ZW3D WuKong 2027: conheça a nova geração do ZW3D

O ZW3D WuKong 2027 representa uma mudança diferente das atualizações anuais que normalmente acompanham um software CAD. A própria ZWSOFT apresenta o lançamento como uma nova geração do ZW3D, construída sobre uma arquitetura paramétrica renovada. ZwSoft

Essa mudança aparece primeiro nos bastidores. Modelos podem ser regenerados mais rapidamente, relações entre peças ficam mais confiáveis e projetos maiores passam a exigir menos correções depois de uma alteração.

Mas o WuKong não para no núcleo do software. A nova geração também avança em grandes montagens, modelagem de peças, chapas metálicas, documentação 2D e usinagem.

O resultado é uma atualização que vale observar menos como uma lista de novos comandos e mais como uma mudança na forma como o projeto avança entre modelagem, revisão, documentação e fabricação.

O que torna o ZW3D WuKong uma nova geração?

Grande parte da evolução do WuKong começa na nova tecnologia paramétrica.

Segundo a ZWSOFT, a arquitetura atualizada alcança regeneração até cinco vezes mais rápida e mantém estabilidade em modelos com mais de 3.000 recursos na árvore de histórico. Nos testes divulgados pela empresa, também houve redução superior a 60% nos problemas de atualização associativa entre montagens e desenhos 2D.

Isso muda bastante a conversa sobre desempenho.

Não se trata apenas de esperar menos para uma operação terminar. Em um modelo paramétrico, uma alteração pode percorrer dezenas ou centenas de relações criadas anteriormente. Quanto melhor o software preserva essas relações, menor a necessidade de revisar manualmente tudo o que veio depois.

A ZWSOFT também informa um aumento de 29% na eficiência de projeto nos testes da nova arquitetura. Como são resultados internos da fabricante, o desempenho real pode variar conforme hardware e complexidade do projeto.

Para quem acompanhou o ZW3D 2026, essa evolução também cria uma continuidade interessante. A versão anterior já havia aprofundado automação, interoperabilidade e integração entre 2D e 3D. O WuKong avança justamente sobre a infraestrutura que sustenta esses fluxos.

Projetos maiores sem transformar cada revisão em retrabalho

É nas grandes montagens que uma arquitetura mais estável começa a ficar especialmente visível.

O Quick Open foi aprimorado para acelerar a abertura de assemblies complexos. Na seção dedicada ao recurso, a ZWSOFT informa abertura até 60% mais rápida e redução de até 90% no tempo gasto com ajustes depois das atualizações de montagem, considerando seus cenários de teste.

Em vez de apresentar isso apenas como “mais velocidade”, vale pensar no efeito acumulado.

Uma máquina pode reunir estrutura, motores, sistemas de movimentação, proteções e componentes comerciais. Durante o desenvolvimento, essas partes mudam várias vezes. Portanto, abrir rapidamente a montagem ajuda, mas conseguir alterá-la sem desencadear uma sequência de correções é ainda mais importante.

É justamente aí que o desempenho e a nova arquitetura paramétrica se encontram.

Grande montagem no ZW3D WuKong 2027

Algumas tarefas simplesmente passaram a exigir menos etapas

Nem toda novidade do WuKong precisa ser explicada a partir de um problema complexo. Algumas são interessantes justamente porque eliminam trabalho repetitivo.

O novo Automatic Fillet, por exemplo, permite criar vários filetes de uma só vez. A ferramenta foi pensada especialmente para peças fundidas, componentes plásticos e geometrias que concentram muitas transições.

Já o Neutral Chain Draft aplica inclinações em múltiplas nervuras usando linhas ou curvas compartilhadas como referência.

Separadamente, parecem mudanças pequenas. Em conjunto, mostram uma direção bem clara: operações que antes exigiam repetição começam a ser tratadas como um único processo.

É uma mudança menos chamativa do que “cinco vezes mais rápido”, mas pode aparecer dezenas de vezes ao longo de um projeto.

Chapas metálicas recebem algumas das novidades mais interessantes

Aqui o WuKong adiciona três ferramentas que merecem atenção: Joint Flange, Merge Flange e Sheet Metal Fillet.

O Joint Flange conecta formas separadas de chapa metálica em um único modelo. Já o Merge Flange permite unir corpos mantendo operações normais de dobra e desdobra, além de ampliar o suporte para criação de flanges em bordas spline.

Isso abre mais liberdade para construir peças que não começam necessariamente como uma única geometria contínua.

Joint Flange no ZW3D WuKong 2027 para projeto de chapas metálicas

O Sheet Metal Fillet trabalha em outra ponta do processo. Ele gera perfis de planificação mais limpos, evitando arestas redundantes e melhorando a compatibilidade com processos de corte de chapa.

Essa é uma diferença pequena na tela, mas importante quando o arquivo começa a caminhar em direção à produção.

Aliás, planificação, revisão e fabricação já são temas que exploramos com mais profundidade no artigo sobre como reduzir retrabalho em projetos de chapas metálicas.

Sheet Metal Fillet no ZW3D WuKong 2027

O desenho 2D começa a acompanhar melhor o ritmo do modelo 3D

Uma das partes mais interessantes do WuKong aparece depois que a modelagem já está avançada.

O Auto-Drawing foi atualizado para gerar desenhos mais próximos dos padrões definidos pela empresa. Segundo a ZWSOFT, seus testes registraram economia de quase 80% no tempo de preparação de desenhos. A fabricante também informa precisão de até 95% no dimensionamento automático em seus benchmarks.

É uma continuação importante do caminho iniciado no ZW3D 2026.

Na geração anterior, a ZWSOFT já havia aprofundado a atualização associativa entre o modelo 3D e o desenho 2D. Agora, a proposta avança para diminuir também o trabalho necessário para criar essa documentação.

Nesse caso, automação não significa eliminar a revisão técnica do desenho. Significa começar essa revisão mais perto do resultado esperado.

Auto-Drawing no ZW3D WuKong 2027 para documentação 2D

E há outra mudança trabalhando em paralelo.

O Geo-Projection recebeu otimizações que, segundo a ZWSOFT, podem acelerar a projeção geométrica em até cinco vezes, com aplicabilidade superior a 90% nos fluxos de geração de desenhos avaliados pela empresa.

Assim, duas etapas que costumam consumir bastante tempo, projetar vistas e organizar a documentação, avançam ao mesmo tempo.

Uma vista de seção que também serve para medir

O Measurable Section View é um ótimo exemplo de novidade que não precisa de três parágrafos de preparação para fazer sentido.

A ferramenta permite adicionar PMI e medir áreas de seção, folgas e dimensões diretamente em vistas seccionadas.

Isso transforma a própria vista de seção em um ambiente de validação.

Em uma montagem mais fechada, por exemplo, é possível cortar o modelo, visualizar o interior e conferir uma folga sem criar geometria auxiliar apenas para chegar àquela medida.

Em projetos de chapas metálicas, essa conferência também pode ajudar a avaliar regiões internas, acesso para montagem e espaços entre componentes.

Measurable Section View no ZW3D WuKong 2027

Percebe como aqui eu tirei justamente aquele começo que você apontou? O recurso já é interessante. Não precisava fabricar suspense para apresentá-lo.

O WuKong também chega ao CAM

Como o ZW3D integra CAD e CAM, as mudanças não terminam quando o modelo fica pronto.

No WuKong, a ZWSOFT destaca melhorias para usinagem de três eixos, incluindo as novas operações Chamfer Debur e Point Curve. Também houve otimizações no controle de stepover das operações Z Constant e Region Mill.

Para quem trabalha diretamente com programação CNC, essas mudanças merecem uma análise própria. Por isso, não faz sentido transformar esta seção em um tutorial de CAM e quebrar o ritmo do artigo.

Temos um conteúdo específico explicando as diferenças e aplicações da usinagem de 2 e 3 eixos, que funciona melhor para aprofundar esse assunto.

O ponto relevante aqui é outro: o WuKong continua aproximando alterações de engenharia e preparação para fabricação dentro do mesmo ambiente.

Do modelo à fabricação sem trocar de lógica no meio do caminho

Essa integração ajuda a entender o lançamento como um todo.

Uma mudança feita no projeto precisa chegar à montagem. Depois, pode afetar o desenho técnico. Dependendo do produto, também altera planificação ou usinagem.

Quando cada etapa vive isolada, qualquer revisão aumenta o risco de informações divergentes.

O ZW3D trabalha justamente na direção contrária ao reunir modelagem, simulação e manufatura. E o WuKong fortalece essa proposta começando pela estrutura paramétrica que conecta o projeto.

Esse benefício não existe apenas no discurso do desenvolvedor. A RVS3D, por exemplo, relatou à totalcad que utiliza a integração entre modelagem 3D e CAM para revisar geometrias e retornar à programação de usinagem sem precisar exportar o projeto para outro software.

Também temos um conteúdo específico sobre modelagem híbrida, outro recurso importante dentro dessa lógica de diminuir etapas entre geometrias, arquivos importados e desenvolvimento do produto.

Então, o que realmente muda no ZW3D WuKong 2027?

Talvez a melhor forma de resumir o WuKong seja observar onde o usuário deixa de interromper o projeto.

A regeneração ficou mais rápida. Grandes montagens receberam melhorias de abertura e atualização. Operações repetitivas de modelagem foram agrupadas. Chapas metálicas ganharam novas possibilidades de construção e planificação.

Depois, o mesmo movimento continua na documentação, com Auto-Drawing e Geo-Projection, e chega à fabricação com as melhorias de CAM.

Nenhum desses recursos trabalha exatamente da mesma forma. Ainda assim, todos apontam para uma ideia parecida: reduzir o trabalho que aparece entre uma decisão de engenharia e a próxima etapa do projeto.

É isso que diferencia o WuKong de uma simples coleção de comandos novos.

Quando o ZW3D WuKong 2027 estará disponível?

A ZWSOFT informa que o ZW3D WuKong 2027 já está disponível para download, com disponibilidade global prevista para setembro de 2026. A fabricante também oferece avaliação gratuita de 30 dias.

Para empresas que trabalham com máquinas, desenvolvimento de produtos ou manufatura, vale observar principalmente como a nova arquitetura se comporta nos próprios projetos.

Afinal, benchmarks ajudam a mostrar a direção da evolução. Mas são as montagens, revisões e processos reais de cada operação que determinam o impacto no dia a dia.

Uma nova geração construída para continuar o projeto

O ZW3D WuKong 2027 não abandona a proposta que já vinha guiando o ZW3D. Pelo contrário, fortalece a integração entre diferentes etapas do desenvolvimento.

A diferença é que agora essa evolução começa mais fundo.

Em vez de depender apenas de novas ferramentas na interface, o WuKong modifica a arquitetura que sustenta as alterações do projeto. A partir daí, desempenho, automação e associatividade passam a trabalhar juntos.

Para quem lida constantemente com revisões, máquinas complexas e documentação de fabricação, talvez essa seja a novidade mais relevante do lançamento: alterar mais o projeto sem precisar refazer tanto o caminho.

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Como reduzir retrabalho em projetos de chapas metálicas

7 dicas para reduzir retrabalho em projetos de chapas metálicas

Reduzir retrabalho em projetos de chapas metálicas não depende apenas de criar o primeiro modelo com menos cliques. Grande parte do tempo perdido aparece depois, durante as revisões. Uma alteração pode quebrar recursos posteriores. Além disso, a planificação pode deixar de corresponder aos dados de produção. Um desenho antigo também pode permanecer no pacote liberado para fabricação.

Por isso, um fluxo confiável precisa responder a quatro perguntas. O modelo aceita alterações sem perder sua estrutura? A peça gera uma planificação limpa? O desenho permanece alinhado ao modelo 3D? A peça pode ser dobrada, montada e reparada com os equipamentos disponíveis? As sete dicas a seguir usam situações comuns em projetos com modelagem CAD 3D. Entre os exemplos, está um gabinete ventilado com furos de montagem e várias dobras. O objetivo é identificar o retrabalho antes que ele chegue à fabricação.

1. Defina os principais parâmetros da chapa antes da modelagem

Antes de modelar, confirme a espessura da chapa, o raio de dobra padrão e os dados usados no cálculo da planificação. Esses parâmetros afetam a forma dobrada e o tamanho do recorte aberto. Por exemplo, uma mudança na espessura ou no raio também pode alterar as dimensões da planificação, conhecida como flat pattern. Quando os recursos usam valores diferentes, o modelo 3D pode parecer correto. Porém, os problemas costumam aparecer no desdobramento ou nas revisões posteriores.

Normalmente, o cálculo da planificação utiliza o fator K, a compensação de dobra ou a dedução de dobra. Quem está começando não precisa aplicar os três métodos. Em vez disso, deve usar o cálculo e os valores adotados pelo fabricante. No ZW3D, a espessura, o raio padrão e o fator K podem ser definidos como atributos globais da peça. Assim, novas flanges e dobras partem dos mesmos parâmetros. Essa configuração também reduz a necessidade de corrigir cada recurso separadamente. Espessura, raio de dobra e fator K configurados no ZW3D Se o material, a espessura ou as condições de fabricação mudarem, atualize os valores correspondentes. Depois, verifique novamente os recursos afetados e a planificação. Verificação prática: antes de criar os principais recursos da chapa, confirme espessura, raio e dados de planificação com o fabricante. Não dependa de configurações padrão que ainda não foram validadas.

2. Use recursos nativos de chapa e planifique desde o início

Um modelo criado como sólido comum pode parecer correto quando está dobrado. No entanto, sua fragilidade costuma surgir quando uma dobra muda ou quando a peça precisa ser planificada.

Em peças novas, crie a forma principal com os recursos específicos para chapas do ZW3D. Evite depender apenas de sólidos e filetes convencionais. Dessa forma, flanges e dobras armazenam a espessura e os dados necessários para edições e desdobramentos posteriores. Forma principal criada com recursos nativos de chapa no ZW3D Em geometrias repetidas, como rasgos de ventilação, crie apenas um recurso. Em seguida, use o comando Pattern para gerar os demais. Esse processo evita modelar e editar cada abertura individualmente. Modelos sólidos importados também podem ser convertidos em peças de chapa metálica.

Antes da conversão, verifique se a espessura das paredes permanece uniforme e se as regiões de dobra estão claras. Depois, teste se a peça dobra e desdobra corretamente. Caso o software não reconheça as dobras principais, use o modelo importado apenas como referência. Então, reconstrua o modelo de produção com recursos nativos de chapa.

Além disso, não espere adicionar todos os furos e detalhes de canto para fazer a primeira planificação. Verifique primeiro a estrutura básica. Depois, repita o processo após inserir dobras importantes ou conexões complexas. Assim, quando surgir um problema, será mais fácil identificar qual etapa o causou. Comando Unfold usado para planificar uma peça de chapa metálica Verificação prática: continue adicionando detalhes somente depois que a peça atual for planificada corretamente e todas as dobras principais forem reconhecidas.

3. Use a ferramenta de flange mais simples para cada situação

Uma flange padrão costuma ser suficiente para criar uma parede lateral ao longo de uma aresta comum. Ferramentas mais especializadas são necessárias apenas quando formas separadas precisam ser conectadas ou combinadas.

O ZW3D WuKong 2027, que ainda está em beta, oferece recursos diferentes para essas situações:

Situação de projetoFerramenta recomendada
Adicionar uma flange ao longo de uma aresta comumStandard Flange
Conectar formas separadas de chapa metálicaJoint Flange
Combinar corpos separados de chapa metálicaMerge Flange
Criar uma conexão ao longo de uma aresta curva ou splineMerge Flange com suporte a arestas spline

Joint Flange conectando formas separadas de chapa metálica no ZW3D

O comando Joint Flange cria uma conexão entre formas separadas de chapa metálica.

Já o Merge Flange combina corpos separados. Ao mesmo tempo, ele mantém o comportamento normal da peça durante a dobra e o desdobramento.

Merge Flange combinando corpos de chapa metálica no ZW3D

Uma ferramenta mais avançada nem sempre representa a melhor escolha. O Standard Flange costuma usar menos referências e, por isso, facilita as edições. Use Joint Flange ou Merge Flange apenas quando a geometria exigir.

Depois de criar uma conexão complexa, não verifique somente o modelo dobrado. Planifique a peça e altere uma dimensão próxima. Assim, você confirma se a conexão continua sendo atualizada corretamente.

Verificação prática: use a ferramenta mais simples capaz de criar a conexão necessária. Em seguida, teste o resultado com uma pequena alteração dimensional e uma nova planificação.

4. Use referências estáveis em vez de faces que podem mudar

“Aumente a largura do gabinete em 40 mm” parece uma solicitação simples. Na prática, a alteração também pode afetar a ventilação, os furos, as flanges e as folgas internas. Os problemas aparecem quando esses recursos dependem de arestas ou faces criadas por dobras e cortes posteriores. Se essas referências mudarem ou desaparecerem, outros recursos podem falhar. Como resultado, parte do modelo precisa ser reconstruída. Sempre que possível, posicione os elementos importantes a partir de referências mais estáveis, como:

  • Origem do modelo
  • Planos centrais
  • Planos de referência
  • Esboços mestres controlados

Considere o padrão de ventilação como exemplo. Posicione-o a partir do plano central do gabinete, em vez de medir a partir de uma lateral. Quando a largura mudar de 200 mm para 240 mm, o padrão continuará centralizado sem novos ajustes. Os furos repetidos podem seguir a mesma lógica. Crie um padrão e controle todo o conjunto, em vez de definir a posição de cada furo separadamente. No projeto paramétrico, somente as dimensões com maior possibilidade de mudança exigem atenção especial. Em um gabinete, elas costumam incluir tamanho geral, comprimento das flanges, espaçamento dos furos, área de ventilação e folgas internas. Verificação prática: para reduzir retrabalho em projetos de chapas metálicas, altere uma dimensão principal antes da liberação. Depois, confirme se furos, padrões, flanges e folgas ainda respeitam a intenção original. Referências estáveis aplicadas a um modelo paramétrico no ZW3D

5. Use a planificação como uma verificação frequente do projeto

Alguns problemas passam despercebidos no modelo dobrado. Porém, eles se tornam evidentes quando a peça é planificada. Os cantos podem se sobrepor. Além disso, os furos podem ficar próximos demais das dobras e o contorno de corte pode apresentar pequenas aberturas. É mais fácil corrigir essas falhas enquanto o modelo ainda está simples. Portanto, verifique a planificação após criar as dobras principais. Repita a análise sempre que ocorrer uma alteração importante na geometria. Observe os seguintes pontos:

  1. Nenhuma região apresenta sobreposição.
  2. O contorno externo de corte está completo e contínuo.
  3. Furos e rasgos mantêm distância suficiente das dobras.
  4. Os cantos apresentam folga suficiente.
  5. As linhas de dobra estão nas posições e direções corretas.
  6. O recorte cabe no tamanho de chapa disponível.

Na versão beta do ZW3D WuKong 2027, o comando Sheet Metal Fillet simplifica perfis de canto com pequenas arestas desnecessárias. Sheet Metal Fillet simplificando cantos da peça planificada no ZW3D Uma planificação limpa indica que a peça pode ser desdobrada e preparada para o corte. Entretanto, ela não confirma se todas as dobras podem ser executadas com o equipamento disponível. O acesso das ferramentas e a sequência de dobra exigem uma análise separada. Verificação prática: planifique a peça depois de cada mudança importante e examine o perfil de corte. Não deixe essa análise apenas para a exportação final.

6. Confirme se modelo, planificação e desenho são atualizados juntos

Alterar o modelo 3D representa apenas uma parte da revisão. A planificação e o desenho de produção precisam mostrar a mesma mudança. Quando esses arquivos são atualizados separadamente, um desenho ou DXF antigo pode acompanhar o modelo mais recente. O erro pode passar despercebido porque cada arquivo, isoladamente, ainda parece completo. Para testar a atualização, siga estas etapas:

  1. Altere uma dimensão principal do modelo 3D.
  2. Reconstrua o modelo.
  3. Atualize a planificação.
  4. Atualize o desenho.
  5. Verifique as vistas e dimensões existentes.

Por exemplo, se a largura do gabinete mudar de 200 mm para 240 mm, todas as representações devem mostrar o novo tamanho. Além disso, as cotas existentes precisam ser atualizadas sem recriação manual. Essa atualização vinculada recebe o nome de associatividade. Na prática, ela mantém o modelo e os documentos de produção conectados à mesma revisão. O ZW3D WuKong 2027 também pode gerar conteúdo associado de desenho, incluindo vistas da planificação. As ferramentas automáticas de desenho reduzem tarefas repetitivas. Mesmo assim, o desenho final ainda deve ser conferido antes da liberação. Modelo, planificação e desenho técnico atualizados juntos no ZW3D Verificação prática: faça uma alteração dimensional controlada e registre tudo o que exigir reparo manual. Cotas perdidas ou vistas recriadas podem indicar referências frágeis.

7. Verifique o acesso para dobra e montagem

Uma peça pode ser planificada corretamente e, ainda assim, apresentar dificuldades durante a dobra ou a montagem. Na dobra, o ferramental precisa alcançar cada região. Uma flange criada cedo pode bloquear a próxima operação. Além disso, a peça pode ficar difícil de girar e posicionar depois de várias dobras. Esses problemas nem sempre aparecem na planificação. Antes de liberar o projeto, confirme se:

  1. O ferramental disponível consegue executar cada dobra.
  2. As flanges são longas o suficiente para receber apoio durante a dobra.
  3. A sequência de dobra é viável.
  4. A peça pode ser girada e reposicionada entre as operações.

O acesso para montagem também importa. Um furo pode estar na posição correta, mas será inútil se uma chave de fenda não conseguir alcançá-lo. Por isso, deixe espaço suficiente para fixadores, ferramentas, cabos e componentes removíveis. Juntas, revestimentos e isolamentos também podem reduzir a folga disponível. Em regiões internas apertadas, use uma vista de seção para examinar o espaço. Na versão beta do ZW3D WuKong 2027, o recurso Measurable Section View permite medir folgas diretamente no modelo seccionado. Vista de seção para verificar acesso de dobra e montagem no ZW3D Posicione o corte na região mais restrita, não apenas no local em que o modelo parece mais claro. Depois, verifique se os componentes podem ser instalados e se as ferramentas alcançam os fixadores. Verificação prática: analise a sequência de dobra e as etapas de instalação com a equipe de fabricação ou montagem antes de liberar o projeto.

Menos retrabalho é a verdadeira medida de um projeto mais rápido

Reduzir retrabalho em projetos de chapas metálicas não significa ignorar verificações importantes. Pelo contrário, significa identificar os problemas antes que cheguem à planificação, ao desenho ou ao arquivo de produção. Um teste simples revela muito sobre o modelo. Escolha um gabinete ou suporte que recebe revisões frequentes ou que já apresentou problemas de fabricação. Depois, altere uma dimensão principal, reconstrua o modelo, planifique a peça e atualize o desenho. Observe o que exige atenção. Algum recurso falhou? O modelo perdeu referências? A planificação e o desenho foram atualizados corretamente? A quantidade de reparos manuais mostra como o modelo responderá às próximas alterações. 



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Scan to BIM no ARCHLine.XP 2026: guia prático

Conteúdo baseado no webinar apresentado por Marco Guglielmin, da CADline Software S.R.L., parceira italiana da ARCHLine.XP.

Se você trabalha com arquitetura ou design de interiores em projetos pequenos e médios, provavelmente já ouviu falar em Scan to BIM. Ainda assim, o processo pode parecer restrito a topógrafos, empresas de levantamento ou grandes escritórios de engenharia.

Na prática, scanners mais acessíveis e ferramentas BIM inteligentes mudaram esse cenário. Agora, levantamentos 3D podem fazer parte da rotina de quem projeta reformas, interiores ou intervenções em edifícios existentes.

O ARCHLine.XP 2026 amplia essa possibilidade com novos recursos de Scan to BIM. Eles ajudam a transformar nuvens de pontos em plantas, cortes e modelos BIM organizados. Além disso, o processo não exige que o profissional se torne especialista em ciência de dados ou levantamento topográfico.

O que é Scan to BIM e por que o processo parecia tão complexo?

Scan to BIM é o processo de usar dados capturados de uma edificação para criar um modelo BIM que represente suas condições existentes. Em geral, scanners a laser, sistemas SLAM, drones ou fotogrametria geram uma nuvem de pontos. Depois, essa nuvem serve como referência para a modelagem.

No entanto, a coleta é apenas o começo. Também é necessário limpar, organizar e interpretar os dados antes de transformá-los em elementos arquitetônicos.

Durante muito tempo, essa preparação funcionou como uma caixa-preta. O profissional tinha duas opções. Primeiro, poderia fazer o levantamento manualmente com trenas, um processo trabalhoso e sujeito a imprecisões. Como alternativa, poderia contratar um serviço especializado e receber uma nuvem de pontos pesada e cara.

Embora impressionante, esse arquivo nem sempre se integrava à rotina de projeto. Muitas vezes, era difícil abri-lo, navegar por ele ou extrair a documentação necessária. Afinal, arquitetos e designers precisam entregar plantas, cortes e modelos formados por paredes, lajes, aberturas e mobiliário.

Felizmente, as tecnologias de captura espacial estão mais acessíveis. Ao mesmo tempo, as ferramentas do ARCHLine.XP deixam as nuvens de pontos mais leves, claras e adequadas ao BIM. Dessa forma, o levantamento se aproxima do fluxo cotidiano de projeto.

Como funciona o Scan to BIM no ARCHLine.XP 2026?

Em seu webinar, Marco Guglielmin apresenta o Scan to BIM como um método iterativo dividido em três etapas:

  1. Preparação: tornar a nuvem de pontos utilizável.
  2. Gerenciamento: posicionar e controlar os dados no ARCHLine.XP.
  3. Restituição: interpretar os pontos e criar elementos arquitetônicos BIM.

Em outras palavras, o método responde a três perguntas:

  • Quais dados são realmente necessários para o projeto?
  • Onde a nuvem de pontos deve ficar dentro do modelo?
  • Como transformar os pontos em paredes, lajes e aberturas?

1. Preparação: de um arquivo pesado para uma base adequada

Levantamentos atuais podem gerar centenas de milhões de pontos. Se todos forem usados diretamente, o desempenho do computador pode se tornar o principal obstáculo. Por isso, o ARCHLine.XP 2026 oferece recursos para reduzir e limpar a nuvem sem eliminar as informações relevantes.

Antes de começar, é importante entender que cada tecnologia produz dados diferentes. Scanners a laser estáticos, sistemas SLAM, fotogrametria e drones variam em densidade, precisão e nível de ruído.

Além disso, uma nuvem densa não é necessariamente uma nuvem precisa. Densidade indica a quantidade de pontos. Precisão, por sua vez, mostra se cada ponto ocupa a posição correta no espaço.

O objetivo do projetista não é reproduzir todos os pontos capturados. Na verdade, ele deve criar um modelo BIM coerente, capaz de representar a geometria pretendida da edificação.

Importação, recorte e limpeza da nuvem de pontos

O ARCHLine.XP permite importar formatos comuns, como E57, LAS e arquivos ReCap RCP ou RCS. Em seguida, o software converte os dados para um formato interno mais leve.

Também é possível executar um recorte 3D real. Quando uma parte da nuvem é cortada, os pontos são efetivamente excluídos. Consequentemente, o tamanho do arquivo e o uso da memória RAM diminuem.

Outro recurso importante é a limpeza baseada em planta. Com ela, o usuário remove conteúdos que não fazem parte da arquitetura, como móveis e objetos. Essa limpeza ocorre em faixas verticais ao redor de cada pavimento. Assim, nuvens internas ficam visualmente mais simples antes do início da modelagem.

Três formas de reduzir a quantidade de pontos

O ARCHLine.XP 2026 oferece três modos de decimação:

  • Redução aleatória por tamanho final: uma nuvem com 270 milhões de pontos pode ser reduzida para 200 milhões.
  • Redução aleatória por porcentagem: o usuário pode manter, por exemplo, apenas 3% dos pontos.
  • Redução espacial: o software preserva um ponto a cada distância definida, como 2 cm.

A redução espacial gera uma nuvem uniforme, sem grandes vazios e com poucos milhões de pontos. Em muitos projetos arquitetônicos, esse volume já oferece dados suficientes para a modelagem.

Como resultado, o levantamento se torna mais fácil de abrir e navegar. Além disso, o profissional consegue trabalhar em um computador que atenda aos requisitos recomendados do ARCHLine.XP.

Redução de nuvem de pontos no fluxo Scan to BIM do ARCHLine.XP 2026.

2. Gerenciamento: como tornar a nuvem compatível com o projeto BIM

O ARCHLine.XP organiza o projeto por pavimentos, vistas e elementos construtivos. Uma nuvem bruta, por outro lado, reúne apenas pontos medidos no espaço tridimensional. Portanto, a segunda etapa organiza esses dados dentro da lógica do modelo BIM.

No ARCHLine.XP 2026, o usuário pode:
  • Alinhar a nuvem aos pavimentos: o projetista seleciona pontos, define as alturas e arredonda os valores. Assim, uma medida de 3,395 m pode se tornar uma cota organizada de 3,40 m.
  • Gerar fatias automáticas por nível: o software cria um filtro horizontal para cada pavimento e o associa à respectiva vista de planta.
  • Mover o plano de filtro: a área filtrada pode subir ou descer em intervalos fixos, como 10 cm, sem sair da planta.
  • Aplicar filtros nos cortes: o recurso cria vistas de trabalho focadas em elementos verticais, como portas e janelas.

O plano de filtro permite observar informações que estavam ocultas. Por exemplo, o profissional pode analisar a área acima de um armário ou abaixo de uma viga. Para isso, não precisa criar dezenas de filtros independentes.

Durante a modelagem, a nuvem funciona como um fundo controlável. O usuário pode ativá-la, ocultá-la, mudar sua cor e ajustar o tamanho dos pontos. Além disso, pode usar cores monocromáticas ou baseadas em refletância para destacar materiais e detalhes.

Filtro por pavimento aplicado a uma nuvem de pontos no ARCHLine.XP 2026.

3. Restituição: como transformar pontos em elementos BIM

A restituição costuma gerar mais dúvidas. Afinal, como converter milhões de pontos em um modelo limpo sem se perder nos dados?

Segundo Marco Guglielmin, a restituição é um trabalho de interpretação. Assim como ocorre em um levantamento tradicional, o projetista não deve copiar cada medida de forma literal. Em vez disso, precisa compensar e regularizar os dados para criar um modelo coerente.

O encaixe ponto a ponto continua disponível quando necessário. No entanto, seguir cada ponto pode transferir ruídos e irregularidades do escaneamento para o modelo BIM.

Sem uma interpretação adequada, podem surgir situações como estas:

  • Paredes com ângulo de 89,9°, quando a lógica do edifício indica 90°.
  • Janelas com 1,47 m, embora a modulação sugira uma largura de 1,50 m.
  • Pavimentos mantidos em cotas pouco práticas, como 3,395 m.

Por isso, os comandos do ARCHLine.XP ajudam o profissional a compensar os dados com critério.

Paredes ajustadas a partir dos pontos

Na vista 2D, o usuário desenha uma caixa sobre a área ocupada pela parede. Em seguida, o software calcula a direção mais adequada com base no conjunto de pontos. A espessura também pode ser arredondada para centímetros inteiros.

Depois, ferramentas conhecidas de conexão em T e L ajudam a unir os segmentos. Dessa maneira, a parede resultante respeita o levantamento sem reproduzir cada ruído da captura.

Portas e janelas paramétricas

Para inserir uma janela, o profissional define dois pontos na planta. Depois, ajusta a altura e a largura paramétricas na vista 3D, usando a nuvem como referência.

O objetivo não é reproduzir todas as irregularidades locais. Pelo contrário, o processo cria um elemento BIM limpo que representa a geometria da edificação. Quando um tipo de janela estiver correto, ele pode ser salvo como estilo e reutilizado no projeto.

Cortes para projetos de interiores

Em portas internas ou perfis mais complexos, o profissional pode criar um corte e anexar uma fatia da nuvem. Em seguida, a modelagem acontece diretamente nessa vista.

Nesse processo, a nuvem fornece geometria e proporção. Enquanto isso, as ferramentas BIM geram elementos limpos, paramétricos e editáveis.

O resultado é um modelo pronto para o desenvolvimento do projeto. Ele respeita o levantamento dentro da tolerância escolhida e, ao mesmo tempo, mantém dimensões organizadas.

Criação de elementos BIM com base em nuvem de pontos no ARCHLine.XP.

A qualidade do levantamento precisa ser perfeita?

Nem todo fluxo de Scan to BIM exige scanners de altíssima precisão. Para demonstrar isso, o webinar apresenta dois cenários opostos.

O primeiro usa um levantamento estático a laser feito em uma escola. Nesse caso, a nuvem contém centenas de milhões de pontos e linhas muito definidas.

O segundo usa um levantamento SLAM deliberadamente mais simples. Ele registra um apartamento duplex de 100 m² com cerca de 9 milhões de pontos. Além disso, a nuvem apresenta rastros e desvios visíveis.

Nos dois exemplos, o método permanece o mesmo: preparar, gerenciar e restituir. Contudo, o levantamento SLAM exige fatias mais espessas, entre 2 e 3 cm. A precisão típica fica em torno de 1 cm.

Ainda assim, os dados oferecem um ponto de partida confiável para modelar a edificação existente. A nuvem funciona como referência. Já o modelo BIM final é construído pelo projetista com as ferramentas do ARCHLine.XP.

Além do computador: BIM Leader e Gstar BIM

O fluxo não precisa terminar no computador do projetista. A plataforma BIM Leader, da CADline, permite carregar nuvens de pontos e federá-las com modelos BIM.

Além disso, equipes podem compartilhar os dados com clientes e outros profissionais. A plataforma também apoia reuniões de coordenação, verificações entre o modelo e a realidade e o acompanhamento da obra com escaneamentos sucessivos.

O ARCHLine.XP compartilha sua tecnologia principal com o Gstar BIM, produto relacionado voltado a outros mercados e modelos de licenciamento. Seus formatos de arquivo e atualizações permanecem alinhados. Assim, os fluxos mantêm consistência entre as marcas.

Por que o Scan to BIM é importante para arquitetos e designers?

O primeiro projeto com nuvem de pontos pode parecer intimidador. Há novos tipos de arquivo, ferramentas pouco conhecidas e o receio de tornar o processo mais lento.

Porém, o ARCHLine.XP 2026 foi desenvolvido para tornar essa primeira experiência mais controlável. O profissional pode começar com um projeto piloto, como uma reforma em que as condições existentes sejam decisivas.

O software reduz e limpa a nuvem para que ela funcione como uma base comum de trabalho. Ao mesmo tempo, as ferramentas de modelagem mantêm a lógica já usada em paredes, lajes e aberturas.

Com a experiência, o Scan to BIM deixa de parecer uma disciplina separada. Em vez disso, torna-se mais um recurso da rotina de projeto.

Assim, arquitetos e designers podem registrar a realidade com mais agilidade. Também passam a depender menos de desenhos cadastrais incompletos. Acima de tudo, trabalham com mais segurança ao representar o edifício existente no modelo BIM.

Vídeos para acompanhar o fluxo completo

Para facilitar a compreensão do processo, a fabricante publicou dois trechos do webinar original:

A sessão completa também está disponível no artigo original da ARCHLine.XP.

Conclusão

O Scan to BIM no ARCHLine.XP 2026 aproxima a captura da realidade do trabalho cotidiano de arquitetos e designers. Para isso, o fluxo organiza a transformação dos dados em três etapas claras: preparação, gerenciamento e restituição.

Primeiro, o software reduz e limpa a nuvem de pontos. Depois, relaciona os dados aos pavimentos e às vistas do projeto. Por fim, ajuda o profissional a interpretar o levantamento e criar elementos BIM organizados.

O objetivo não é copiar milhões de pontos. Na verdade, é construir um modelo preciso, editável e adequado às decisões de projeto.

Quer incorporar nuvens de pontos ao seu fluxo BIM? Conheça o ARCHLine.XP e fale com a totalcad para encontrar a solução adequada ao seu projeto.

Perguntas frequentes sobre Scan to BIM

O que significa Scan to BIM?

Scan to BIM é o processo de transformar dados capturados de uma edificação, normalmente organizados em nuvens de pontos, em um modelo BIM estruturado e editável.

Quais formatos de nuvem de pontos o ARCHLine.XP 2026 importa?

O ARCHLine.XP 2026 trabalha com formatos comuns, como E57, LAS e arquivos ReCap RCP ou RCS. Depois da importação, os dados são convertidos para um formato interno mais leve.

É necessário usar um scanner a laser de alta precisão?

Não necessariamente. O fluxo também pode usar levantamentos produzidos com SLAM, fotogrametria ou drones. No entanto, a precisão necessária depende do objetivo e da tolerância definida para o projeto.

A nuvem de pontos cria o modelo BIM automaticamente?

Não. A nuvem oferece uma referência tridimensional para a modelagem. O projetista interpreta os dados e usa as ferramentas do ARCHLine.XP para criar paredes, lajes, portas, janelas e outros elementos.



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A IA nivelou o campo de atuação na visualização arquitetônica?

Por meio da iniciativa “Industry Voices”, a Trimble SketchUp estabelece parcerias com líderes do setor para explorar as ideias, inovações e debates que estão moldando o futuro da arquitetura e do design. O arquiteto, escritor e palestrante Shawn Adams compartilha sua perspectiva sobre como a IA democratiza o processo de design nas empresas.

O valor de uma representação visual não diminuiu”, afirma Sumele Adelana, diretora de marketing de produto da Trimble Architecture & Design. “Na verdade, se alguma coisa, ele se tornou ainda mais valioso.”

A IA é benéfica para os escritórios de arquitetura?

Durante anos, as visualizações arquitetônicas de alta qualidade foram uma vantagem competitiva reservada aos grandes estúdios de design. Os grandes escritórios tinham recursos para contar com equipes especializadas, hardware potente e prazos de produção mais longos. Enquanto isso, os estúdios menores, com conceitos sólidos, muitas vezes enfrentavam dificuldades para alcançar o mesmo nível de acabamento em concursos e apresentações para clientes. No entanto, esse desequilíbrio está mudando rapidamente.

Estúdios sem equipes dedicadas à visualização agora podem produzir imagens comparáveis às criadas por empresas maiores, graças a softwares baseados em IA na área de tecnologia de design. Essas ferramentas são capazes de gerar renderizações impressionantes em questão de minutos, reduzindo drasticamente o tempo e o custo tradicionalmente associados a imagens de alta qualidade. É possível trocar materiais instantaneamente, recalcular a iluminação em tempo real e explorar várias direções de design sem precisar reconstruir os modelos do zero.

Em concursos de design, a IA está diminuindo a diferença entre os escritórios com recursos abundantes e aqueles com recursos muito mais limitados. À primeira vista, isso parece ser uma forma de democratização. Mas será que a IA realmente nivelou o campo de atuação, ou simplesmente elevou as expectativas de todos?

IA para visualização arquitetônica: menos barreiras, mais competitividade

Essa mudança traz um novo tipo de pressão. Em vez de equalizar as oportunidades, a IA pode estar elevando o padrão mínimo da produção visual em todo o setor de design. Estúdios que antes contavam com desenhos bem elaborados ou diagramas claros podem agora se sentir obrigados a produzir um fluxo constante de imagens refinadas apenas para se manterem competitivos. O que antes era um diferencial corre o risco de se tornar uma expectativa.

Como afirma Saina Abdollahzadeh, arquiteta-chefe do Studio Tim Fu: “Isso reduz a barreira de entrada para escritórios menores, ao mesmo tempo em que eleva o padrão mínimo de expectativa em todo o setor.”

À medida que as expectativas aumentam, elas também estão remodelando a forma como o trabalho é avaliado. Os clientes estão se acostumando a imagens de alta qualidade, e essa familiaridade está redefinindo o que é considerado bom ou aceitável. Ao mesmo tempo, surgem preocupações sobre como recursos visuais altamente refinados podem influenciar a tomada de decisões.

Como a IA pode agilizar o projeto arquitetônico?

As renderizações geradas por IA podem fazer com que ideias em estágio inicial pareçam mais bem definidas do que realmente são. Por meio da iluminação, do cenário e dos efeitos atmosféricos, elementos ainda não definidos podem ser ocultados, mascarando problemas de escala, viabilidade de construção ou qualidade espacial. As propostas podem, portanto, parecer convincentes muito antes de terem sido totalmente desenvolvidas.

No entanto, como observa Adelana, “as imagens geradas por IA não podem substituir o rigor intelectual. A viabilidade de construção e a exequibilidade devem continuar sendo a base de todo projeto”.

As coisas ainda precisam se sustentar, tanto conceitualmente quanto estruturalmente.

A visualização por IA também está mudando o momento em que as imagens são incorporadas ao processo de design. Tradicionalmente, as renderizações de alta fidelidade eram produzidas em uma fase posterior do projeto, somente depois que todas as decisões importantes sobre altura, forma e materiais já tivessem sido tomadas. Agora, as ferramentas de IA estão sendo utilizadas muito mais cedo.

“A visualização sempre foi uma ferramenta para representar pensamentos e ideias”, afirma Abdollahzadeh. “Hoje, ela está se tornando menos uma questão de representação final e mais uma forma de moldar a percepção desde o início.”

IA para arquitetura: mais velocidade na experimentação visual

Essa mudança acelerou significativamente o ritmo da experimentação. Enquanto antes os designers refinavam as ideias gradualmente, a IA agora lhes permite gerar, testar e descartar opções em rápida sucessão. Os arquitetos podem testar opções de volumetria, padrões de fachada e paletas de materiais quase que instantaneamente. Ideias que antes levavam dias para serem visualizadas agora podem ser exploradas em minutos. A Adelana considera essa aceleração uma das contribuições mais significativas da IA.

Ela explica: “As ferramentas de visualização baseadas em IA oferecem rapidez e eficiência. Quando utilizadas com o objetivo de selecionar e organizar, elas ajudam a dar vida ao que está na sua cabeça muito mais rapidamente.”

As ferramentas podem ser mais rápidas, e o campo de atuação pode de fato estar mais equilibrado, mas a verdadeira vantagem continua sendo a mesma de sempre: a clareza da ideia por trás da imagem.

Como diz Adelana: “Em meio a tantas imagens bonitas, o desafio é saber como se destacar. Como você pode diferenciar seu consultório de maneira inteligente, utilizando as ferramentas à sua disposição?”

Tecnologia de design: Transformando o comum em excepcional

Quando todos conseguem produzir imagens sofisticadas, o que mais importa é a capacidade de transmitir uma ideia clara, uma atmosfera e um ponto de vista por meio dessas imagens. O desafio não é apenas usar essas ferramentas, mas usá-las com intenção. Parte dessa mudança reside em uma habilidade que tradicionalmente não é associada à prática visual: a escrita.

“O desafio para nós, como designers, será aprimorar nossa habilidade de redigir prompts e aprender a expressar nosso pensamento e nossa linguagem de design por meio das palavras”, afirma Adelana.

Quanto mais clara for a instrução, melhor será o resultado.

Abdollahzadeh reforça essa ideia. “As imagens mais memoráveis serão aquelas que transmitirem uma intenção arquitetônica clara, uma atmosfera e um ponto de vista”, afirma ela. “Agora é ainda mais importante que os arquitetos avaliem qual nível de representação é adequado em cada etapa e que comuniquem isso de forma clara e responsável.”

Embora a visualização por IA esteja nivelando o campo de atuação entre estúdios de design menores e maiores, o que importa não é mais a qualidade da imagem, mas a intencionalidade com que ela é utilizada. Nesse contexto, o valor de um recurso visual não diminuiu; pelo contrário, intensificou-se. Não por causa de sua qualidade, mas por causa de sua capacidade de transmitir intenção, narrativa e clareza. A questão não é mais quem consegue produzir a imagem mais realista, mas quem consegue comunicar algo significativo por meio dela, e fazê-lo com precisão, responsabilidade e propósito.

Melhore seu fluxo de trabalho com a tecnologia de design integrada à IA do SketchUp! Fale com a totalcad e conheça as condições exclusivas.


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Como desenhar uma planta baixa no ZWCAD, passo a passo

Aprenda a criar plantas baixas profissionais com o ZWCAD. Além disso, explore os tipos de plantas baixas, as técnicas de desenho CAD, os erros mais comuns e tutoriais passo a passo para desenvolver projetos com mais precisão.

Antes de construir uma nova casa, reformar um imóvel existente ou planejar uma reforma, criar uma planta baixa clara e precisa é uma das etapas mais importantes. Afinal, uma planta baixa bem projetada ajuda a organizar os espaços internos, definir as dimensões dos cômodos e visualizar como as diferentes áreas se conectam antes do início da construção.

Atualmente, proprietários, arquitetos, designers e empreiteiros podem criar plantas baixas utilizando uma ampla variedade de ferramentas. Por exemplo, é possível escolher desde criadores de plantas baixas on-line até softwares profissionais de CAD, que oferecem maior precisão e flexibilidade.

Neste guia, explicaremos os diferentes tipos de plantas baixas, as formas mais comuns de criá-las e as principais considerações para elaborar desenhos arquitetônicos precisos. Além disso, você descobrirá boas práticas que ajudam a desenvolver projetos mais claros, organizados e eficientes.

O que é uma planta baixa?

Uma planta baixa é um desenho bidimensional em escala que representa a disposição de um edifício residencial a partir de uma vista de cima.

Normalmente, ela mostra:

  • Plantas das divisões
  • Localização das paredes
  • Portas e janelas
  • Escadas
  • Dimensões
  • Características arquitetônicas

As plantas baixas servem de base para projetos de design, construção, reforma e melhorias residenciais.

Elas permitem que proprietários, arquitetos, engenheiros e empreiteiros comuniquem ideias de projeto de forma mais eficaz, ao mesmo tempo em que identificam possíveis problemas nas plantas baixas antes do início da construção. Isso ajuda a reduzir alterações onerosas durante o processo de construção.

Além disso, dependendo do projeto, um conjunto completo de desenhos residenciais também pode incluir desenhos estruturais, plantas elétricas, esquemas hidráulicos, plantas de climatização e tabelas de acabamentos. Dessa forma, a planta baixa se torna um dos documentos mais importantes em qualquer projeto de residência.

House floor plan

Formas de criar plantas baixas

Hoje em dia, existem várias maneiras de criar plantas baixas. A melhor opção depende da complexidade do seu projeto, da precisão necessária e do seu nível de experiência em design.

Crie plantas baixas com software de CAD

O software CAD continua sendo o padrão do setor para a criação de plantas baixas precisas.

Com ele, arquitetos, designers e desenhistas podem traçar paredes, portas, janelas, escadas e outros componentes de edifícios com dimensões precisas. Além disso, o software permite realizar revisões rapidamente ao longo de todo o processo de projeto.

Entre os principais benefícios, destacam-se:

  • Desenho de precisão
  • Gerenciamento de camadas
  • Dimensionamento profissional
  • Revisões fáceis do projeto
  • Documentação pronta para construção

Por isso, para projetos de construção residencial nos Estados Unidos, no Reino Unido, em Cingapura, na Malásia e em outros mercados internacionais, os softwares de CAD continuam sendo a solução preferida para a elaboração de plantas baixas profissionais.

Use ferramentas online para criar plantas baixas

Para proprietários ou usuários que desejam criar plantas baixas simples, os criadores de plantas baixas on-line oferecem uma alternativa rápida e prática.

A maioria das ferramentas baseadas na web oferece:

  • Acesso por meio do navegador
  • Interfaces do tipo “arrastar e soltar”
  • Bibliotecas de móveis integradas
  • Criação rápida de plantas baixas de ambientes

Essas soluções funcionam bem para planejamento conceitual, ideias de design de interiores ou plantas baixas básicas de residências.

No entanto, em comparação com softwares profissionais de CAD, as ferramentas on-line geralmente oferecem menos opções de personalização, menor precisão no desenho e suporte limitado para a elaboração de plantas baixas.

Como desenhar uma planta baixa no ZWCAD

Além disso, entre as diversas ferramentas de CAD disponíveis, o ZWCAD se destaca como uma solução econômica e totalmente compatível, capaz de lidar com arquivos DWG nativos com facilidade, oferecendo todas as ferramentas essenciais de desenho 2D sem os custos recorrentes de assinatura.

Passo 1: Prepare seu desenho

Antes de começar a desenhar, configure corretamente sua área de trabalho no ZWCAD. Crie um novo desenho e use o comando UNITS para definir seu sistema de medidas preferido. Dessa forma, projetos residenciais geralmente utilizam milímetros ou metros, dependendo das normas locais do setor e dos requisitos do projeto. Antes de começar a desenhar, configure corretamente sua área de trabalho no ZWCAD. Crie um novo desenho e use o comando UNITS para definir seu sistema de medidas preferido. Além disso, projetos residenciais geralmente utilizam milímetros ou metros, dependendo das normas locais do setor e dos requisitos do projeto.

Antes de começar a desenhar, configure corretamente sua área de trabalho no ZWCAD. Crie um novo desenho e use o comando UNITS para definir seu sistema de medidas preferido. Além disso, projetos residenciais geralmente utilizam milímetros ou metros, dependendo das normas locais do setor e dos requisitos do projeto.

Também é recomendável organizar seu desenho usando camadas separadas para:

  • Paredes
  • Portas
  • Janelas
  • Móveis
  • Dimensões

O gerenciamento adequado das camadas facilita a edição, a revisão e a atualização dos desenhos ao longo de todo o ciclo de vida do projeto.

Use the UNITS command in ZWCAD

Alguns dos comandos essenciais do ZWCAD que você utilizará incluem:

  • Linha (L)
  • Polilinha (PL)
  • Deslocamento
  • Arco
  • Círculo
  • Recortar
  • Ajustar objeto (OSNAP)
  • Copiar
  • Colar
  • Apagar

Dominar essas ferramentas essenciais de desenho técnico ajudará você a criar plantas baixas precisas e com qualidade profissional de maneira mais eficiente.

Passo 2: Desenhe as paredes

O comando MLINE (Multi-Line) cria várias linhas paralelas como um único objeto. Por exemplo, ele é comumente usado para desenhar paredes internas e externas em plantas baixas arquitetônicas, permitindo que você defina a espessura da parede de uma só vez, em vez de desenhar cada linha separadamente.

1. Digite MLINE e pressione Enter.

2. A linha de comando exibe: Justificação (âncora do cursor: Topo/Zero/Fundo), Escala (largura total) e Estilo (predefinição de configuração da linha).

3. No prompt “Especifique o ponto inicial ou [Justificação/Escala/Estilo]:”, digite J, S ou ST para alterar a configuração correspondente antes de desenhar.

4. Clique em pontos para criar segmentos com várias linhas. Pressione Enter ou Esc para sair do comando.

Draw the walls with the MLINE command in ZWCAD

Etapa 3: Adicionar dimensões e anotações

A documentação adequada é essencial para a elaboração de uma planta baixa pronta para construção. Ao dimensionar a planta baixa, o ZWCAD oferece ferramentas profissionais de anotação, incluindo:

  • DIMLINEAR para as dimensões horizontais e verticais
  • DIMANGULAR para medições de ângulo
  • DIMRADIUS para as dimensões do raio
  • DIMDIAMETER para as dimensões do diâmetro

Use the DIMLINEAR command in ZWCAD

Use TEXT ou MTEXT para nomear cômodos, identificar espaços e adicionar notas importantes de projeto em toda a planta baixa.

Use TEXT or MTEXT command in ZWCAD

Você também pode inserir blocos CAD comumente usados, tais como:

  • Setas de norte
  • Símbolos de elevação
  • Símbolos arquitetônicos padrão
  • Blocos de mobiliário

Insert CAD blocks in ZWCAD

Esses elementos melhoram a legibilidade dos desenhos e ajudam a padronizar a documentação do projeto. Para anotações de construção ou detalhes específicos do projeto, use o comando “Leader” para criar legendas que indiquem claramente componentes específicos.

Dimensões precisas são fundamentais para que empreiteiros, engenheiros e construtores interpretem corretamente o projeto e garantam que ele seja executado conforme o planejado.

Etapa 4: Revisar e exportar a planta baixa

Antes de finalizar seu projeto, faça uma revisão minuciosa da planta baixa. Primeiramente, confirme se todas as dimensões estão corretas e se a escala foi aplicada corretamente. Em seguida, verifique se paredes, portas e janelas estão devidamente alinhadas. Além disso, confira se as camadas estão organizadas de forma adequada. Por fim, certifique-se de que não há erros de desenho nem objetos duplicados antes de concluir o projeto.

Depois de revisar o plano, exporte-o no formato que melhor se adapte ao seu fluxo de trabalho.

Os formatos mais utilizados incluem:

  • PDF – Ideal para impressão, apresentações para clientes e compartilhamento de desenhos com empreiteiros ou partes interessadas.
  • DWG – O formato padrão para edição contínua no ZWCAD e em outros softwares de CAD compatíveis com DWG.
  • DXF – O formato CAD de intercâmbio aberto, projetado para oferecer ampla compatibilidade, permitindo a importação fácil de dados para softwares de BIM, topografia e outros softwares especializados, além do ambiente CAD nativo.

A escolha do formato de arquivo adequado melhora a colaboração e garante que suas plantas baixas permaneçam acessíveis em diferentes fluxos de trabalho de projeto e construção.

Review and export the floor plan in ZWCAD

Erros comuns na elaboração de plantas baixas

Mesmo ao usar um software CAD profissional como o ZWCAD, é fácil cometer erros de desenho que podem afetar a precisão das suas plantas baixas ou causar problemas dispendiosos durante a construção. Por isso, aqui estão alguns dos erros mais comuns.

Utilização de unidades com planta baixa incorreta

Um dos erros mais comuns é iniciar uma planta baixa sem verificar as configurações da unidade de medida.

Por exemplo, criar um projeto em metros quando ele deveria ser desenhado em milímetros pode resultar em dimensões incorretas e exigir um trabalho adicional significativo posteriormente.

Ignorando a espessura da parede

Alguns usuários se concentram apenas nas plantas baixas dos cômodos e não levam em conta a espessura real das paredes. Como resultado, a área útil indicada na planta pode diferir da do edifício concluído, levando a um planejamento de espaço impreciso.

Não usar o recurso de encaixe em objetos (OSNAP)

O Object Snap ajuda a conectar linhas e elementos de construção com precisão. Sem o OSNAP ativado, podem ocorrer pequenas folgas ou desalinhamentos entre paredes, portas e janelas. Como resultado, a qualidade e a precisão gerais da planta baixa são reduzidas.

Esquecer de adicionar dimensões

Uma planta baixa pode parecer visualmente correta, mas, sem dimensões, empreiteiros e construtores não conseguem interpretar o projeto com precisão.

Incluir medidas claras facilita a análise da planta baixa e garante que o projeto seja executado de acordo com as especificações pretendidas.

Instalar portas e janelas sem verificar suas dimensões

A instalação de portas e janelas sem verificar o espaço disponível pode causar problemas de circulação, incompatibilidade com móveis ou problemas de espaço livre. Por isso, sempre verifique se as aberturas têm as dimensões e o posicionamento adequados antes de finalizar a planta baixa.

Pular a revisão final do desenho

Antes de imprimir ou exportar sua planta baixa, reserve um tempo para verificar:

  • Dimensões da planta baixa
  • Escala da planta baixa
  • Alinhamento de paredes e objetos
  • Organização das camadas
  • Elementos ausentes ou duplicados

Uma verificação final de qualidade pode evitar correções dispendiosas durante a construção e melhorar a qualidade geral da documentação do seu projeto.

Perguntas frequentes sobre plantas baixas

O que deve constar em uma planta baixa?

Uma planta baixa completa geralmente inclui as plantas das divisões, a localização das paredes, portas e janelas, dimensões e símbolos arquitetônicos. Dependendo do projeto, ela também pode incluir a disposição do mobiliário, desenhos estruturais, plantas elétricas, sistemas hidráulicos, esquemas de climatização e outros detalhes de construção.

Posso criar uma planta baixa de uma casa sem ter experiência prévia?

Sim, muitos criadores online de plantas baixas e aplicativos de CAD voltados para iniciantes permitem que os usuários criem plantas baixas simples com pouca experiência. No entanto, se você precisar de desenhos de construção profissionais ou de documentação pronta para licenciamento, é altamente recomendável aprender os fundamentos do desenho técnico em CAD e da elaboração de plantas baixas.

Qual é a escala mais comumente usada para plantas baixas?

A escala adequada para uma planta baixa depende do tamanho do projeto e do nível de detalhamento exigido. Por exemplo, para a maioria das residências, as escalas mais comuns são 1:50, ideal para plantas baixas residenciais detalhadas, e 1:100, comumente utilizada para plantas baixas gerais e layouts gerais. Dessa forma, essas escalas oferecem um bom equilíbrio entre legibilidade e precisão da planta baixa.

Como posso modificar a planta baixa de uma casa já existente?

Se você tiver o arquivo DWG original, poderá editá-lo diretamente usando o ZWCAD ou qualquer outro software de CAD compatível com DWG. Nesse caso, as modificações mais comuns incluem ajustar as dimensões dos cômodos, mover paredes, reposicionar portas e janelas e atualizar o layout interno. Dessa forma, você faz alterações no projeto de forma eficiente, sem precisar recriar a planta baixa do zero.

Conclusão

Uma planta baixa bem projetada é essencial para otimizar o espaço, melhorar a precisão do projeto e minimizar erros de construção. Seja ao projetar uma nova casa, planejar uma reforma ou remodelar um imóvel já existente, plantas baixas precisas ajudam arquitetos, designers, empreiteiros e proprietários a tomar decisões bem fundamentadas em todas as etapas do projeto. Além disso, com o ZWCAD, você pode criar plantas baixas precisas, revisar rapidamente seus projetos e gerar a documentação técnica necessária para projetos de construção residencial.



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Renderização com IA para SketchUp: conheça o Movebo

Durante muito tempo, criar uma apresentação de alto impacto significava investir horas ajustando materiais, iluminação, enquadramentos e configurações de render. Antes mesmo de avaliar se uma ideia realmente funcionava, era preciso esperar o resultado ficar pronto.

Mas esse cenário começou a mudar.

A Inteligência Artificial trouxe uma nova forma de explorar projetos, permitindo testar conceitos, materiais e estilos visuais em questão de minutos. Agora você valida ideias, materiais e estilos quase instantaneamente, acelerando decisões e tornando o processo criativo muito mais dinâmico.

Para quem trabalha diariamente com SketchUp, essa mudança representa muito mais do que um ganho de produtividade. Além disso, ela oferece liberdade para experimentar diferentes soluções sem comprometer o cronograma do projeto ou limitar a criatividade durante as apresentações.

É justamente nesse contexto que a TotalCad apresenta oficialmente o Movebo, a nova IA para SketchUp desenvolvida para transformar modelos 3D em apresentações de alto impacto com rapidez, qualidade e muito mais controle sobre o resultado final.

Diferente das ferramentas de IA genéricas, o Movebo atende ao fluxo de trabalho de arquitetos, designers de interiores e demais profissionais que utilizam o SketchUp como principal plataforma de desenvolvimento. Além disso, em vez de gerar imagens sem relação com o projeto original, ela preserva ao máximo a estrutura do modelo, permitindo explorar novas possibilidades sem perder a essência do projeto.

Por que a IA para SketchUp está mudando a forma de apresentar projetos?

Quem utiliza SketchUp sabe que um bom modelo nem sempre é suficiente para transmitir todo o potencial de uma ideia. Em muitos casos, a aprovação de um projeto depende da forma como ele é apresentado ao cliente.

É justamente nessa etapa que surgem alguns dos maiores desafios do fluxo de trabalho tradicional. Cada nova sugestão de material, alteração de iluminação ou mudança de atmosfera costuma exigir uma nova renderização. Quando essas revisões se acumulam, o processo fica mais demorado, reduz a produtividade e pode atrasar a tomada de decisão.

Com uma IA para SketchUp, esse cenário muda completamente.

Em vez de esperar longos períodos para visualizar uma ideia, você consegue experimentar diferentes estilos, materiais e conceitos em poucos minutos. Dessa forma, o tempo deixa de ser um obstáculo para a criatividade e passa a trabalhar a favor do projeto.

Mais do que acelerar apresentações, essa nova abordagem permite validar ideias desde as primeiras etapas do desenvolvimento. O resultado é um fluxo de trabalho muito mais ágil, colaborativo e preparado para atender às expectativas de clientes que desejam visualizar o projeto antes mesmo da renderização final.

O que é o Movebo?

O Movebo é uma IA para SketchUp desenvolvida pela TotalCad para transformar modelos 3D em apresentações visuais de alta qualidade de forma rápida, intuitiva e integrada ao fluxo de trabalho do profissional.

Em vez de exportar arquivos, utilizar diferentes plataformas ou reconstruir cenas em outras ferramentas, o Movebo trabalha diretamente sobre o modelo criado no SketchUp. Isso permite explorar novas ideias sem interromper o processo criativo e reduz significativamente o tempo entre a modelagem e a apresentação do projeto.

Mais do que gerar imagens, o Movebo foi desenvolvida para ajudar arquitetos e designers a validar conceitos com muito mais agilidade. Afinal, uma boa apresentação não serve apenas para impressionar clientes. Ela também facilita a tomada de decisões durante o desenvolvimento do projeto.

Esse conceito é resumido em uma frase que representa a proposta da ferramenta:

Não renderize para pensar. Pense para renderizar.

Em vez de investir tempo produzindo uma única renderização para só então avaliar o resultado, a Inteligência Artificial permite experimentar diferentes possibilidades primeiro. Depois que a melhor solução é encontrada, o fluxo de trabalho segue com muito mais segurança e confiança.

Preservar o projeto também faz parte da Inteligência Artificial

Uma das maiores preocupações de quem utiliza ferramentas de IA é perder o controle sobre o projeto.

Em plataformas genéricas, é comum que a imagem gerada modifique proporções, altere elementos arquitetônicos ou descaracterize completamente a ideia original. Embora o resultado possa ser visualmente interessante, muitas vezes ele deixa de representar o modelo desenvolvido pelo profissional.

O Movebo evita esse problema ao preservar ao máximo a geometria e a estrutura do modelo desenvolvido no SketchUp, mantendo a composição do projeto como referência durante a geração das imagens.

Na prática, isso significa que você continua sendo o autor do projeto. Em outras palavras, a Inteligência Artificial atua como uma ferramenta para enriquecer a apresentação, explorar diferentes linguagens visuais e acelerar a validação de ideias, sem comprometer aquilo que realmente importa: o conceito desenvolvido por você.

Além disso, esse diferencial permite testar materiais, iluminação, atmosferas e estilos com muito mais liberdade, mantendo a essência do projeto e transformando cada nova versão em uma evolução do trabalho, e não em uma interpretação completamente diferente da IA.

Mais velocidade para criar, testar e apresentar

Todo projeto passa por ajustes.

Um cliente pede uma nova paleta de materiais. Outro prefere um ambiente mais iluminado. Em alguns casos, basta uma mudança de estilo para que a proposta seja aprovada.

No fluxo tradicional, cada alteração pode representar uma nova etapa de renderização. Já com o Movebo, você explora essas possibilidades em poucos minutos. Assim, ganha liberdade para experimentar diferentes alternativas, comparar resultados com rapidez e tomar decisões com muito mais confiança. Como resultado, o benefício vai além da economia de tempo: você desenvolve um processo criativo mais livre, explorando novas ideias sem o receio de aumentar horas de produção.

Em vez de limitar possibilidades, a Inteligência Artificial amplia o potencial criativo do projeto.

IA para SketchUp: um novo capítulo na apresentação de projetos

A Inteligência Artificial deixou de ser uma tendência para se tornar uma ferramenta estratégica dentro da arquitetura e do design. Hoje, mais do que acelerar tarefas, ela permite que profissionais explorem ideias com mais liberdade, validem conceitos rapidamente e apresentem projetos de forma muito mais convincente.

Nesse cenário, contar com uma IA para SketchUp desenvolvida especificamente para esse fluxo de trabalho faz toda a diferença. Afinal, cada etapa do projeto influencia diretamente a forma como uma ideia é apresentada e compreendida pelo cliente.

É justamente com esse propósito que o Movebo integra a Inteligência Artificial ao dia a dia de quem já utiliza o SketchUp, preservando a essência do projeto, reduzindo o tempo entre a modelagem e a apresentação e tornando cada etapa do processo criativo mais eficiente.

Além disso, mais do que gerar imagens impressionantes, a ferramenta ajuda arquitetos, designers de interiores e demais profissionais da área a comunicar suas ideias com mais clareza e segurança, transformando apresentações em experiências capazes de transmitir todo o potencial de um projeto.

Conheça oficialmente o Movebo com a TotalCad

Como distribuidora oficial, a TotalCad apresenta o Movebo ao mercado brasileiro oferecendo muito mais do que acesso à tecnologia. Além da solução, você conta com uma equipe preparada para acompanhar sua implantação e esclarecer dúvidas durante todo o processo.

Por isso, nossos especialistas ajudam você a escolher a melhor opção, entender o funcionamento da plataforma e incorporar a Inteligência Artificial ao seu fluxo de trabalho de forma prática e eficiente.

Se você já utiliza o SketchUp e deseja criar apresentações mais impactantes, reduzir o tempo de produção e explorar novas possibilidades criativas, este é o momento ideal para conhecer o Movebo.

Descubra como o Movebo pode transformar o seu fluxo de trabalho

Clique no banner abaixo para falar com um especialista da TotalCad e veja como a IA para SketchUp pode acelerar seu processo criativo e elevar a qualidade das suas apresentações.



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Como a IA ajuda pequenos estúdios de arquitetura a conquistar mais clientes

Pequenos estúdios de arquitetura muitas vezes enfrentam dificuldades para competir com empresas maiores, que contam com mais recursos, orçamentos mais elevados e maior capacidade de entrega. A arquiteta e co-fundadora do estúdio, Marija Ivanova Peceva, explica como a IA pode servir como um poderoso equalizador, permitindo que as equipes entreguem resultados rápidos e de alta qualidade sem sobrecarregar sua força de trabalho limitada.

Principais conclusões:
  • Nivelar o campo de jogo: A IA fortalece a posição competitiva de um pequeno estúdio, permitindo que equipes menores produzam resultados rápidos e de alta qualidade que, anteriormente, exigiam os recursos de empresas maiores.
  • Melhorando a experiência do cliente: Os arquitetos podem usar a IA para comunicar ideias com mais clareza e responder mais rapidamente, reforçando a confiança dos clientes e aumentando as chances do escritório de conquistar projetos futuros.
  • Não substituir a especialização:A IA agrega maior valor quando utilizada como ferramenta colaborativa para automatizar tarefas, mantendo os elementos insubstituíveis da criatividade humana, do julgamento profissional e da compreensão profunda do cliente no centro do processo de design.

Pequenos escritórios de arquitetura enfrentam muitos desafios ao tentarem se estabelecer no mundo dos negócios. Frequentemente, eles competem com empresas maiores, que contam com equipes mais numerosas, orçamentos mais elevados e prazos de entrega mais curtos. Nesse cenário, a IA para pequenos estúdios de arquitetura surge como uma aliada para ampliar a competitividade e permitir que equipes menores entreguem resultados com mais eficiência. No mundo atual, o tempo é fundamental; os clientes esperam respostas rápidas e uma variedade de ideias. Um alto nível de atendimento é imprescindível para quem busca o sucesso.

Sabendo disso, pode parecer desanimador abrir um negócio nessa área, pois, se você planeja administrar um pequeno estúdio com um número limitado de colaboradores, as chances podem não estar a seu favor. Como proprietário de um pequeno estúdio, sei em primeira mão o quanto essa experiência pode ser opressora e frustrante.

No entanto, não é impossível ter sucesso. Em vez de prolongar nossas jornadas de trabalho e nos esgotarmos até chegar ao esgotamento, talvez seja hora de começarmos a pensar e trabalhar de forma mais inteligente, como usar a IA como uma ferramenta para nos ajudar a preencher as lacunas.

3D rendering of a modern living and dining interior, showing a new wooden shelving unit added to a structural column.

Como a IA ajuda a conquistar o projeto na fase de apresentação

Muitos arquitetos concordariam que a fase de apresentação é uma das mais importantes do nosso trabalho. No início, o fundamental é conquistar a confiança e, muitas vezes, a primeira apresentação pode determinar se o projeto será conquistado ou perdido. É justamente nessa etapa que a IA para pequenos estúdios de arquitetura pode contribuir para apresentações mais rápidas, claras e competitivas.

O lado positivo é que podemos usar a IA para repensar nossa aparência visual. Ela pode se tornar uma assistente virtual capaz de nos dar uma visão direta sobre quais aspectos da nossa abordagem devemos aprimorar para aumentar nossa taxa de sucesso em um determinado projeto.

O tempo e a velocidade são importantes

É fácil se perder nas etapas iniciais de um projeto, pois há tantas coisas que podem parecer avassaladoras. Mas os pequenos estúdios não têm o luxo de passar dias pensando exclusivamente em ideias conceituais. Há também moodboards, listas de materiais, orçamentos e muitas outras coisas que aguardam sua vez de serem concluídas antes do prazo final.

A IA pode ajudar a atender às necessidades específicas do cliente e a estruturar nossa proposta da melhor maneira possível. Tudo isso enquanto reduz o tempo gasto com tarefas repetitivas. Além disso, nos deixa mais tempo para nos concentrarmos na ideia central do projeto.

Geração rápida de ideias conceituais

Os pequenos estúdios têm poucos funcionários e, em termos de tempo, contar com uma equipe maior nas fases de brainstorming de um projeto é muito importante. Então, como os pequenos estúdios podem usar a IA para economizar mais tempo?

A IA para pequenos estúdios de arquitetura pode ajudar os arquitetos a explorar mais ideias conceituais. Em primeiro lugar, ela pode nos fornecer as referências certas que podem nos inspirar a levar o projeto para uma nova direção. Uma nova abordagem, um layout diferente, um estilo de design não convencional; algo que talvez nunca tivesse passado pela nossa cabeça antes de a IA mencionar.

E o mais importante: isso não compromete a criatividade; a IA pode aprimorar o processo de brainstorming. Além disso, um desenvolvimento mais rápido de conceitos geralmente significa uma resposta mais rápida do cliente. Quando os clientes recebem ideias mais cedo, sentem que seu projeto está avançando.

An early-stage 3D visualization of a modern interior, showing a living and dining area with minimalist styling.

Uma renderização 3D fotorrealista de uma sala de jantar e sala de estar modernas, com tons quentes de madeira e móveis contemporâneos.
Geração de conceitos com IA Cortesia do Studio Razmer

Uma narrativa visual mais eficaz, graças a uma variedade de opções de apresentação

Na arquitetura, e especialmente no design de interiores, é fundamental ter uma identidade visual forte. As pessoas processam informações visuais instintivamente; por isso, precisamos refletir cuidadosamente sobre como apresentamos nosso projeto aos clientes.

A simplicidade é fundamental para conquistar uma proposta, e a IA pode traduzir nossas ideias em uma linguagem mais compreensível. Podemos ter várias versões da nossa ideia em questão de minutos, sem perder a essência do conceito inicial. Quando se trata de um pequeno estúdio liderado por uma ou duas pessoas, isso é sempre muito bem-vindo, pois causa uma impressão muito forte.

Como a IA melhora a comunicação entre designers e clientes

Recentemente, tive uma experiência muito intrigante no meu estúdio, que administro com meu marido, que também é arquiteto. Embora não tivéssemos certeza de como nos sentiríamos a respeito disso no início, tenho que admitir que isso me deu uma nova perspectiva sobre como desejo incorporar a IA em nossos trabalhos futuros.

Depois de enviarmos a proposta para um projeto de design de interiores, os clientes não sabiam exatamente como explicar as alterações que queriam propor para nossa próxima reunião, então decidiram submeter as renderizações preliminares à IA.

Ainda assim, essas imagens geradas por IA não ficaram perfeitas porque algumas das instruções não foram inseridas corretamente. Mas os resultados que obtivemos mereceram uma discussão. Eles foram um excelente ponto de partida para nos prepararmos para a próxima reunião, e acabamos não gastando muitas horas ou dias em algo que nossos clientes poderiam não gostar no final das contas.

Minha primeira reação foi de choque, mas me ocorreu uma ideia: em vez de depender da IA para a parte visual, poderíamos usá-la como uma ferramenta de comunicação.

Comunicação visual aprimorada

Alguns clientes ficam confusos quando passamos a usar um modelo 3D, pois se sentem perdidos, têm medo de não conseguir descrever exatamente o que precisam ou não conseguem encontrar as referências certas no Pinterest para nos mostrar o que preferem.

Por outro lado, alguns clientes têm dificuldade em entender desenhos técnicos e plantas, e temos que admitir que isso pode ser um pouco confuso para quem não está muito familiarizado com essa área.

As imagens geradas por IA podem ser um bom ponto de partida. Nós as vemos como o novo moodboard, pois temos a oportunidade de ver e sentir o espaço pelos olhos do cliente, e isso não tem preço para nós.

Promovendo o envolvimento do cliente

A IA pode ajudar pequenos estúdios a manter seus clientes engajados, não apenas personalizando o projeto, mas também tornando a comunicação mais interativa e oportuna, com um fluxo natural que não pareça forçado.

Criar resumos fáceis e compreensíveis, uma seção de perguntas frequentes, resumos das discussões durante a reunião e sugestões para os próximos passos — todos esses detalhes criam um ambiente diferenciado e levam a uma experiência centrada no cliente, na qual ele se sente visto e ouvido.

A comunicação é essencial para construir confiança, e a confiança muitas vezes leva a transformar um projeto pontual em uma colaboração de longo prazo. Manter os clientes envolvidos e informados promove a transparência, o que ajuda os pequenos estúdios de arquitetura a demonstrar profissionalismo. Isso pode ser um fator-chave na construção de relacionamentos duradouros.

An architect in a design meeting, pointing to a 3D architectural visualization of a building on a large monitor.

Usando a IA para trabalhar de forma mais inteligente, e não mais árdua

Para muitos pequenos escritórios de arquitetura, o tempo é um recurso valioso. Com equipe limitada e uma quantidade considerável de responsabilidades, as equipes frequentemente precisam conciliar, ao mesmo tempo, o trabalho de projeto, a gestão de projetos, o marketing, a administração e a comunicação com os clientes.

A IA pode ajudar a reduzir essa carga de trabalho ao automatizar algumas das tarefas repetitivas. Quando temos alguém para lidar com tarefas redundantes ou demoradas, isso nos permite focar em atividades que exigem criatividade e conhecimento especializado.

Automatização de tarefas repetitivas

Existem muitas tarefas demoradas que os arquitetos precisam realizar diariamente. Por exemplo, se utilizarmos a IA para automatizar atividades rotineiras, como formatação e revisão de documentos, organização de anotações, elaboração de listas de móveis, listas de materiais e resumos, poderemos reduzir o trabalho manual e nos concentrar na nossa parte favorita: projetar espaços.

Criação de presença online e marketing

Uma coisa de que os pequenos estúdios precisam é de marketing. Não estou falando de postagens esporádicas nas redes sociais ou de atualizar o site a cada dois meses. Refiro-me a uma presença consistente e a um engajamento capazes de fortalecer a marca e torná-la visível para clientes em potencial. Além disso, a IA para pequenos estúdios de arquitetura também pode apoiar a produção de conteúdo e fortalecer a presença digital do escritório.

Para começar, a IA pode gerar ideias infinitas para o nosso conteúdo nas redes sociais. Ela pode facilitar a manutenção do hábito de postar e de estar presente no mundo online. Assim que nos acostumarmos com essa sensação, a IA pode facilmente se transformar em um assistente capaz de ajudar no brainstorming de ideias para campanhas ou na elaboração de uma lista de temas em alta que possamos usar para escrever posts de blog ou boletins informativos.

Os arquitetos têm um olho muito apurado para o design, e essa habilidade é importante para construir uma voz autêntica. Em vez de depender de imagens geradas por IA para as redes sociais, é sempre melhor tratá-la como um meio que pode ajudar a explorar conceitos e gerar inspiração criativa.

Um grid do Instagram de um estúdio de design com publicações sobre as tendências de cores para 2026, dicas de design de interiores e um painel de materiais.
Visão geral do conteúdo do Studio Razmer nas redes sociais.

Dedicar mais tempo ao design e ao relacionamento com os clientes

Às vezes, atividades rotineiras e inevitáveis nos sobrecarregam mentalmente. Além disso, a sensação de que o tempo está se esgotando pode desviar nossa atenção do processo de design. Quando algumas tarefas rotineiras são delegadas à IA, essa mudança pode ter um impacto positivo.

Como resultado, isso nos dá mais tempo para conversas importantes e nos permite focar melhor no aprimoramento de outros detalhes do projeto. Além disso, esses elementos podem influenciar a decisão de um cliente de voltar a trabalhar com um estúdio ou recomendá-lo a outras pessoas.

Conclusão

É importante entender que a IA não pode substituir o toque do designer, e não há motivo para nos sentirmos ameaçados por ela. O medo é o assassino da mente; ele destrói a criatividade. Portanto, devemos fazer a pergunta certa: como usar essa ferramenta para elevar o nível do nosso negócio e melhorar nosso fluxo de trabalho?

Para pequenos estúdios de arquitetura e design, a IA não é apenas uma tendência tecnológica; está se tornando uma vantagem competitiva. Dentro desse contexto, a IA para pequenos estúdios de arquitetura aumenta a produtividade, aprimora a comunicação com os clientes e torna o escritório mais competitivo. Além disso, posicioná-la como uma assistente fortalece a expertise humana e aumenta a eficiência, permitindo maior foco no trabalho estratégico e criativo.

Os pequenos estúdios que a adotarem de forma ponderada poderão entregar projetos mais rapidamente, aprimorar suas habilidades de comunicação e, por fim, se posicionar para conquistar mais projetos em um mercado cada vez mais competitivo.



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5 aplicações do Veras para arquitetos e designers

O Veras foi desenvolvido para se adequar à forma como arquitetos e designers realmente trabalham. Seja para explorar conceitos iniciais, coordenar-se com sua equipe ou tentar imaginar como um espaço ficará, ele traz a visualização baseada em IA para todas as etapas do fluxo de trabalho de design.

1. Gerar dezenas de ideias em segundos

O Veras permite que você gere e explore dezenas de direções visuais em questão de minutos, transformando um conceito inicial ou um modelo existente em uma variedade de opções totalmente desenvolvidas antes mesmo de se dedicar uma única hora ao trabalho de produção. Seja enviando um esboço inicial, digitando uma instrução de texto para imagem ou usando predefinições para alterar o visual, ele permite que você desenvolva ideias sem limites.

A First Forty Feet, empresa de design multidisciplinar sediada em Oregon, utilizou o Veras em um projeto para a cidade de Vancouver, no estado de Washington, EUA, com o objetivo de redesenhar áreas-chave. O software desempenhou um papel central no processo de design, possibilitando a rápida concepção de ideias e permitindo que a equipe produzisse uma grande quantidade de imagens para ter uma noção mais clara da direção a ser seguida.

Embora nem todas as imagens geradas fossem adequadas, a velocidade e a variedade ajudaram a equipe a explorar rapidamente e a desenvolver ideias com confiança. “É uma espécie de processo darwiniano”, diz o cofundador James Brackenhoff. “É possível gerar muito mais opções rapidamente e, em seguida, selecionar as melhores características e tentar incorporá-las a um design mais definitivo e concreto.”

Visualização da Veras AI de uma passarela pavimentada em uma praça, com um caminho de jardim ladeado por arbustos floridos.
Cortesia da First Forty Feet

2. Manter a equipe avançando no mesmo ritmo

Os ciclos de feedback no design podem frear o ritmo do trabalho. No entanto, o Veras mantém a conversa fluindo, facilitando a visualização das alterações em tempo real. Dessa forma, todos passam a visualizar a mesma imagem, que é atualizada tão rapidamente quanto a discussão avança. Assim, as equipes gastam menos tempo explicando o que querem dizer e, consequentemente, mais tempo tomando decisões.

Em um projeto para o Centro Médico de Mönchengladbach, o escritório de arquitetura alemão Sonnentag Architektur foi encarregado de elaborar projetos dentro de um prazo apertado. Ainda assim, a equipe conseguiu cumprir esse prazo graças ao Veras, que lhes permitiu realizar iterações com uma rapidez incrível. Como resultado, foi possível acelerar o processo de desenvolvimento sem comprometer a qualidade das entregas.

O Veras permitiu que o arquiteto Marco Iannelli visualizasse rapidamente uma variedade de opções de materiais, testando aqueles que atendiam aos requisitos de aconchego ecológico e qualidades terapêuticas. Depois que o Veras gerou um amplo conjunto de resultados iniciais, Marco e seu colega, o fundador Thomas Sonnentag, selecionaram algumas opções e utilizaram o Veras para fazer novos ajustes, repetindo o processo várias vezes com facilidade.

“Tivemos tantas variações em um ritmo tão acelerado que ficamos realmente muito empolgados pela primeira vez”, diz Marco. “Se eu pensar bem, produzimos 100 variações da mesma perspectiva em talvez um dia!”

Renderização da Veras AI de um edifício moderno de linhas angulares com revestimento dourado, degraus de entrada e acesso para veículos de emergência.
Cortesia da Sonnentag Architektur

3. Obter resultados melhores em uma fração do tempo

Produzir algo de qualidade costumava significar passar horas com a renderização, revisões repetidas e prazos apertados que deixavam pouco espaço para aperfeiçoamentos. O Veras muda essa equação, permitindo que arquitetos e designers entreguem imagens refinadas e prontas para apresentação mais rapidamente, sem comprometer os padrões que os clientes esperam.

A Bellway é uma das maiores construtoras do Reino Unido. A equipe produz renderizações para materiais de marketing, a fim de ajudar potenciais compradores a compreender melhor a aparência e o ambiente das casas concluídas. Após integrar o Veras ao seu fluxo de trabalho, a equipe percebeu uma redução no trabalho manual. Além disso, a visualização por IA ajudou a melhorar a qualidade dos resultados.

David Law, gerente de BIM do grupo, conta como, no passado, a criação de recursos visuais era um processo manual e demorado.

“Dedicamos bastante tempo à colocação de elementos paisagísticos, ao ajuste da iluminação, ao aprimoramento dos ângulos de câmera e ao refinamento repetido das cenas para criar imagens prontas para o marketing”, diz Law. “Antes do Veras, criar uma visualização final envolvia muito trabalho manual. O que antes levava cerca de três horas agora leva mais ou menos uma hora, e a qualidade final da CGI é duas vezes melhor. Estamos obtendo resultados melhores em uma fração do tempo.”

Renderização da Veras AI de casas suburbanas com painéis solares, estações de recarga para veículos elétricos e jardins frontais bem cuidados.
Cortesia da Bellway

4. Sinta plenamente o espaço antes de ele ser construído

Entender um projeto e vivenciá-lo são duas coisas diferentes. No entanto, o Veras ajuda a preencher essa lacuna, permitindo que você entre visualmente no espaço antes mesmo de uma única parede ser erguida. Dessa forma, é possível obter um nível de percepção espacial que, anteriormente, exigia semanas de renderização.

O diretor de produtos da Chaos, Bill Allen, utilizou o Veras para dar vida à reforma de sua cozinha. Para isso, recorreu a recursos como a Ferramenta de Esboço e a função Imagem para Vídeo. Assim, ele transformou uma elevação plana em 2D dos armários em uma visualização rica e animada do projeto. Como resultado, conseguiu ver sua nova cozinha tomar forma antes da execução.

“Embora os desenhos sejam conceituais, raramente ajudam os proprietários — ou mesmo os designers — a ter uma noção completa do espaço”, diz Bill. “A partir de uma orientação simples, o Veras interpretou o traçado e gerou uma elevação 2D totalmente colorida, acrescentando detalhes de materiais, profundidade e efeitos de iluminação. Em 15 segundos, o desenho passou de um documento técnico para algo que parecia uma visão inicial do projeto — clara o suficiente para que se pudesse reagir a ela, mas ainda flexível.”

Chaos Veras editing interface showing AI-generated kitchen island drawers matching dark cabinet hardware.

5. Veja o projeto em seu ambiente real

O Veras não se destina apenas a trabalhos comerciais. Proprietários de imóveis e designers residenciais também estão usando o programa para visualizar reformas, explorar opções de materiais e tomar decisões sem precisar imaginar o resultado final. Além disso, o que antes exigia um estúdio profissional de renderização agora está ao alcance de qualquer projeto, independentemente da sua escala.

Diante do desafio de organizar o quarto do bebê e com a data do parto se aproximando, Daniel Kat, desenvolvedor sênior de software da Chaos, transformou um pequeno armário. Para isso, utilizou o Veras para visualizar e testar materiais. Além disso, recorreu ao planejador online da IKEA para definir o layout e à impressão 3D para criar ferragens personalizadas.

“A ferramenta da IKEA tem suas limitações. Não dá para ver como as prateleiras ficariam cheias com suas coisas, nem é possível combinar exatamente a cor da pintura ou a iluminação do seu espaço”, diz Daniel. “Eu queria ver o projeto no meu espaço real, então importei uma foto do meu armário para o Veras e usei o recurso de imagem de referência, lançado na versão 4.0 do Veras, para anexar minha captura de tela do layout da IKEA basicamente como uma extensão visual da minha solicitação.”

Veras aplicou o layout das prateleiras quase exatamente à foto que já tinha. Isso também permitiu que Daniel acrescentasse elementos adicionais, como uma haste para cabides e suportes impressos em 3D, possibilitando que ele visualizasse seu projeto no ambiente real.

Antes, renderização do Veras AI, e depois, fotos de um pequeno armário reformado com prateleiras e espaço de armazenamento.
Cortesia de Daniel Kat

Experimente um fluxo de trabalho baseado em IA

Em um setor em que arquitetos e designers enfrentam pressão constante para serem criativos e agirem com rapidez, as ferramentas de visualização baseadas em IA estão transformando a forma como isso se dá na prática.

Desde o surgimento da primeira ideia até a apresentação final ao cliente, ferramentas como o Veras permitem que você trabalhe mais rápido, colabore melhor e entregue resultados que não eram possíveis há apenas alguns anos.

Pronto para ver o que o Veras pode fazer pelo seu fluxo de trabalho?



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ZWCAD: CAD profissional para inovadores

A ZWCAD apresenta seu novo posicionamento, “CAD profissional para inovadores”, destacando inovação prática, fluxos de trabalho integrados e soluções profissionais de CAD que ajudam a transformar ideias em realidade.

Um novo passo na evolução do ZWCAD

Todo projeto começa com uma ideia: um edifício, um produto, um processo ou simplesmente uma maneira melhor de resolver um problema. Mas as ideias por si só não criam valor. O que as transforma em realidade são as pessoas por trás delas.

Arquitetos, engenheiros, designers, fabricantes, planejadores e equipes de projeto trabalham todos os dias para transformar conceitos em resultados. Eles resolvem desafios complexos, colaboram entre disciplinas e cumprem suas metas mesmo sob a pressão real dos projetos. Para nós, esses profissionais são inovadores.

Esse entendimento levou a um passo importante na evolução do ZWCAD e é a razão pela qual estamos apresentando um novo posicionamento: CAD Profissional para Inovadores.

Por que o posicionamento mudou

O “CAD Profissional para Inovadores” é mais do que um novo posicionamento. Ele reflete como o ZWCAD cresceu, como nossos usuários trabalham e como nosso papel no CAD profissional continua a evoluir.

Ao longo dos anos, o ZWCAD evoluiu de uma solução CAD confiável e acessível para uma plataforma profissional na qual milhões de usuários em todo o mundo confiam. Ao mesmo tempo, as expectativas dos usuários mudaram. Os profissionais de CAD precisam de mais do que apenas ferramentas de desenho. Eles precisam de um software que se integre naturalmente aos seus fluxos de trabalho, tenha desempenho confiável sob pressão, ofereça suporte a formatos de arquivo padrão e, além disso, ajude as equipes a manterem a produtividade.

Essa mudança é o motivo pelo qual nosso posicionamento também precisava evoluir.

O que significa um CAD profissional para inovadores

A inovação em CAD nem sempre se resume a avanços revolucionários. Muitas vezes, ela se manifesta nas melhorias práticas que tornam o trabalho diário mais fácil, rápido e eficiente.

Um desenho concluído em menos tempo. Um fluxo de trabalho com menos etapas desnecessárias. Melhor reutilização dos dados de projeto existentes. Manuseio perfeito de arquivos DWG. Licenciamento flexível que se adapta às necessidades da empresa. Além disso, desempenho confiável quando os prazos são apertados.

Essas melhorias podem parecer pequenas individualmente. No entanto, juntas, elas têm um impacto significativo na produtividade, na eficiência e na experiência do usuário.

É isso que o CAD Profissional para Inovadores representa: inovação prática que apoia o trabalho real.

Por que isso é importante para os usuários

O ZWCAD tem como objetivo reduzir os obstáculos no trabalho diário com CAD. Isso pode significar comandos mais rápidos, fluxos de trabalho mais fluidos, maior compatibilidade, administração mais simples ou uma experiência de usuário mais intuitiva.

O objetivo não é aumentar a complexidade. Pelo contrário, o objetivo é ajudar os usuários a trabalhar com mais eficácia, a se concentrarem em seus projetos e a levarem adiante suas ideias com confiança. Além disso, o feedback de profissionais de todo o mundo nos ajuda a entender onde os fluxos de trabalho podem ser aprimorados e onde a inovação pode fazer a maior diferença.

Por que isso é importante para nós

Para a ZWSOFT, esse novo posicionamento representa um marco importante. Ele reflete nosso compromisso em desenvolver softwares com base nas necessidades reais dos usuários e em aprimorar continuamente a experiência profissional em CAD.

Além disso, está intimamente ligado à nossa missão mais ampla de promover a inovação sustentável. Por meio de nossos produtos, tecnologias, serviços e ecossistema de parceiros, nosso objetivo é ajudar os profissionais a trabalhar com mais eficiência, reduzir a complexidade desnecessária e, consequentemente, criar valor a longo prazo.

Perspectivas para o futuro

O “CAD Profissional para Inovadores” marca um passo importante na trajetória do ZWCAD. Ele reflete o quanto o produto evoluiu, os profissionais a quem atende e o futuro que estamos construindo juntos. Além disso, olhando para o futuro, continuaremos investindo nas áreas que mais importam: desempenho, compatibilidade, usabilidade, eficiência do fluxo de trabalho, suporte ao cliente e sucesso dos parceiros.

A inovação não se define apenas por grandes invenções. Ela também está presente nas melhorias diárias que ajudam os profissionais a trabalhar de forma mais inteligente, gerar melhores resultados e, assim, transformar ideias em realidade.

Esses profissionais são os inovadores para os quais criamos: as pessoas e equipes que aprimoram o trabalho real todos os dias.

É isso que o ZWCAD representa: um CAD Profissional para Inovadores, destacando inovação prática, fluxos de trabalho integrados e soluções CAD profissionais que ajudam a transformar ideias em realidade.



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Um fluxo de trabalho BIM de ciclo de vida reduziu o tempo de construção do Hotel Chengdu em 50%

Diga adeus a um fluxo de trabalho bagunçado. A equipe de design de interiores do Hotel Chengdu Dong’an Lake Kapok fez exatamente isso e aproveitou a verdadeira modelagem de informações de construção (BIM, Building Information Modeling) de ciclo de vida durante todo o processo de design e construção. Esse projeto foi construído na China, onde muitos de seus projetos semelhantes ainda são projetados tradicionalmente e remodelados com a BIM, comumente conhecido como “BIM falso”. Rompendo as expectativas de tempo preconcebidas, a equipe combinou a tecnologia Trimble (Trimble Robotic Total Stations) e o SketchUp para reduzir o tempo de construção em quase 50% – isso é refinar o processo BIM!

A equipe de projeto para o design de interiores foi composta pela proprietária do projeto, China Resources Land (CRL), pelo designer de interiores e consultor de BIM (1), Beijing Original Consociation Interior Design Co. Ltd. (OCD), além da equipe de construção. Trocando o antigo mantra de “você precisa projetar em 2D e depois remodelar com BIM”, a equipe de design, por outro lado, utilizou o SketchUp durante todo o projeto para criar modelos leves e, assim, se comunicar de forma intuitiva em 3D, o que resultou em economia de tempo e dinheiro.

(1) Designer de Projetos de Interiores e Consultor de BIM: Ao contrário dos designers de projetos de interiores tradicionais, que são responsáveis pelo desenvolvimento do projeto e pela documentação de construção, o Consultor de BIM entregou, neste projeto, um modelo BIM com nível de documentação de construção detalhado. Dessa forma, o empreiteiro geral pôde construir o projeto diretamente a partir do modelo BIM, sem necessidade de todos os desenhos 2D. Por fim, o empreiteiro geral apenas entregou desenhos as-built para requisitos legais no final da construção.

Renderização do campus da Universidade de Chengdu 

Um prazo apertado força uma abordagem de design criativo.

O Hotel Chengdu precisou ser construído a tempo para a abertura do Centro Esportivo da Universidade de Chengdu em 2021, restando apenas 17 meses para sua conclusão. Com um prazo de construção apertado, controle rigoroso de custos e requisitos de alta qualidade, a CRL sabia que precisava de um fluxo de trabalho de projeto extremamente rápido. Embora a CRL nunca tivesse feito um projeto hoteleiro com BIM de ciclo de vida, ela se voltou para esse novo processo. A BIM do ciclo de vida envolve todas as disciplinas e partes interessadas e trata-se do design 3D e o gerenciamento de um edifício desde o conceito até a demolição. A CRL pôde testar novos fluxos de trabalho neste projeto hoteleiro porque era liderado pelo proprietário e supervisionou todas as partes interessadas, desde o design até a construção.

O edifício final é de 61.000 m² (656.600 pés quadrados), incluindo três torres, um pódio, um salão de banquetes, 351 quartos de hotel e um porão. Em dezembro de 2019, a fundação de concreto foi derramada; em maio de 2021, este projeto colossal foi concluído, com um tempo total de construção de 17 meses. Em comparação, 32 meses é normalmente o tempo que leva para projetar e construir um hotel, o que significa que este projeto encurtou o ciclo de construção em quase 50%. O fechamento foi de 7 a 8 meses, em comparação com 12 meses para projetos hoteleiros de escala semelhante, reduzindo o tempo de fechamento em 42%.

Renderização do projeto do Hotel Chengdu

Foto do restaurante as-built

Foto do bar na cobertura as-built

 

Cinco dicas para um processo de BIM de ciclo de vida bem-sucedido:

1. Use um modelo 3D do início ao fim e além!

A equipe de design usou o modelo SketchUp criado para o processo de BIM para desenvolver o design de interiores e a lista de materiais do hotel e orientar o processo de construção. Após a construção, o modelo 3D foi entregue à equipe de manutenção do edifício para uso durante todo o ciclo de vida do hotel. Fale sobre não perder tempo e não ter necessidade de retrabalho!

2. Sua metodologia de modelagem é a chave. 

É vital construir o modelo de acordo com os requisitos da BIM do projeto, garantindo que seu modelo forneça os pontos de dados específicos de que o projeto precisa. Durante a fase de design, a equipe criou os modelos com a precisão necessária para produzir estimativas eficientes em termos de tempo e medições de quantidades de material, permitindo que ela fosse diretamente para a aquisição.

3. Antecipe os riscos.

O processo de BIM ajuda a evitar riscos antes que eles aconteçam. O modelo 3D foi acompanhado por dados digitalizados em nuvem 3D do site, permitindo o uso contínuo do modelo para executar relatórios de análise de erros ao longo do projeto. A equipe de design também executou a detecção de conflitos antes do desenvolvimento do projeto para identificar e resolver problemas com antecedência.

4. Precisão digital no campo

Obtenha precisão digital para o seu modelo com digitalização 3D e Trimble Robotic Total Station. Para o projeto do hotel, a equipe de design de interiores criou um modelo estrutural as-built baseado em dados de nuvem de pontos digitalizados a laser. Os modelos BIM foram desenvolvidos em torno da estrutura existente, depois exportados para layout do canteiro de obras utilizando o Trimble Robotic Total Station e o FieldLink.

5. Colaboração em nuvem 

Use uma plataforma de design baseada em nuvem e disciplina completa para gerenciamento e implementação da BIM do ciclo de vida. Todas as partes interessadas puderam acessar o modelo BIM e os dados do hotel, ou seja, todas as informações foram sincronizadas e compartilhadas.

Organograma de gerenciamento de projetos de BIM

Organograma de gerenciamento de projetos de BIM

Cronograma de construção

 Destaques de fluxo de trabalho, software e hardware

Digitalização de nuvem de pontos: garantindo a consistência do modelo e do site

Este projeto usou um scanner Trimble para capturar milhões de pontos ao redor do projeto em construção. Em seguida, devido às condições do local e à grande escala do projeto, a digitalização de nuvem de pontos para o hotel em construção foi compilada em segmentos de construção, separados por andar. Dessa forma, as dimensões estruturais e os elementos do Modelo de Design Esquemático de Interiores foram ajustados com base nos dados de nuvem de pontos para formar uma base precisa para modelos detalhados de interiores e MEP (mecânicos, elétricos e hidráulicos).

Problemas previstos no site com dados de digitalização

“Por que faríamos o esforço de criar uma digitalização de nuvem de pontos enquanto o prédio estava em construção? Porque as pequenas alterações e erros que ocorreram durante a fase de construção estrutural são difíceis de capturar nos desenhos as-built. Vamos supor que o design de interiores, fabricação e instalação foram baseados em desenhos de construção originais. Nesse caso, a precisão de muitas elevações do teto não pode ser garantida, o que desencadearia mais mudanças e perda de tempo. Quando usamos a digitalização de nuvem de pontos, as dimensões as-built são atualizadas no modelo 3D para garantir sua precisão durante todo o projeto.”

Liu Dejian, Subdiretor Geral da Divisão de Turismo Hoteleiro e Saúde, China Resources Land Headquarters

Digitalização no local das operações de construção

Digitalização no local para dimensões da estrutura do edifício

Atualização do modelo BIM de construção com base em dados de digitalização 3D

“Com a ajuda da digitalização de nuvem de pontos e relatórios de erros, sincronizamos a produção da fábrica e o tempo de construção no local. Por exemplo, o grande salão de baile tem muitos painéis de alumínio e aço inoxidável, que naturalmente se expandem e se deformam após a instalação. Com a digitalização de nuvem de pontos, pudemos capturar a mudança do material. Tradicionalmente, esse grande espaço de salão de baile levaria de sete a oito meses para concluir a construção, mas levou menos de quatro meses usando essa tecnologia precisa.”

– He Wei, Chefe de BIM, Divisão de Turismo Hoteleiro e Saúde, China Resources Land Headquarters

Modelo do grande salão de baile vs. o local concluído

Relatório de verticalidade de paredes e colunas

 

“Digitalizamos nuvens de pontos de cada sala para obter as dimensões da sala, padronizamos o design do tipo de sala no modelo BIM e, em seguida, usamos a Trimble Robotic Total Station para fazer o layout do design com precisão.”

– He Tao, CEO do OCD

A equipe sincronizou modelos entre disciplinas usando os dados da nuvem de pontos capturados pelo scanner Trimble. Com isso, materiais, custos, processos padrão e outras informações foram consistentes. Como resultado, os padrões unificados economizaram tempo e dinheiro para o cliente.

No início do design, o hotel tinha centenas de tipos de quartos para mais de 300 quartos, o que era uma enorme dor de cabeça para a equipe de construção. Diante disso, pensando rapidamente, a equipe de design implementou dois procedimentos para reduzir o tempo de construção e garantir uma construção precisa. Primeiramente, uma delas foi a padronização do design do quarto, permitindo componentes pré-fabricados na produção da fábrica. Essa padronização economizou tempo, mão de obra e custo de construção e reduziu o carbono e o desperdício incorporados. Além disso, a outra foi usar digitalizações de nuvem de pontos Trimble para criar gêmeos digitais precisos e layout do Trimble Robotic Total Station para construção precisa.

Usando o Trimble Robotic Total Station

Os robôs estão tomando conta do mundo… bem, do processo de construção, pelo menos.

O Trimble Robotic Total Station (RTS) é uma ferramenta para estabelecer com precisão o design pretendido no local, oferecendo maior eficiência e precisão com tarefas de layout. Além disso, o hardware funciona junto com o software Trimble FieldLink, que funciona em um tablet que hospeda o modelo SketchUp mais atualizado do hotel. Dessa forma, ao selecionar um ponto de layout no tablet, o Trimble Robotic Total Station orienta e projeta um feixe de laser para a direção e o ângulo relevantes em segundos. Com isso, a disposição do local com base no modelo BIM melhorou a precisão de posicionamento dos materiais de alvenaria e acabamento e garantiu que o local fosse o mesmo do modelo 3D. Por fim, a equipe visualizou o layout usando aplicativos móveis de realidade virtual para obter pontos de bônus.

Visualização em VR do layout da construção do aplicativo móvel

Modelo BIM para orientar o acabamento da maquete no local

Faça todos os seus sistemas de construção cantarem com detecção de conflitos antes da construção.

A detecção de conflitos, isto é, o processo de identificar problemas entre modelos de diferentes disciplinas, é uma aplicação essencial da BIM. Além disso, ela permite que a equipe de projeto resolva inconsistências potencialmente dispendiosas dentro do modelo BIM antes do início da construção no local.

Detecção de conflitos

Modelo BIM para orientar a otimização do layout do MEP

 

Os benefícios do processo BIM de ciclo de vida são claros. Nuvens de pontos digitalizadas podem ser facilmente integradas aos modelos de design de interiores, BIM e MEP.
Com a detecção de conflitos no Trimble Connect, foi possível avaliar as camadas. Isso garantiu que os sistemas MEP do hotel se ajustassem aos requisitos de elevação do teto.

Por meio da análise de seção, o arranjo de tubulação MEP atendeu aos requisitos de elevação do teto.

Foto do quarto de hóspedes as-built

Otimização do arranjo de tubulação MEP

Lista de materiais (BOM) gerada com apenas um clique!

Como é um fluxo de trabalho tradicional para calcular BOMs? Imagine o seguinte: os projetistas classificam uma grossa pilha de desenhos na mesa tarde de noite. Eles tediosamente começam a calcular e registrar os dados de comprimento, área e volume de cada desenho à mão.

Mas a equipe não quis se ater ao tradicional para este projeto. No processo BIM do Hotel Chengdu, a equipe inseriu a codificação dos materiais e as dimensões nos Dynamic Components do SketchUp. Em seguida, os diferentes materiais corresponderam a diferentes cálculos para gerar volume ou área a partir do modelo. Além disso, com o recurso de geração de relatórios do SketchUp, os projetistas exportavam propriedades e quantidades de materiais em um clique para a BOM. Por fim, ao conectar design e construção, o modelo do SketchUp cumpre o propósito da BIM e funciona como gêmeo digital para operação e manutenção futuras.

Lista de materiais do modelo BIM

 

Cronogramas de materiais

Desenhos de produção de fábrica guiada pelo LayOut.

A equipe montou o sequenciamento de construção e instalação usando o modelo BIM e o LayOut, a ferramenta de documentação 2D do SketchUp. Os empreiteiros fizeram pedidos de componentes por tipo de material do modelo BIM e, em seguida, os componentes foram pré-fabricados e instalados no local. Como os desenhos do LayOut são sincronizados com o modelo do SketchUp, todos os desenhos permaneceram consistentes e atualizados durante todo o processo de construção.

Desenhos do LayOut gerados diretamente do modelo do SketchUp

O modelo BIM orientou a construção do interior do hotel e a coordenação multidisciplinar, reduzindo o tempo de construção e aumentando a eficiência. Além disso, também serviu como um guia para a aquisição de materiais de construção, mitigando potenciais riscos de segurança no local e reduzindo a taxa de sucata de material, além de atender ao requisito de taxa de pré-fabricação do governo para o edifício.

Por fim, a equipe cedeu o modelo SketchUp aos construtores da fábrica para orientar o processo de customização dos materiais. Como mostrado na figura abaixo, o modelo BIM também impulsionou o layout dos acabamentos, alcançando zero corte, zero sucata, zero poluição e baixo carbono, já que a poeira não se formava no local.

Além disso, esses processos economizaram tempo e pessoal, reduziram custos e aumentaram a eficiência. No futuro, os projetos da CRL e parceiros usarão esse novo fluxo de trabalho para a montagem de materiais de adequação do hotel.

O LayOut sendo utilizado para layout de material de acabamento

Modelo do SketchUp orientando a produção de fábrica

Maquete de montagem de fábrica baseada no modelo do SketchUp

Baseado em nuvem, design colaborativo

A equipe de design não perdeu tempo baixando e copiando arquivos. Também interagiu com extensões do SketchUp na plataforma de design colaborativo em nuvem. Além disso, o processo de design altamente coordenado e multidisciplinar ajudou as partes interessadas. Ele facilitou a comunicação do cronograma do projeto. Também permitiu compartilhar e transmitir dados com mais eficiência. Isso reduziu erros e omissões nos desenhos de construção tradicionais.

Foto do modelo de piscina vs. canteiro de obras vs. conclusão

Foto interior e exterior do hotel

“O processo BIM usado para o Hotel Chengdu é uma prática recomendada que deve ser usada para futuros edifícios. A adequação do modelo, o uso de codificação, o controle de quantidades, a colaboração entre várias partes, a colaboração entre o BIM e o site, etc., foram todos feitos ‘corretamente’.”

– Wei Lai, Secretário Geral da construção do Capítulo SMART China

O SketchUp é um excelente software de modelagem de design e ferramenta de BIM para muitos projetos nacionais e internacionais. De acordo com a equipe de design do Hotel Chengdu, o SketchUp é simples e leve e, quando combinado com outros softwares e hardwares da Trimble, é o pacote de design ideal.

Com apenas três anos de acumulação e validação, CRL e OCD, com outros parceiros, alcançaram algo espetacular.
> Houve quase 50% de economia no tempo de construção, além de redução significativa de custos, aumento da segurança e menor emissão de carbono.
> A equipe de design adverte que são necessários alguns projetos para incorporar totalmente essas melhorias de fluxo de trabalho.
> No entanto, com essa tecnologia, é possível alcançar uma verdadeira BIM de ciclo de vida para design e construção, com atualizações contínuas no fluxo de trabalho.

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Quer mais detalhes do projeto e insights sobre o Hotel Chengdu Dong’an Lake Kapok? Entre em contato com leo@sketchup.com