas de aula ele me mostrou um novo programa que ele achou que eu poderia achar mais fácil de entender – e foi SketchUp. Lembro-me de olhar para a tela como um homem das cavernas olhando para a primeira roda: eu estava apaixonado imediatamente.

Eu sou musicalmente inclinado assim que eu costumo relacionar minha experiência com modelagem 3D a esta metáfora: músicos podem pegar alguns instrumentos e apenas instintivamente ser capaz de tocá-los. Eu posso pegar quase qualquer instrumento que você soprar e obter uma melodia fora dela em segundos – mas não tenho essa esperança com instrumentos de corda. instrumentos de corda, estou sem esperança com. O SketchUp é apenas um daqueles instrumentos que eu poderia tocar instantaneamente.

Por que o 3D é importante no design de sets e Cenografia?

Deixe-me descrever como era o processo antes do SketchUp Pro. Eu iria para uma reunião sobre um novo show para obter informações, voltaria para o escritório e começaria a elaboração do rascunho a lápis, em seguida, levaria esses desenhos para os meus dois ou três fabricantes de modelos 3D (que eu tinha de pagar todas as sextas-feiras). Eles passariam uma semana ou mais construindo as maquetes. Levaria o modelo (muitas vezes em um trem de Londres lotado) para mostrar ao produtor, ele iria inevitavelmente fazer alterações, eu tomaria o modelo de volta e os assistentes iriam quebrar o modelo para reconstruí-lo com as adaptações. Tudo isso seria extremamente demorado e muito caro. Os materiais para modelo não são baratos, e os empregados que fazem modelos (e seus modelos) ocupam muito espaço. Eu também não sinto falta de estar constantemente respirando cola tóxica e vapores de tinta.

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Projeto palco American Idol – Projetado com SketchUp

Agora, com o SketchUp Pro, eu nem preciso de um escritório. Eu vou para o briefing inicial o que geralmente pode vir a se tornar um modelo muito complexo no SketchUp em um (ou máximo) dois dias sem escritório, sem funcionários, sem equipamentos, sem fumaça. A melhor parte: agora eu posso enviar projetos para o meu produtor sem viajar e posso fazer alterações editando rapidamente o arquivo SKP, muitas vezes em um hotel, um aeroporto ou um Starbucks. Agora, isso é Liberdade. Eu disse isso muitas vezes, e isso soa um pouco dramático, mas o SketchUp literalmente mudou minha vida.

Conte-nos sobre um problema de projeto específico que você conseguiu abordar no SketchUp.

Pisos lustrosos. Muito do entretenimento envolve GLOSS. Nós amamos pisos lustrosos e superfícies reflexivas: é todo o material glittery do showbiz. É também um problema de modelagem curioso para resolver. Às vezes eu atribuo o chão do estágio uma superfície esfumaçada, transparente e então copio o modelo inteiro acima e coloco a escala dele para dentro debaixo de meu assoalho transparente. Isso vai realmente fazer parecer que o cenário acima é refletido no chão, mas na real você está olhando para uma cópia completa do modelo sob o chão.
Eu sei que um renderizador faria isso muito rapidamente, sem essa minha técnica, mas eu não  uso renderizador em meus projetos, apenas algumas vezes quando queremos testar os jogos de iluminação.

Você tem algum conselho para outros usuários do SketchUp?

Meu problema é que eu estou super rápido no SketchUp, mas usando meus próprios pequenos truques e não realmente utilizando o software corretamente. Você já viu um mau motorista em um carro? Eles podem dirigir bem o suficiente, mas eles estão usando a mão errada no lado errado do volante. Não parece tão seguro, certo? Esse sou eu com o SketchUp: faço-o fazer grandes coisas, mas eu sempre acho que pode haver uma maneira melhor de economizar tempo além de apenas trabalhar rapidamente. Uma das minhas resoluções este ano é obter algum treinamento pessoal de um especialista real para me ajudar a dominar alguns dos fundamentos. Isso deve me ajudar a modelar em uma grande velocidade, mas com minhas mãos na posição correta no volante.


OBS.: Desde 2019, licenças vitalícias de SketchUp não são mais comercializadas, fazendo assim com que a opção de licenciamento passe a ser anual para todos os usuários que decidirem atualizar o software.