Profissional de design de interiores, vejas as principais dicas

O profissional de design de interiores é muito mais do que apenas estética. Afinal, está relacionado à busca de soluções de design criativas e inovadoras para ambientes, ao mesmo tempo em que se preocupa com a mente, saúde, segurança e bem-estar dos clientes — ou seja, com a melhora da qualidade de vida como um todo.

Tendo isso em vista, esse profissional desempenha um papel importante na vida cotidiana. É ele quem apresenta às pessoas a beleza, relaxamento e modernismo. Assim, é uma profissão que recebe grande atenção em todo o mundo hoje em dia, uma vez que o interesse das pessoas em ter um design agradável e atraente para suas estruturas está aumentando.

Atualmente, esses profissionais trabalham em parceria com engenheiros, arquitetos, empreiteiros, artesãos, comerciantes de móveis, empresários e donos de casas.

Para se tornar um profissional de designer de interiores bem-sucedido, portanto, você precisa de uma educação bem desenvolvida e das habilidades para trabalhar dentro de muitas disciplinas (arquitetura, design gráfico, artes decorativas e design têxtil, mobiliário e iluminação). Nesse sentido, espera-se que designers de interiores tenham conhecimento de trabalho:

  • Têxtil, materiais, cor, planejamento espacial, sustentabilidade e mais;
  • Aplicações de software para design assistido por computador (CAD) 2D e 3D e modelagem de informações de construção (BIM);
  • Requisitos estruturais, problemas de saúde e segurança e códigos de construção.

Para ter acesso a mais detalhes e dicas valiosas para todo profissional de design de interiores, siga conosco e acompanhe este post que preparamos especialmente para você! Boa leitura.

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Atuação do profissional de design de interiores

Os designers de interiores trabalham em ambientes residenciais e comerciais, aproveitando seu conhecimento de estética, função e segurança para melhorar a aparência de um espaço. Muitos têm uma especialidade de design para melhor atender às necessidades dos clientes ou atrair um nicho de mercado. Confira mais detalhes:

Boas habilidades de comunicação

Todo profissional de design de interiores muitas vezes trabalham diretamente com clientes, e também como prestadores de serviços, contratados, ou como parte de uma equipe. Portanto, um designer deve ter a capacidade de trabalhar com diferentes tipos de personalidade, ser bom ouvinte e comunicar-se claramente.

Quando há um choque de opiniões, um profissional de design de interiores pode ter que atuar como negociador ou mediador para ajudar a encontrar uma solução, bem como ter a capacidade de ajudar um cliente a entender por que sua ideia pode não ser eficaz ou segura.

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Habilidades gerenciais

Os prazos são uma parte natural do mundo profissional de design de interiores. Os clientes podem ter prazos específicos para um designer executar seu serviço, ou um designer pode impor seu próprio prazo para que a tarefa possa seguir em frente para outros clientes.

Por vezes, inclusive, um designer de interiores pode ter de trabalhar em vários projetos ao mesmo tempo, de modo que as habilidades de gerenciamento de projetos são essenciais para manter a
ordem e cumprir os prazos.

Se um designer executa seu próprio negócio, ele também precisa alcançar novos clientes enquanto trabalha em outros projetos, ao mesmo tempo em que mantém boas relações com todos os envolvidos. Com bom tempo e habilidades de gerenciamento de projetos, um designer pode atender às necessidades de seus clientes e seus negócios sem parecer despreparado ou não profissional.

Habilidades de planejamento e briefing

Uma das qualidades mais essenciais de um designer é a capacidade de planejar um espaço de acordo com as necessidades de um cliente. Além disso, um designer de interiores deve saber como renderizar visualmente seu plano, com desenhos, software de design assistido por computador ou modelos dimensionados para que um cliente possa ver as ideias do designer.

Os designers de interiores devem saber como criar uma aparência e um visual desejados por meio do uso de cores, luzes, móveis, pisos e tecidos, bem como a maneira de organizar esses elementos de forma artística. Eles também devem ler planos e conhecer os códigos de construção da cidade para maximizar a segurança de seus projetos.

Para projetos grandes e complexos, os clientes geralmente não realizam uma análise detalhada de seus requisitos. Em tais situações, o designer pode realizar um serviço útil ao executar essa análise.

Isso geralmente envolve entrevistar o pessoal-chave, determinar quais espaços são necessários, determinar os requisitos de cada espaço e como deve se relacionar com outros espaços, analisando
essas relações de “adjacência” e preparando diagramas que mostram as relações ideais dos espaços entre si. A partir do último, os planos podem então ser desenvolvidos na próxima etapa.

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Oportunidades de Trabalho

O trabalho básico de um designer de interiores é fazer a melhor utilização do espaço disponível. Além disso, você precisa tornar o espaço mais funcional e de acordo com o gosto e o orçamento do cliente. Além de visualizar e conceitualizar os projetos para novas estruturas, eles também planejam os interiores de estruturas já existentes e que estão sendo renovadas ou ampliadas.

Dentro do campo do profissional de design de interiores, há uma grande variedade de opções de carreira. Você pode iniciar sua própria prática, trabalhar para uma empresa pequena ou grande, ou se especializar em uma habilidade específica (como iluminação) ou uma área específica (como a hospitalidade). As possibilidades são infinitas — e elas se expandem todos os dias. Veja como:

Desenhos residenciais 

Existem vários desafios que fazem do profissional de design de interiores uma atividade desenvolvida por profissionais no ramo. Basicamente, é uma maneira de transformar a vida das pessoas que vivem ou desfrutam de um certo espaço, melhorando sua qualidade de vida por meio desse design e decoração.

Profissionais residenciais trabalham com espaços de vida privada, principalmente projetando salas para casas novas ou já existentes. Alguns ainda preferem trabalhar com uma sala específica, como a cozinha ou o banheiro, ou planejar e criar espaços de closet.

Desenho comercial

Designers de interiores comerciais planejam espaços públicos — edifícios governamentais, empresas privadas ou outras entidades corporativas. Os escritórios são um foco comum desses profissionais, mas também podem trabalhar com escolas, bancos, estabelecimentos de varejo e outros espaços inseridos no setor público.

Alguns trabalham para tornar os hotéis e restaurantes funcionais e atraentes, enquanto outros atuam no design de áreas em hospitais e outros estabelecimentos de saúde. Cada campo geralmente requer conhecimento específico sobre como o espaço pode ser usado efetivamente por clientes e funcionários.

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Designers de móveis 

O design de móveis é uma parte mais especializada do design de interiores. Como designer de móveis, seu trabalho pode ser duplo: com o cliente e com outros fornecedores. Ao trabalhar com um cliente, você pode ser encarregado de organizar móveis em casas, showrooms, escritórios e outras áreas para usar o espaço de forma otimizada, trazer os temas desejados e assim por diante.

Você também pode trabalhar com os fornecedores de seus clientes, como os carpinteiros, orientando-os sobre as decorações a incorporar no mobiliário para divulgar os gostos do seu cliente.

Designers de exposições 

Os designers de exposições oferecem layouts de trabalho e decidem que a decoração seja usada em salas de exposições. Os designers precisam ser conhecedores do design modular de stands, projetos de construção personalizados, design de exposições e museus e gerenciamento de piso.

Outras habilidades necessárias incluem pacotes CAD e 3D, como Adobe Suites, AutoCAD e Vectorworks. Ao trabalhar em projetos, os designers levam em consideração o tráfego esperado na sala de exposição, itens que serão exibidos e o tema dela.

Designers de iluminação 

Os designers de iluminação garantem uma iluminação adequada para os vários projetos em que estão envolvidos. Esses profissionais devem ser conhecedores em fiação básica ou trabalhar com um eletricista qualificado para produzir vários efeitos de iluminação criativos, dependendo da natureza dos projetos.

Os designers de iluminação também podem estar envolvidos em projetos esquemáticos e trabalhos em produtos decorativos, como acessórios de iluminação, sombras e luminárias para consultoria de design ou fabricante. O conhecimento em diferentes tipos de iluminação e seus efeitos é crucial para o sucesso de um designer de iluminação.

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Softwares para Designer de Interiores

Se tudo é digital hoje, então, por que não o design de interiores? Hoje, mesmo os mais antigos designers de interiores devem dominar mais de uma ferramenta de design auxiliado por computador (CAD) para projetar e planejar interiores. Projetos desenhados a mão estão fora de moda e, literalmente, ninguém os prefere, especialmente empregadores e empresas de design de interiores
que procuram por profissionais qualificados.

Em comparação com o método tradicional de projetos e renderizações desenhados a mão, é muito mais fácil projetar e redesenhar usando essas ferramentas de software, pois permitem inúmeras iterações.

Além disso, o resultado é simplesmente melhor e hiper-realista quando comparado ao anterior, facilitando assim que os designers de interiores visualizem e expressem melhor suas ideias.

SKETCHUP

Anteriormente conhecido como Google SketchUp enquanto estava sob a propriedade do Google, esse software popular de modelagem 3D é uma das ferramentas de design de interiores mais básicas para começar. Conhecido por sua facilidade de aprender e usar a interface, o SketchUp está disponível em duas versões: SketchUp Make (versão freeware) e SketchUp Pro (versão paga).

Ele vem com uma biblioteca de código aberto online de montagens de modelos gratuitas, chamada de Armazém 3D, e oferece suporte a plugins de terceiros para melhorar a funcionalidade do software. No entanto, considerando sua natureza básica, os designers de interiores muitas vezes enfrentam dificuldades em modelar superfícies complexas e visualizar modelos 3D complexos usando o SketchUp.

O SketchUp Pro é incorporado com recursos de desenho novos e avançados, que não estavam disponíveis em software livre. Umas das melhores características é que o ele é capaz de ler muitos formatos 2D e 3D. Então, se você estiver usando outro software de CAD, você pode facilmente mudar seus projetos para o SketchUp Pro.

Ele fornece aos usuários mais recursos e opções para um trabalho 3D melhor e otimizado. Embora suporte o trabalho 2D, é adequado para o trabalho em 3D, pois fornece aos usuários todas as ferramentas necessárias para o propósito do desenho. Os principais recursos do SketchUp Pro são o controle sobre modelos 3D e a disponibilidade de muitos
modelos prontos e plugins — ou seja, mais estilos e efeitos.

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V-RAY

Um profissional de design de interiores, em particular, adora o V-Ray: ele é consistentemente mais rápido do que os demais softwares. Isso significa tempos de renderização mais rápidos, animações, rascunhos etc.

É importante ter uma ferramenta de visualização que permita ver rapidamente se algo vai funcionar antes de comprometer-se plenamente com uma longa apresentação de renderização de qualidade. V-Ray é perfeito para isso.

Em configurações mais baixas, ele manipulará uma série de imagens de baixa qualidade que lhe dará uma sensação de material, cor e luz para que decisões rápidas possam ser tomadas em relação à composição e enquadramento.

Claro, todo software de renderização permite que você crie imagens de rascunho, mas nenhum deles opera tão rapidamente quanto o V-Ray. Se você estiver em um prazo apertado — e sabemos que você está — você vai querer usar algo rápido e que não sacrifique a qualidade. Isso é V-Ray.

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Conclusão

Projetar interiores ajuda a aprender muito sobre o espaço e sobre como as pessoas se sentem confortáveis quando estão em um lugar específico e usam as suas instalações. Afinal, isso faz com
que elas olhem tudo ao seu redor com uma visão muito mais ampla.

Com atenção especial aos detalhes, os designers possibilitam que isso ocorra, pois veem as coisas de diferentes perspectivas devido aos seus estudos e ambiente de trabalho. De fato, ao projetar vários lugares, esses profissionais ganham informações muito úteis para que se tornem mais criativos e enriqueçam seu conhecimento.

Com isso, tentam ajudar suas comunidades tanto quanto podem, e introduzem novas idéias e técnicas, assim como compartilham suas experiências para melhorar a qualidade de vida de seu clientes. Em outras palavras, os designers buscam mudar suas comunidades e mostrar a importância do profissional de design de interiores na vida cotidiana, fazendo o melhor para que as pessoas compreendam e apreciem a importância do seu trabalho.

A importância do design de interiores é óbvia quando o profissional tem uma carreira excelente e bem-sucedida. Mas é importante ressaltar que um bom designer de interiores sempre precisará apresentar novas ideias e técnicas para manter a criatividade em seus projetos e obter grandes conquistas na profissão.

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Maquetes eletrônicas 3D em projetos de arquitetura: saiba mais!

As maquetes eletrônicas 3D chegaram para revolucionar completamente o mercado de arquitetura e design de interiores. Hoje em dia, elas são a forma mais usual de apresentação de propostas e de visualização final de projetos.

Mas como se certificar de que as representações são feitas com a qualidade necessária para impressionar os clientes? Afinal, esse é um ponto imprescindível para que os contratantes dos projetos possam compreender inteiramente as ideias a serem transmitidas.

Pronto para descobrir mais sobre as vantagens de usar maquetes eletrônicas nos seus projetos e se inspirar para trabalhar cada vez melhor com elas? Acompanhe as nossas dicas!

Como as maquetes eletrônicas 3D ajudam os seus projetos

As principais funções das maquetes são a de poder testar as soluções arquitetônicas propostas e visualizar em detalhes o projeto quando finalizado, antes mesmo que a sua execução seja concluída.

Essa pré-visualização tão realista contribui, principalmente, em três momentos:

  • o primeiro é no fechamento de contratos de serviços de arquitetura — quando o profissional mostra um portfólio bem elaborado e com imagens de outros trabalhos já realizados, o cliente se sente mais seguro em depositar confiança na empresa;
  • o segundo momento é na aprovação da proposta de projeto — se o arquiteto ou designer utilizar apenas desenhos técnicos, como plantas e cortes, muitas vezes pode não transmitir por completo as suas ideias. Ao ver as imagens 3D, o cliente compreende melhor o projeto e se encanta ao imaginar o ambiente finalizado;
  • o terceiro é no decorrer da obra — afinal, após os possíveis ajustes, o profissional sempre deve apresentar o projeto para a equipe de trabalho unindo as pranchas técnicas com as maquetes para melhor visualização do projeto como um todo.

Maquetes eletrônicas 3d

Essa melhor compreensão, por parte dos profissionais envolvidos na construção e na fiscalização das obras, evita uma série de percalços que podem ser muito prejudiciais, tanto ao trabalho do arquiteto como ao cliente. Os mais comuns são atraso nos serviços, erros de execução que geram retrabalho e custos excessivos, desperdício de materiais e insatisfação.

Além disso, é muito mais fácil divulgar os seus projetos — em redes sociais, blogs ou anúncios — por meio das imagens oriundas das maquetes, uma vez que elas são mais bem recebidas pelo público do que os desenhos técnicos.

Os melhores softwares para construir maquetes

Existe ampla gama de softwares de arquitetura, pagos ou gratuitos, que você poderá utilizar para construir as suas maquetes eletrônicas 3D. No entanto, é preciso atentar para alguns pontos para fazer a escolha que mais atenda às suas necessidades.

Isso porque você precisa ter segurança na relação custo-benefício oferecida pelo software, considerando a qualidade dos resultados, a facilidade no manuseio das ferramentas oferecidas pelo programa, além de ter que adequar o investimento de compra das licenças de uso ao orçamento do seu escritório.

SketchUp

É o software de modelagem mais utilizado no mundo e o mais acessível de todos, pois possui tanto a versão Pro, que demanda pagamento de licença, quanto a versão Make, que é gratuita, ambas encontradas para download no site oficial do produto.

Os seus comandos exigem certa dedicação, mas são bem fáceis de dominar. Além disso, possui a maior biblioteca de blocos 3D do mundo, o que facilita muito o processo projecional inteiro, uma vez que compreende arquivos desde carros e móveis grandes até os menores utensílios ou objetos de decoração.

Maquetes eletrônicas 3d

Dibac

Plugin exclusivo do SketchUp, o Dibac combina as alterações feitas pelo projetista nos planos 2D e 3D automaticamente. É bastante acessível no manuseio, justamente por não ser um software à parte, mas apenas uma extensão. Para utilizá-lo, é necessário comprar a licença de uso e combinar a ferramenta ao SketchUp. 

É especialmente útil para arquitetos, pois acelera significativamente o processo de criação: com o acionamento de apenas uma tecla, é possível converter um desenho bidimensional em tridimensional e vice-versa. Com ele, é possível desenhar facilmente paredes, portas, janelas, armários, escadas, dentre vários exemplos.

Maquetes eletrônicas 3d

Revit

É um dos programas de maior crescimento nos últimos anos. Desenvolvido pela AutoDesk, assim como o AutoCAD, o Revit combina funções de desenhos técnicos bidimensionais à modelagem 3D, tudo em um mesmo software.

Por ser um tipo de plataforma Building Information Modeling (BIM), é um dos mais completos, pois extrai, a partir dos desenhos, as informações de quantificação de insumos, mão de obra e cronogramas. Também facilita toda a parte de detalhamentos e de sistemas hidrossanitários.

Maquetes eletrônicas 3d

Formas de turbinar a apresentação do seu trabalho

Existem vários meios de tornar ainda melhores as suas experiências em modelagem 3D e as apresentações de seus projetos aos clientes.

Renderização

É um dos meios mais comuns de imprimir maior realismo ao projeto, por meio da atribuição de propriedades físicas às mais variadas superfícies existentes na modelagem. Essas propriedades simulam o acabamento de materiais reais, como vidro, madeira, pedras, metais e até mesmo água ou grama.

Existem vários softwares especializados em renderização, muito versáteis, que podem ser utilizados em combinação com os mais diversos programas de modelagem 3D. Os mais populares são o V-Ray e o Kerkythea. Para aprendê-los, você pode optar por cursos ou pelos vários tutoriais gratuitos on-line.

Esse processo permite a realização de vários testes, pois a cada render o projetista pode observar o comportamento da iluminação, das texturas, das transparências e das cores, escolhendo a solução arquitetônica que melhor responde às diretrizes do partido arquitetônico.

Pós-produção

É possível finalizar as imagens renderizadas com vários processos. O primeiro deles é a pós-produção da imagem em softwares como o Photoshop ou o Lumion, que permitem a adição de brilhos e imagens de fundo, além da alteração de cores e balanço da iluminação.

Esse tratamento é o que dá ainda maior realismo às imagens e atrai a imaginação do cliente para dentro daquele ambiente virtual, o que proporciona grande envolvimento com a proposta do projeto.

Maquetes eletrônicas 3d

Inovações

Como a tecnologia não para nunca, com as maquetes eletrônicas é possível, ainda, proporcionar várias experiências interativas. Entre elas, elaborar pequenos vídeos que fazem um trajeto pelos ambientes projetados, como se o cliente realmente pudesse caminhar pelo local já construído e desfrutar daquele espaço.

Outra forma de encantar os clientes que está muito em alta, desde 2016, é o uso de aplicativos que unem as imagens renderizadas numa única “foto”, que faz um giro de 360 graus pelo ambiente. Esse recurso é especialmente interessante para postagens em redes sociais.

Outras formas de trabalhar com maquetes eletrônicas 3D

Caso você ainda esteja no início da vida profissional ou, por outros motivos, não possua uma gama muito ampla de clientes, pode ser interessante se especializar em modelagem 3D. Assim, poderá cobrir a demanda pela terceirização desses serviços, uma vez que nem todas as empresas têm como qualificar seus profissionais para essa atividade.

Da mesma forma, o contrário funciona: se for muito dispendioso para o seu escritório investir nessa capacitação, você pode procurar empresas ou profissionais freelancers especializados na elaboração das maquetes eletrônicas 3D.

Quanto mais conhecer sobre essas novas ferramentas do mercado, mais rápido vai elaborar os seus projetos e melhores serão as suas chances de fechar mais contratos — afinal, uma boa maquete vende mais do que preço, vende o valor do seu trabalho!

E aí, decidiu iniciar-se no mundo das maquetes eletrônicas 3D? Deixe nos comentários as suas experiências com os softwares que já usou nos seus projetos e que mais corresponderam às suas expectativas!

V-ray: tudo o que você precisa saber para melhorar seu processo!

Todo arquiteto já teve dificuldades de transmitir suas ideias para os clientes apenas por meio de desenhos técnicos. Mas os recentes avanços em tecnologia para projetos permitiram que as representações 3D avançassem em direção a um realismo sem precedentes. Atualmente, um dos softwares mais usados para essa função é o V-Ray.

É normal surgirem incertezas no manuseio de ferramentas de renderização, especialmente quando se tem mais dificuldades com elas ou no início da trajetória profissional. Mas entender como funciona a renderização no V-Ray e o quanto ela pode ajudar a solucionar as dúvidas dos clientes é um ótimo motivo para começar a se especializar em modelagem 3D.

Para entender mais sobre como os projetos renderizados encantam os clientes e ajudam a fechar mais contratos, e ainda aprender algumas dicas essenciais que facilitam seu processo projetual, acompanhe este post!

 V-Ray: entenda o que é esse software

O V-Ray é um software desenvolvido desde 2002 pela empresa Chaos Group. O tipo de simulação realista que o programa utiliza iniciou na indústria cinematográfica e na publicidade, sendo posteriormente incorporado ao processo projetual de designers, arquitetos e engenheiros. Hoje em dia, esses são os profissionais que mais demandam softwares que correspondam especificamente às suas expectativas de trabalho.

Os softwares de modelagem 3D — como o SketchUp, 3DS Max, Revit ou outros — não possuem ferramentas que atribuam características físicas realistas aos modelos. O resultado é uma representação gráfica tridimensional com aspecto do que realmente é: um desenho.

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Os renderizadores têm como princípio de funcionamento atribuir propriedades de texturas, brilhos e transparências, transformando o desenho em uma imagem tão realista que muitas vezes pode ser confundida com uma fotografia de um ambiente já construído.

Além de simular metais, vidros, espelhos e tecidos, outro aspecto imprescindível para uma boa renderização de projeto é a aplicação de efeitos luminosos que simulem o comportamento da luz natural, bem como da artificial. Mencionaremos mais dicas de como fazer uma renderização de qualidade em um tópico mais à frente.

Saiba como o V-Ray pode te ajudar

Em décadas anteriores, a melhor forma de representar volumetricamente os projetos era por meio das maquetes físicas. No entanto, elas levavam muito tempo para serem feitas e não eram muito práticas, pois na menor necessidade de alterações, exigiam um grande retrabalho para visualizar a nova configuração.

Além disso, era (e ainda é) um serviço caro, pois precisavam ser feitas com materiais de qualidade e com a maior exatidão possível, para evitar erros funcionais e estéticos que prejudicassem as vendas do empreendimento.

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Dessa forma, a modelagem 3D e a renderização revolucionaram o mercado não apenas pela praticidade de elaboração de projeto, mas pelo nível de precisão, realismo e encantamento que proporcionam tanto aos profissionais quanto aos clientes.

Dentre os demais programas semelhantes existentes, o V-Ray se sobressai devido à eficiência e qualidade com que renderiza os modelos. É um software altamente versátil, uma vez que pode ser usado com vários softwares de maquetes eletrônicas.

Outra vantagem é que o V-Ray tem uma ampla gama de ferramentas e texturas editáveis, o que permite aproximações cada vez maiores às características físicas reais dos materiais. Além disso, o software tem capacidade de salvar os seus ajustes, possibilitando a importação de configurações personalizadas em projetos futuros.

Juntamente com SketchUp, Revit ou outros, o uso de um software para arquitetura como o V-Ray dinamiza a profissão e viabiliza a oportunidade de testar continuamente as mais variadas soluções arquitetônicas, observando o comportamento de cada uma diante das necessidades dos clientes.

Esses testes sucessivos possibilitam que a tomada de decisões seja feita com maior segurança e menor margem de erros, o que evita desperdício de recursos financeiros, principalmente nas etapas de execução de obra.

Toda essa segurança também é transmitida aos clientes, uma vez que eles poderão visualizar a construção com perfeição antes mesmo que seja concluída. Dessa forma, há uma otimização em toda a cadeia produtiva, envolvendo desde o processo criativo e sua representação gráfica, até a apresentação dos projetos aos clientes.

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Como utilizá-lo na prática e apresentar o melhor produto ao cliente

A apresentação dos projetos é a etapa com a qual a renderização mais contribui. Com imagens tão realistas, são reduzidas as chances de frustrações por parte do cliente que, antes, poderiam ocorrer devido a erros de interpretação ou falhas na comunicação de ideias, quando elas eram transmitidas por meio de plantas baixas, cortes e outros desenhos bidimensionais.

Além disso, quando aliadas aos desenhos técnicos e detalhamentos, as imagens facilitam a execução da obra, pois solucionam dúvidas e melhoram a compreensão do projeto pela equipe de trabalho.

Como sabemos, a comunicação é uma das partes-chave do negócio. Os profissionais têm mais chances de fechar mais e melhores contratos quando transmitem suas ideias com segurança, vendendo não apenas o preço, mas o valor incorporado a seu trabalho.

Esse cuidado demonstrado durante a apresentação de cada etapa do processo também propicia grandes chances do seu escritório obter excelentes recomendações e de fidelizar os clientes — ou seja, fazer com que eles voltem a você e à sua empresa quando necessitarem novamente de serviços de arquitetura.

Dicas essenciais para fazer um projeto de sucesso no V-Ray

Como todo software, os primeiros contatos com o V-Ray podem aparentar ser excessivamente complicados. Para melhorar suas impressões e motivar mais ainda a sua busca por conhecimentos nessa área, confira o nosso miniguia com 12 dicas fundamentais para alcançar bons resultados.

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1. Use a escala adequada

 Apesar de parecer óbvio, é um passo crucial: certifique-se de que a modelagem toda esteja em escala real. Assim, todos os objetos se comportarão como o fariam no mundo real.

Obviamente, isso depende do tipo de projeto: caso você esteja modelando um objeto pequeno ou delicado, use escala em centímetros. Mas, se for um ambiente ou uma construção maior, utilize metros como medida básica.

2. Atente ao nível de detalhamento

Quanto mais minuciosa for a maquete eletrônica, mais real ela parecerá no final da renderização. Portanto, capriche os detalhes: verifique se todos os objetos estão sobre as superfícies, nas distâncias e nas espessuras corretas.

Outro fato que contribui bastante para esse ponto é a qualidade dos blocos 3D utilizados no trabalho. O SketchUp é o que tem a maior variedade deles, porém é preciso escolher os que sejam bem modelados e com materiais bem especificados, pois isso facilita na atribuição de propriedades físicas durante as configurações do V-Ray.

Procure blocos que se assemelhem aos reais, ou de lojas que disponibilizem os produtos para compra: esses detalhes fazem toda a diferença na apresentação do projeto para os clientes e permitem a maior fidelidade possível durante a execução da obra e na finalização da decoração.

Caso o projeto exija movelaria sob medida, execute cada ideia com a maior exatidão possível, de forma a atender às particularidades e expectativas do cliente. Existem aplicativos especializados em movelaria que aplicam parâmetros de precisão e otimizam o seu tempo de trabalho.

Atenção: modelar um projeto grande, rico em detalhes, com todos os ambientes no mesmo arquivo pode aumentar o tempo necessário para completar a renderização ou até mesmo travar os programas em uso. Prefira modelar um cômodo por arquivo pois, assim, eles não ficarão excessivamente pesados.

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3. Visualize os ambientes com cenas

Cenas são pontos de vista ajustados pelo projetista no software de modelagem 3D, que memorizam o posicionamento dentro do ambiente e a altura do ponto de observação. Esse é um recurso muito útil, pois permite fixar ângulos específicos para visualizar o projeto.

Dessa forma, o V-Ray aplica as características dos materiais de acordo com o ângulo de incidência da iluminação vista daquele ponto. Isso impede possíveis incoerências na imagem, que prejudicariam o realismo do seu trabalho.

Outra vantagem da separação em cenas é poder fazer comparações com as fotografias feitas in loco. Assim, seu trabalho pode ser divulgado de forma interessante, mostrando comparações desde as fases iniciais de levantamento e estudos preliminares até a execução e a finalização da obra.

Intimamente ligada a essa separação das cenas, está a própria escolha do posicionamento da câmera imaginária no SketchUp, 3dsMax, Revit ou qualquer outro programa. Sempre que possível, a câmera deve ser colocada em um ponto dentro do ambiente, preferencialmente em um ângulo que permita a visualização de três paredes, a fim de dar ideia de amplitude.

No entanto, para maquetes pequenas, como de lavabos, banheiros ou áreas de serviços, devemos utilizar pontos estratégicos. Um dos melhores truques é atribuir transparência a uma das faces do modelo e posicionar a câmera fora dele.

Isso preserva os acabamentos do lado de dentro, ao mesmo tempo em que a câmera “enxerga” através da parede, permitindo uma visualização mais completa do ambiente.

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4. Aperfeiçoe a caracterização dos materiais

Evite utilizar apenas as aparências de materiais fornecidas pelo software de modelagem: ao em vez disso, ajuste as configurações por meio do próprio V-Ray. Quanto mais as propriedades como brilhos, reflexões, cores, estampas e texturas se aproximarem dos materiais, maior será o nível de realismo da imagem renderizada.

Durante a elaboração da maquete, tenha certeza de que cada objeto ou superfície tem seus materiais bem definidos, de modo a não causar confusões no momento de configurar as propriedades físicas de cada um para a renderização.

Existe uma série de plugins e pacotes de texturas disponíveis para download, que podem enriquecer ainda mais a sua biblioteca pessoal de materiais e efeitos.

Mas procure não exagerar nos níveis de transparência e reflexão: utilize dois ou três, no máximo. O excesso deles pode alongar muito o tempo de finalização da imagem ou até mesmo travar sua renderização.

5. Verifique as dimensões das texturas

Enquanto o projetista especifica a maquete, é comum criar novas texturas com imagens importadas para o programa, inserindo os acabamentos previamente escolhidos pelos clientes ou que fazem parte da proposta do profissional.

Nesse processo, verifique alguns pontos: os tamanhos das estampas e revestimentos importados, além das superfícies que receberão essas importações. Se for preciso, ajuste manualmente essas medidas, de forma a evitar deformações prejudiciais à qualidade do seu projeto.

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Verifique também a dimensão da imagem em pixels. Estampas muito pequenas ficam com qualidade baixa se aplicadas em grandes dimensões. Da mesma forma, uma textura muito detalhada vai pesar o seu arquivo desnecessariamente se for utilizada em um objeto muito pequeno.

6. Posicione os objetos adequadamente

Pense como se os móveis e objetos de decoração da cena “posassem” para uma foto. Colocando em uma posição mais favorável ao ponto de observação, os objetos ficam mais visíveis, fazendo com que a cena inteira seja mais compreensível e harmônica.

7. Lembre-se de configurar a iluminação

A iluminação sempre depende do tipo de projeto elaborado. Se a imagem final for de uma fachada, de dia, busque o máximo de detalhamento para se aproximar da iluminação solar. Se for uma fachada vista à noite, ajuste a iluminação interna, para causar efeitos de transparência e simular qual será a aparência quando o lugar já estiver ocupado.

Em uma cena diurna ou de final de tarde, também é interessante mesclar os dois tipos de iluminação: por exemplo, combinar a luz do sol poente entrando pela janela com alguns spots ou abajures acesos resulta em uma atmosfera aconchegante e simula a presença de pessoas dentro do ambiente.

Se a sua cena for de um ambiente interno, não configurar as luminárias vai resultar em uma imagem completamente escurecida. Existem vários pacotes de configurações de iluminação prontas — mesmo porque simular o comportamento de fachos de luz é muito mais complicado, então, é bom tê-los predefinidos para serem reproduzidos fielmente.

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Procure sempre variar nas formas de iluminação: pendentes, spots, sancas. Tudo isso traz riqueza ao projeto e ao resultado final do render. Mas não exagere na quantidade de luzes: isso também atrasa o processo de renderização.

Alguns profissionais preferem trabalhar na modelagem, a iluminação real do ambiente. No entanto, existem formas de burlar a iluminação das cenas com “luz falsa”.

Essa luz falsa tem várias finalidades: entre as mais significativas, dar mais brilho nos objetos e um acabamento mais artístico no render, além de balancear a iluminação. Esse pequeno truque torna as imagens ainda mais atrativas para clientes e projetistas.

Atenção: durante a configuração das cenas, se você não for mais alterar a iluminação, é interessante salvar o seu irradiance map. Esse simples comando acelera muito o seu render.  

8. Ajuste também as sombras

As sombras são tão importantes quanto a própria iluminação. Isso porque, se você não as configurar adequadamente, elas assumem cores muito escuras e irreais. Esse efeito nem um pouco interessante fica evidenciado principalmente em cenas externas diurnas, como por exemplo, a sombra projetada por folhagem de árvores sobre o chão ou sobre uma fachada.

Como sabemos, a luz do dia não é composta apenas pelos raios solares diretos, mas também pela iluminação difusa — aquela refletida por superfícies e pelo próprio céu —, ou seja, dificilmente as plantas projetam silhuetas tão delineadas e escurecidas.

Dessa forma, é aconselhável clarear e suavizar os contornos de sombras em áreas externas e internas, sejam de vegetação, sejam da própria edificação.

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9. Faça testes em baixa resolução

Essa é mais uma dica para otimizar o seu manuseio do V-Ray: se você for um iniciante ou caso queira apenas testar suas configurações de iluminação e modelagem, diminua o tamanho das imagens! A baixa resolução permite que elas fiquem prontas mais rapidamente e não prejudiquem a visualização dos efeitos ajustados.

Deixe para produzir imagens em alta qualidade quando você já tiver realizado vários testes e tiver certeza de que seus ajustes estão em ordem.

10. Finalize a imagem na pós-produção

A renderização não é o processo final. A maioria dos arquitetos e designers ainda faz um trabalho de ajustar alguns detalhes finais, como brilhos, imagens de fundo e alteração de saturação das cores. Para isso, fazem uso de softwares de edição de imagem, como o Photoshop.

Esse tipo de edição permite adicionar às imagens vários aspectos que humanizam ainda mais o projeto. É o último toque, que faz com que o cliente se encante e se sinta dentro do ambiente construído, induzindo-o a imaginar-se usando o espaço.

Em todos os tipos de projetos, pequenos ou grandes, uma das possibilidades da pós-produção é a adição de figuras humanas, para que haja melhor compreensão da proporção entre edificação e escala humana.

renderização no Vray
renderização no Vray

Outra vantagem é a possibilidade de editar detalhes que passaram despercebidos antes da renderização ficar pronta. É o que acontece, por exemplo, se um material não ficar exatamente com a cor ou o acabamento especificado pelo fabricante.

Na pós-produção, é possível ajustar essas características para manter o máximo de fidelidade possível ao que o cliente terá ao final da execução do projeto.

11. Mantenha-se atualizado

A cada ano, os desenvolvedores de softwares de arquitetura lançam atualizações gratuitas que incrementam a gama de ferramentas dos programas ou têm novas configurações que aceleram o render. Dentre as mais recentes novidades do V-Ray, temos a adição de estudos de iluminação solar, efeito de névoa, gerenciador de arquivos, luzes adaptativas e muito mais.

Por isso, é necessário sempre buscar saber as diferenças entre as versões atuais e as novas dos seus programas preferidos.

12. Pratique sempre

Como qualquer atividade, o domínio de um software como o V-Ray depende de muita prática, de estudo e testes. À medida que o usuário adquire mais familiaridade com os recursos oferecidos pelo programa, fica cada vez mais fácil atingir aquele objetivo tão almejado de imagens super-realistas.

A prática é mais importante ainda se você tiver dificuldades de aprender a usar novos programas, com ou sem orientação de professores. Afinal, para configurar no V-Ray, você precisa entender como funciona cada elemento ajustável que o software oferece.

Ao longo do tempo, a repetição de comandos e a troca de conhecimentos com outros usuários revelam novas maneiras de configurar os diversos materiais dentro de um projeto. Assim, você cria e aprende atalhos novos, que aceleram e dinamizam a sua forma de trabalhar.

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Configurações ideais para renderizar com V-Ray

Na internet, existem inúmeros tutoriais que ensinam como instalar o software. Ainda que o V-Ray seja acessível para praticamente qualquer máquina, é aconselhável que você invista em um computador com certos requisitos recomendáveis, que facilitarão bastante o seu trabalho de criação.

Isso é especialmente importante, mesmo porque o V-Ray é apenas um dos programas usados por arquitetos e engenheiros. Os computadores ainda precisam rodar tranquilamente ainda o ZWCAD, o SketchUp, o Revit, o 3ds Max, o Photoshop, entre outros.

Pode ser difícil encontrar uma máquina ideal para esses programas, mas preze por boa qualidade em algumas peças-chave, como placa de vídeo dedicada, placa mãe, memória e processador.

Motivos para você investir em um curso

Ainda que você tenha alcançado um bom ritmo de trabalho e dominado muito bem as ferramentas do software apenas com tutoriais e dicas gratuitas online, é sempre aconselhável que você invista em um curso mais completo sobre o V-Ray.

Os cursos são benéficos tanto para quem já tem autonomia no programa quanto para os iniciantes, pois abordam cada aspecto das configurações oferecidas, ampliando consideravelmente o conhecimento do aluno e capacitando-o como um especialista em modelagem 3D e renderização.

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Além disso, sejam online, sejam presenciais, os cursos ensinam mais do que apenas a elaborar o render. Ensinam também a ter uma metodologia de trabalho padronizada, conhecendo desde as primeiras etapas do trabalho de modelagem até os tratamentos finais das imagens e melhorias na apresentação dos projetos aos consumidores finais.

TotalCAD oferece um ciclo completo de softwares de desenho para projetistas, suprindo demandas dos campos da arquitetura, da engenharia e do design.

Os serviços compreendem a aquisição de programas voltados para cada fase da prática projetual — desenho CAD, modelagem 3D, renderização, estruturas, instalações prediais e infraestrutura —, eventos online, uma plataforma de ensino a distância (EAD) com cursos completos para aprendizado, além do suporte técnico online (STO) aos clientes.

Como uma central de ajuda para os profissionais, o blog da TotalCAD fornece materiais gratuitos a respeito do uso das ferramentas e sobre decisões projetuais mais recorrentes, além de dicas essenciais para escritórios de arquitetura, que vão desde divulgação no mercado até a organização do quadro de funcionários.

Depois de aprender tanto sobre como o V-Ray faz a diferença na elaboração e apresentação do seu trabalho, que tal saber mais sobre gerenciamento de projetos em arquitetura? Quais parâmetros e técnicas você domina? Clique aqui para baixar o nosso e-book e conhecer tudo sobre planejamento, cronogramas, execução e monitoramento de obras!

Maquete eletrônica: 10 motivos para usá-las na apresentação de projetos

A maioria dos profissionais da construção civil usa, hoje, computadores para desenhar plantas e cortes, modelar uma maquete eletrônica, fazer planilhas ou preparar documentações. Nas duas últimas décadas, os softwares CAD (em português, desenho assistido por computador) têm avançado tanto que pode ser difícil adaptar-se às inovações.

A principal forma de apresentar projetos atualmente é por meio da maquete eletrônica: construção tridimensional que simula espaços internos e externos e que veio para modificar completamente o modo de projetar. Quanto maior a precisão na construção dos modelos, menores são as chances de erros na execução.

É inegável o quanto essas ferramentas reduzem o trabalho com desenhos que, em épocas passadas, demandavam semanas de dedicação dos profissionais de arquitetura e engenharia. Agora, é possível focar na excelência das soluções com muito mais praticidade.

Se você é um profissional de arquitetura ou engenharia e ainda não está convencido de que precisa investir nesse conhecimento, destacamos, a seguir, 10 razões para explorar as maquetes eletrônicas. Acompanhe!

1. Ótima relação custo/benefício entre software e maquete eletrônica

É verdade que vários dos programas mais conhecidos demandam altos investimentos — em cursos, tempo de aprendizado e compra de licenças de uso. Mas também é possível encontrar alternativas gratuitas de excelente qualidade que lhe possibilita a projetar uma maquete eletrônica. Confira aqui. 

A principal diferença entre os dois tipos é que as gratuitas não têm algumas das ferramentas mais avançadas existentes nas versões pagas. No entanto, o desempenho não é gravemente prejudicado: elas continuam trazendo rapidez às várias etapas da atividade projetual.

Os softwares, sejam pagos ou não, devem ser adquiridos com representantes ou em sites oficiais. Aliás, atenção: o download de programas em locais alternativos abre espaço para a invasão de vírus, que podem prejudicar a performance e a segurança do seu computador.

maquete eletrônica

2. Facilidade no manuseio

Assim como ocorre com qualquer outra ferramenta que não seja tão familiar, o manuseio dos programas de modelagem parece complicado e impossível de se aprender em um primeiro momento.

No entanto, existem ótimos sites que oferecem pacotes bem acessíveis de tutoriais dos vários softwares. O mais importante é não desistir! Com mais tempo de uso e dominando melhor os comandos, é possível atingir uma ótima produtividade.

maquete eletrônica

3. Criatividade ilimitada

Ao contrário do que se pode pensar, os softwares CAD não necessariamente limitam seus meios de criação. A grande variedade de ferramentas internas de desenho permite a elaboração de formas orgânicas ou geométricas, simples ou rebuscadas.

Caso tenha dificuldades de pensar diretamente em frente à tela vazia do software, uma boa solução é definir as principais linhas e diretrizes do seu projeto manualmente e, só depois, transportar esses conceitos para o computador.

4. Possibilidade de testar soluções

Projetar nesses programas facilita — e muito! — as modificações, sejam de revestimentos, de iluminação, de volumetria ou de fachada, quando necessárias. Pensando na demanda pelo desenvolvimento sustentável, é possível testar o desempenho energético da edificação ou do ambiente frente às condições climáticas nas quais a construção será executada.

Devido à escassez de recursos naturais dos últimos anos, esse aspecto é importantíssimo. Por isso, é preciso pensar sempre no consumo consciente de água e energia elétrica, além de dispor os resíduos de maneira a não prejudicar tanto o ambiente como os sistemas urbanos.

Assim, os profissionais produzem uma multiplicidade interessante de soluções para seus clientes, demonstrando diversos estilos construtivos e formas de corresponder às suas expectativas.

5. Personalização do modo de trabalho

As ferramentas computacionais admitem vários níveis de customização. Desse modo, cada profissional pode (e deve) adequá-la aos seus padrões de formatação e à sua forma de desenhar, evitando retrabalhos desnecessários.

Outro tipo de personalização refere-se às configurações do renderizador (ferramenta que dá ao desenho o aspecto de realidade, como uma foto real) e ao tratamento da imagem após a renderização. Essa última prática ajuda a alterar detalhes que aumentam ainda mais o nível de realidade da imagem final, como a saturação de cores e o brilho.

6. Economia de tempo e recursos

Representar projetos com maquetes eletrônicas também resulta em economia de recursos: seu escritório gasta menos com impressões e a fabricação de modelos físicos, o que gera menos resíduos provenientes do descarte de propostas não utilizadas. O planeta agradece!

 7. Redução da quantidade de erros

Com imagens tão acessíveis, as más interpretações de seu material são reduzidas ao mínimo — afinal, os clientes não são obrigados a ter domínio técnico para compreender totalmente os projetos por meio apenas de plantas baixas e cortes.

Pelos mesmos motivos, a maquete eletrônica funciona bem também para evitar erros por parte da equipe de obra. Isso vale tanto para a compra de materiais quanto para a execução das etapas do projeto.

8. Compatibilização sem complicações

Ao escolher softwares que se integrem à tecnologia Building Information Modeling (BIM), por exemplo, você simplifica uma fase importantíssima: a compatibilização de projetos, que é essencial para que sua obra transcorra da melhor forma possível. Mas como funciona o BIM?

A partir do modelo 3D completo inserido, o sistema extrai todas as informações complementares — plantas, cortes, quantificação, precificação de insumos, dentre outras. Assim, a documentação não precisa ser encaminhada para vários profissionais diferentes nem enfrentar problemas como perdas ou alterações desnecessárias.

Se os programas escolhidos incluírem aplicativos para tablets e smartphones, melhor ainda. Assim, profissionais e clientes podem ter acesso aos arquivos, de qualquer lugar.

9. Facilidade na apresentação de projetos

Apresentar projetos 3D bem modelados em uma maquete eletrônica permite uma visualização com alto nível de realidade e em vários ângulos, especialmente após a renderização e o tratamento final da imagem. Isso traz credibilidade aos profissionais envolvidos, impressiona e conquista os clientes (que vão perceber como aquela solução pode atender bem às suas necessidades).

Para tanto, faz toda a diferença utilizar blocos ricos em detalhes — existem amplas coleções deles, feitas por profissionais especializados. O SketchUp, por exemplo, tem a maior biblioteca de blocos 3D do mundo.

10. Enriquecimento do portfólio

Elaborar um portfólio com imagens das propostas elaboradas por você e sua equipe, antes mesmo delas ficarem prontas de verdade, deve ser um de seus principais interesses. Os benefícios são muitos:

  • é mais atrativo, do ponto de vista do cliente, do que uma série de desenhos técnicos;
  • facilita a venda dos serviços;
  • o design do portfólio fica visualmente mais interessante;
  • a alteração e a aprovação dos projetos são muito mais rápidas.

Todos esses fatores, unidos, trazem visibilidade e autoridade dentro do mercado de arquitetura de sua região. E isso significa o fechamento de mais propostas e maior rentabilidade!

Existem softwares de diferentes níveis de complexidade, desde os mais acessíveis até os mais exigentes, como SketchUp, Promob, Revit e 3D Max. Cada um tem diferentes vantagens, que dependem do nível de adaptação do profissional. Dentre os citados, o que menos exige computadores com configuração sofisticada é o SketchUp, o mais utilizado no mundo.

Pronto para investir na maquete eletrônica para a apresentação de seus projetos? Comece o quanto antes e se diferencie no mercado. E, para receber nossas dicas e novidades sobre arquitetura e engenharia, assine nossa newsletter!

Como escolher um software para engenharia, arquitetura e construção civil?

Se você é do ramo da engenharia e da arquitetura, certamente já enfrentou problemas relacionados à escolha de software. São diversas as ferramentas disponíveis no mercado com infinitas funcionalidades. Com isso, fica difícil escolher um software para engenharia que tenha todas as ferramentas mas que não seja excessivo com inúmeras aplicações que nunca serão utilizadas.

Além disso, nessas áreas você nunca precisa somente de um software para engenharia para tocar os projetos. São necessários vários deles para conseguir criar plantas, modelos 3D, o design de interiores etc.

Sabendo que será melhor integrar ferramentas do que escolher um software para engenharia que tente resolver tudo, é preciso pensar, a fim de escolher uma carteira de softwares que atenda bem e com a maior eficiência possível. Confira as dicas do post que preparamos!

Quais as características de um software para engenharia, arquitetura e construção civil?

Atualmente, há uma quantidade enorme de softwares para engenharia, arquitetura e construção civil. A Tecnologia da Informação se desenvolveu muito nas últimas décadas e passou a oferecer soluções para os mais diversos problemas da vida cotidiana e do mundo empresarial.

Na área da engenharia civil, então, muitas ferramentas surgiram para tornar tarefas chatas e burocráticas mais simples. Além disso, as ferramentas de automação de cálculos têm tornado tudo mais preciso e seguro. Sendo assim, os engenheiros e arquitetos não precisam mais fazer todo o “trabalho bruto” de cálculos e desenhos: basta um software para engenharia e tudo se resolve com muito mais praticidade.

Por isso, fizemos um resumo com as 3 principais características que todo o software de arquitetura e de engenharia deve ter:

Praticidade e usabilidade

Por mais que o domínio da tecnologia seja uma demanda cada vez mais frequente em todas as profissões, não podemos exigir que engenheiros e arquitetos sejam experts em softwares. Para isso, é importante que a interface (o local onde interagimos com o programa) seja bem intuitiva e mostre as ferramentas mais utilizadas de uma forma simples.

Imagine só: você usaria um programa em que tivesse que passar alguns minutos do seu dia tentando localizar onde se insere as texturas, como renderizar seu modelo, etc? Claro que não! Seu tempo é precioso e você precisa de um software para engenharia que deixe tudo mais prático e intuitivo.

software para engenharia

Possibilidade de integração com outros softwares

Certamente, nunca vai haver um software que satisfaça todas as suas demandas nos projetos. Os produtos são especializados em um segmento e produzir um software para engenharia que dê conta de tudo seria muito caro, além de demandar um processamento computacional muito grande — o que o tornaria inviável para o uso no dia a dia da construção civil.

Por isso, as melhores ferramentas são aquelas que se integram com os principais softwares para engenharia e arquitetura. Por exemplo, o SketchUp certamente é o ideal no setor de construção de modelos 3D para arquitetura e para o design de interiores.

Porém ele não é tão bom para renderizar modelos 3D e nem tem todas as peças para fabricação de móveis disponíveis. É para isso que outras duas ferramentas chegaram para completá-lo.

Com os chamados plug-ins, o V-Ray consegue criar modelos renderizados maravilhosos para mostrar para os clientes, ao passo que o Gabster tem todos os modelos de madeira e peças para móveis planejados para a integração com o SketchUp.

Ferramentas completas

Parece contraditório com o que dissemos no item anterior, não é mesmo? Mas, aqui, não queremos dizer que um software tem de ter todas as ferramentas possíveis, mas que, dentro daquilo que ele se propõe, ele deve ser completo. Vamos dar o exemplo do V-Ray.

Há diversos programas de renderização no mercado, mas muitos deles não atendem a uma demanda importante dos arquitetos e engenheiros: não oferecem muitas opções com resoluções mais baixas para as renderizações.

Com isso, os profissionais são obrigados a produzir arquivos pesados e demorados na etapa dos esboços e rascunhos. Outros, então, não se integram bem com o SketchUp, a ferramenta mais utilizada atualmente.

Já o V-Ray é completo nesse quesito: ele oferece várias opções de renderização em baixa resolução, além de funcionar perfeitamente com o SketchUp. Por isso, na hora de escolher um software de engenharia é essencial saber se ele é completo no setor que ele se propõe. Senão, você vai precisar de mais uma aplicação para suprir a lacuna que ele deixou.

Nesses casos, é essencial procurar uma consultoria e um vendedor especializado no ramo. Ao conversar com um consultor, ele vai te falar qual é a melhor solução, pensando naquilo que você precisa. Nele você vai poder confiar, uma vez que ele não é um mero vendedor tentando te empurrar um produto.

software para engenharia

Quais as vantagens de contar com um software para engenharia?

Redução do investimento em tecnologia

Quando você contrata um bom provedor de serviços de TI, você perceberá que os gastos com tecnologia em vez de aumentarem, vão se reduzir. Isso porque ele te dará todo o suporte necessário, ajudará no treinamento e ainda auxiliará na personalização de uma plataforma completa e enxuta para você.

Flexibilidade e escalabilidade

Você concorda que cada projeto tem suas especificidades? Algumas vezes, um determinado projeto pode demandar um software para engenharia que você ainda não tem. Por isso, é importante ter um provedor de serviços completo, que poderá responder prontamente àquela nova necessidade. Da mesma forma, ele poderá tirar esse serviço — ou qualquer outro — que não for mais útil no momento.

Além da flexibilidade, há a importante questão da escalabilidade, que é a capacidade de aumentar ou reduzir os serviços mediante o aumento ou a redução da demanda externa. Então, se em uma alta temporada você tiver de tocar vários projetos, esses softwares darão conta do crescimento.

Se, por outro lado, a economia desaquecer e você precisar diminuir suas operações, o softwares para engenharia também poderá ser reduzido proporcionalmente. Desse modo, você não terá gastos elevados e poderá continuar contando com a tecnologia.

software para engenharia

Acessibilidade de qualquer lugar

A acessibilidade é outro fator crucial: uma empresa provavelmente não toca somente uma obra em um só lugar. São vários canteiros dispersos nas mais diversas localidades. Por isso, os sistemas e as soluções tecnológicas têm de ser acessíveis em qualquer local.

Assim, por exemplo, a medição de um local pode ser lançada em tempo real pela nuvem ao escritório. Lá mesmo, o engenheiro e o arquiteto já podem iniciar o projeto com os dados certos.

Quais os principais softwares para cada área?

Arquitetura: SketchUp

O SketchUp — anteriormente chamado de Google SketchUp — é um programa de computador para modelagem 3D com uma ampla gama de possibilidade de desenho em 3D para as mais diversas áreas, como arquitetura, design de interiores, arquitetura paisagista, engenharia civil e mecânica, design de filmes e videogames.

Ele está disponível tanto em uma versão freeware — conhecida como SketchUp Make ou como SketchUp free a partir de 2017 — e uma versão paga com funcionalidades adicionais, SketchUp Pro. O SketchUp é propriedade da Trimble Inc., uma empresa de ferramentas de mapeamento e de navegação.

O programa conta com uma ampla base de usuários e, por isso, também existe uma enorme biblioteca on-line de montagens de modelos gratuitos (por exemplo, janelas, portas, automóveis) e um armazém 3D, para o qual os usuários podem contribuir com modelos.

O programa inclui ainda a funcionalidade de layout de desenho, permite a renderização da superfície dos objetos em “estilos” variáveis, oferece suporte a programas de “plug-in” de terceiros hospedados em um site chamado Extension Warehouse, a fim de enriquecer seus recursos (atualmente, por exemplo, já foi criado um plug-in para renderização fotorrealista dos modelos) e, para completar, permite a colocação de modelos no Google Earth.

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Design de interior: V-Ray

O V-Ray é um software de renderização de imagens geradas por computador, desenvolvido pela empresa búlgara Chaos Group, que foi criado em Sofia, em 1997. O V-Ray mais comercializado não é uma plataforma em si; na verdade é um plug-in comercial para softwares de computação 3D de terceiros.

Ele é principalmente utilizado para visualizações e computação gráfica em indústrias, como mídia, entretenimento, produção de filmes e videogames, design industrial, design de produtos e arquitetura.

O V-Ray é um mecanismo de renderização que usa algoritmos de iluminação global, incluindo rastreamento de caminho, mapeamento de fótons, mapas de irradiação e iluminação global diretamente calculada.

As aplicações 3D da área de trabalho suportadas pelo V-Ray são:

  • Autodesk 3ds Max

  • Autodesk Revit

  • Cinema 4D

  • Maya

  • Modo

  • Nuke

  • Rhinoceros

  • SketchUp

  • Softimage

  • Blender

Há ainda as versões acadêmicas do V-Ray e a plataforma individual, que não está integrada a outros programas. Porém, como todos os designeres de interiores já estão em outra plataforma, a versão plug-in foi a que mais se popularizou.

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Quando comparado aos concorrentes, o V-Ray é muito mais rápido do que o resto. Isso significa tempos de renderização mais rápidos, animações, rascunhos etc. Você, ao rascunhar seus projetos, sabe da importância do tempo. Afinal, com grande parte dos programas atuais, você espera mais tempo pelo processamento da renderização do que com o processo criativo do modelo em si.

Brincadeiras à parte, porém, é importante ter uma ferramenta de visualização que permita ver rapidamente se algo vai funcionar antes de se comprometer plenamente com renderizações de alta qualidade (que provavelmente serão descartadas nessa fase de esboço do projeto). O V-Ray é perfeito para evitar isso!

Em configurações mais baixas, o V-Ray vai bombardear uma série de imagens de baixa qualidade que lhe dará a sensação de material, de cor e de luz para que decisões rápidas possam ser tomadas em relação à composição e ao enquadramento. Claro, todo o software de renderização permite que você crie imagens de rascunho, mas nenhum deles opera tão rapidamente quanto o V-Ray.

Marcenaria e mobiliário: Gabster

Este é outro plug-in que pode ser integrado ao SketchUp com a finalidade de criar projetos matadores. Ele é capaz de criar móveis planejados e projetos de marcenaria em 3D que darão aos seus clientes uma visualização muito real ao projeto a ser colocado em prática.

software para engenharia

O Gabster conta com uma imensa biblioteca de materiais, formas, peças e texturas utilizadas no mercado. Por exemplo, nele você consegue, até mesmo, planejar os locais de inserção de dobradiças, de pinos de encaixe, de parafusos e de abridores. É realmente um programa completo! Conheça as soluções que o desenvolvedor oferece:

Solução cloud

Portal administrativo web para o fabricante informar custos e markups.

Sob medida

Componentes e blocos editáveis, escaláveis nos 3 eixos, obedecendo a engenharia da fábrica.

Orçamentos rápidos

Orçamento completo do projeto dentro do SketchUp.

Conectado a arquitetos

Potencial de expansão para utilização da biblioteca pela rede de arquitetos.

Escalável

A engenharia aplicada nos componentes editáveis evita problemas de projetos.

Redução de assistência

Aplicando a engenharia do mobiliário com precisão, na fase de projeto, eliminam-se surpresas durante a montagem dos móveis.

Setup automatizado

Facilidade para inserir o projeto na fábrica. Com poucos cliques as máquinas recebem os setups.

Montagens corretas

A conferência por código de barras organiza a expedição e nenhuma peça fica para trás na entrega.

Maior produtividade

Extraia todo o potencial da estrutura atual, faça mais com os recursos que já tem.

 

Projeto executivo: ZWCAD

O ZWCAD é um software para a criação de desenhos técnicos bidimensionais, que tem também ferramentas que possibilitam a modelação 3D por meio de sólidos e de fotorrealismo. Ele é muito versátil e pode ser utilizados por profissionais de várias áreas, como arquitetos, engenheiros civis, projetistas de redes elétricas e hidráulicas, designers, desenhistas de moldes e topógrafos.

Para quem já está familiarizado com o AutoCAD, não haverá muita dificuldade: os comandos são praticamente idênticos e há uma compatibilidade total com os arquivos DWG que você já tiver produzido. Entre suas ferramentas estão:

Design center

Faz o gerenciamento e acessa os conteúdos do desenho, como blocos, xrefs, camadas etc.

Block editor

Abre uma área independente para criar e editar definições de bloco. Você pode salvar um desenho como um bloco, definir atributos e editar um bloco de escala não uniforme no Editor de Blocos.

Calculadora rápida

Execute o cálculo dentro do CAD, assim como você faria com uma calculadora de área de trabalho. 

software para engenharia

Projeto hidráulico 3D: 3skeng

O 3skeng é uma extensão para projetos de engenharia 3D no SketchUp. Como todos os exemplos anteriores, é uma ferramenta intuitiva, fácil de usar e completa. Com ela, seu projeto hidráulico fica mais simples, pois ela faz tudo:

  • a projeção e a documentação de MEP;

  • o planejamento das estruturas de aço e tubagem;

  • o projeto 3D das estruturas de aço e tubagens, etc.

Assim, você será capaz de apresentar para o seu cliente um projeto hidráulico completo e confiável.

Análise de eficiência energética: Sefaira

O Sefaira é um programa completo para a análise da eficiência energética e um dos poucos que conseguem analisar o desempenho de um modelo 3D. Assim, os profissionais da Arquitetura conseguirão um feedback sobre a iluminação natural, a eficiência energética e o conforto dentro de seus projetos. Assim, eles podem criar edifícios cada vez melhores e ambientalmente sustentáveis.

Como escolher o software para engenharia mais adequado?

Por mais que muitos fornecedores de software insistam que há uma solução única para todo e qualquer problema, para todo e qualquer profissional, acreditamos que a escolha deve ser mais realista, baseada sempre nas necessidades de cada profissional.

Afinal, vai haver sempre quem precisa de apenas algumas funcionalidades enquanto outros precisam de uma série de ferramentas para todas as etapas da arquitetura e da construção civil, desde as fundações até a decoração.

Então, propomos 3 passos para que você escolha o software para engenharia ideal:

software para engenharia

1. Elenque as suas necessidades

O primeiro passo é você fazer uma lista de todos os processos que você considera ineficientes no seu dia a dia. Você gostaria de uma ferramenta para mover seus projetos para o digital? Está precisando de um sistema de gestão de obras? Ou deseja melhorar seus projetos de interiores?

Faça uma listinha mesmo, tipo aquelas de supermercado. Coloque tudo o que você precisa para que seu negócio corra suavemente e tenha a melhor eficiência possível, aumentando os lucros e diminuindo o seu trabalho.

2. Procure um consultor especializado

Procure um fornecedor que tenha diversos produtos para te oferecer. Quando você procura um consultor especializado em um software para engenharia, ele vai tentar te vender aquilo de qualquer modo como se fosse a solução para todos os problemas.

No entanto, quando você procura um fornecedor com diversos produtos e parceiros, ele vai saber te escutar e pensar qual é o leque de ferramentas que atende você com o menor custo e com maior eficiência. Assim, você não vai precisar comprar muitas ferramentas e poderá contar com um leque mais enxuto.

software para engenharia

3. Saiba filtrar quando for necessário

Mesmo depois de fechar um pacote de softwares, saiba que você pode personalizá-lo. Com o tempo, você vai ver que há ferramentas que você nunca utilizará ao passo que sentirá falta de outras. Nisso, vai construindo um sistema feito para você em vez de ficar com uma solução pré-fabricada.

A personalização é a grande tendência do TI atualmente e, certamente, se você procurar uma empresa séria ela vai te fornecer esse serviço e estará lá sempre lhe dando suporte.

Com essas dicas que demos aqui, temos a certeza de que a tarefa de escolher um software para engenharia não será tão complicada. Para isso, basta pensar bastante no que você precisa e escolher um fornecedor de confiança, que tenha uma boa carteira de produtos e ainda conte com inúmeros parceiros.

E aí, gostou das dicas sobre ter um software para engenharia, arquitetura e construção civil de qualidade para seus projetos? Então, não deixe de assinar a nossa newsletter para receber nossas atualizações em seu e-mail!

Criatividade em projetos de arquitetura: descubra os mitos!

A criatividade em projetos de arquitetura vem sendo atrelada à extravagância visual, principalmente por pessoas leigas ou em processo de maturação profissional — muitas vezes, inclusive, destituída de real funcionalidade. 

No entanto, a arquitetura precisa se apoiar em três pilares fortes para cumprir seu devido papel: o programa, a técnica e a arte. Essa última está essencialmente conectada ao lugar do projeto, à cultura local e aos aspectos urbanísticos que interferem na vida cotidiana.

Nenhum dos pilares se beneficiam da visão atual da criatividade. E você, quer entender o que é ser criativo em arquitetura e se desvincular de vez dos mitos que só atrapalham o resultado dos seus projetos? Então, continue com a leitura.

  

Conceito de criatividade

A primeira ideia que vem à mente quando falamos em criatividade é “inspiração” — outra palavra deturpada na visão atual. Considera-se que algo é criativo quando é inusitado, imprevisto, e, frequentemente, fruto de uma espécie de talento.

O “ser talentoso” é acometido de uma “inspiração” que provoca o surgimento de algo “criativo”. A criatividade vai se destituindo de seu sentido original, que é, segundo o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, a “capacidade de criar, de inventar”.

Todo ser humano é criativo, é uma das características inerentes ao homem, na medida em que, em todas as áreas do conhecimento, há sempre criação de novos conceitos. Muitas dessas novidades, no entanto, não surgem de repente, elas são fruto de evoluções geradas ao aprimorar-se conceitos já existentes.

Portanto, considerar criativo apenas o que é completamente inovador é ignorar toda a trajetória de construção do conhecimento que levou a essa inovação. A verdadeira criatividade não está apenas neste fim, mas encontra-se a cada passo do caminho.

A verdadeira criatividade em projetos de arquitetura

Ao criar, o arquiteto precisa encontrar a área comum entre o que o cliente deseja, o que o projeto necessita e as suas próprias aspirações artísticas. Muitas vezes, questões orçamentárias e de prazo parecem travar uma verdadeira batalha contra a criatividade, mas, manter-se aberto à inovação não significa ter todas as possibilidades do mundo à sua disposição.

Frequentemente, a criatividade se beneficia dos problemas apresentados, pois eles forçam a busca por uma solução. Você pode se ater ao básico, ao já testado, e aplicar fórmulas cômodas aos seus projetos — a chamada Síndrome da Jaula Pequena —, ou pode se permitir buscar respostas criativas por meio de outros processos.

Esqueça seus conceitos iniciais

Se você acredita que a Criatividade em projetos de arquitetura vem de uma faísca que depende apenas de inspiração momentânea, está enganado. Soluções criativas são encontradas por meio da aplicação de bagagem cultural, conhecimentos previamente adquiridos e foco em objetivos.

Tanto que, em geral, para quem criou a solução, ela parece sempre óbvia e nada inovadora. Steve Jobs, fundador da Apple, dizia que “quando você pergunta a uma pessoa criativa como ela criou algo, ela se sente um pouco culpada porque, na realidade, ela não criou nada. Ela apenas observou algo que lhe pareceu óbvio após algum tempo”.

Portanto, para estimular sua criatividade, não fique obcecado em encontrar a “solução maravilhosa” na qual ninguém pensou antes. Foque em resolver os problemas que você tem a sua frente com o conhecimento adquirido ao longo de toda a sua existência.

Fortaleça seu repertório

Não permita que seu mundo seja apenas a arquitetura, busque novas experiências e explore todos os aspectos culturais ao seu redor. Antoni Gaudí, por exemplo, produzia a parte da serralheria — grades, janelas, fechaduras etc.—, conhecimento que foi adquirido na oficina de seu pai, onde começou a trabalhar com apenas 8 anos de idade.

Ou seja, onde muitos costumam ver apenas um fornecedor, Gaudí viu espaço para inovação. Muito disso tem a ver com a experiência pessoal do arquiteto, mas você também possui vivências próprias. Basta exercitar a arte de mesclar conceitos.

 Utilize o design thinking

O design thinking é um método que a cada dia conquista mais pessoas. Ele se baseia em processos que levam em consideração não apenas o problema, mas a quem ele afeta e quais os fatores interferem em sua resolução.

Para a arquitetura, é uma ferramenta perfeita, porque um ambiente — parque, prédio, casa, ponte etc. — nunca é apenas um espaço. Ele tem uma funcionalidade, precisa servir àqueles que o utilizarão no contexto em que esses usuários estão inseridos.

Assim, um projeto arquitetônico que não leva em consideração esses fatores, mesmo que possua um design nunca antes visto, que seja feito de um material totalmente novo ou em uma estrutura complexa, se não atender às necessidades de seus usuários, ele terá falhado. Portanto, é papel do arquiteto fazer diariamente os passos do design thinking, que são:

  • imersão: dedicar um tempo a entrar no mundo dos futuros usuários do projeto, compreender seus valores e sua cultura, seus costumes e tentar entender de que forma eles pretendem utilizar a construção final;
  • análise e síntese: repassar toda a informação coletada na fase de imersão, traduzindo conceitos abstratos (valores, por exemplo) em um ou mais problemas a serem resolvidos com o projeto;
  • ideação: este é o momento de encontrar soluções executáveis para o problema identificado;
  • prototipação: executar a solução dentro do projeto.

Na verdade, esses passos fazem parte da vida de todo bom arquiteto. O desafio é saber mostrar esse processo ao cliente. Nesse sentido, o design thinking pode trazer a organização necessária para a transmissão de toda essa informação de forma clara e narrativa, facilitando o diálogo.

Criatividade é comprometimento

A criatividade em projetos de arquitetura não é sinônimo de extravagância. Ao contrário, muitas grandes ideias são consideradas geniais em função da sua simplicidade: são simples, mas solucionam problemas complexos.

O que está atrelado a esse conceito é a questão do comprometimento. Um projeto arquitetônico não está a serviço apenas do cliente ou do arquiteto, mas intimamente relacionado ao bem-estar das pessoas. Este é o problema número um a ser solucionado por essa que é considerada a mãe das artes.

Vimos neste texto que, a criatividade em projetos de arquitetura não é uma característica chave para fazer um esboço de sucesso. Para continue antenado, curta a nossa página do Facebook e não perca nenhuma nova dica!

12 motivos para sua Empresa Substituir o AutoCAD e Economizar

Custos anuais cada vez mais altos para softwares que não recebem mais atualizações significativas, políticas comerciais nada amigáveis, fiscalizações constantes e inoportunas, são inúmeros os motivos que fazem com que cada vez mais empresas optem em substituir o AutoCAD ®, considerado um dos principais softwares para criação de projetos.

Por mais que você esteja convencido de que substituir o AutoCAD® é necessário, o grande desafio é convencer gestores resistentes às mudanças, pois sabemos que uma das maiores dificuldades nos departamentos envolvidos com o licenciamento de software é lidar com o alto custo da manutenção de licenças na empresa.

Você deverá dispor de argumentos convincentes de que a mudança será benéfica para empresa e provar por A + B que, no final dessa iniciativa, haverá retorno significativo sobre o investimento feito pela organização ao substituir o AutoCAD® por ZWCAD, sem perder a produtividade.

Separamos algumas razões que irão ajudá-los a convencer os gestores de que está na hora de substituir o AutoCAD na sua empresa. Vamos lá:

1: Compatibilidade DWG

Talvez você e sua equipe já saibam que o ZWCAD ajuda os projetistas a aumentarem a eficiência na elaboração de projetos, criando desenhos melhores, mais rápidos e precisos, por ter suporte nativo ao formato DWG e interface amigável de fácil uso.

E que os seus formatos de desenho CAD (DWG, DXF) são totalmente compatíveis com os formatos disponíveis no mercado, desta forma o projetista poderá compartilhar arquivos com outras plataformas CAD sem perdas de dados ou problemas de compatibilidade.

2: Interface Familiar

Certamente, uma das grandes vantagens do ZWCAD é sua interface familiar. Que por ser padrão do tradicional AutoCAD não requer a necessidade de reaprendizado para começar ou modificar seus projetos com o ZWCAD.

Tranquilidade no momento da transição é importante. Afinal, mais de 95% dos usuários CAD experientes podem mudar para o ZWCAD imediatamente sem perdas de eficiência ou necessidade de aprendizado.


Interface Gráfica Similar

menu zwcad

ZWCAD fornece interface de usuário semelhante com o AutoCAD. No ZWCAD o usuário pode optar pela interface Ribbon ou clássica.

Além da possibilidade de alternar facilmente entre elas.

Saiba que o ZWCAD tem janelas semelhantes ao do AutoCAD.

Veja o exemplo da janela de plotagem do ZWCAD na imagem abaixo.

plotagem zwcad

3) Comandos similares para substituir o AutoCAD ®.

ZWCAD possui a maioria dos recursos e comandos 2D existentes no tradicional AutoCAD e também recursos do 3D.

ZWCAD fornece nomes de comandos e abreviaturas/atalhos de comando semelhantes ao AutoCAD® mais tradicional usado no mercado.

barra de ferramentas para substituir autocad

4) Compatibilidade com API’s

As APIs compatíveis são as mesmas do AutoCAD, fazendo o processo de migração ou o desenvolvimento do seu plugin mais fácil e rápido.

As APIs disponíveis no software cad 2D/3D ZWCAD são:

  • LISP / FAS / ZEL / ZELX
  • VBA
  • ZRX (similar ao ARX®)
  • .NET
  • SDS (Similar ao ADS)
  • VLS (Similar ao VLX)

Com isso o desenvolvedor do plugin modificará pouco esse código para poder compatibilizar para o ZWCAD, economizando muito tempo e trabalho.

5) Plataforma leve

Com um instalador extremamente leve que possui apenas 302MB o que proporciona a economia de espaço em disco, memória e recursos de seu computador, fato importante para atender as necessidades diárias dos projetistas.

Diferente do instalador do AutoCAD® que ocupa mais espaço e memória do que ZWCAD, proporcionando um tempo gasto muito maior para concluir sua instalação.

plataforma leve zwcad

 

6) Menor Exigência de Hardware (Computador)

Um ponto de extrema importância para quem trabalha com CAD é o investimento a ser realizado em computadores. À medida que os usuários do AutoCAD® necessitam de 8 GB (recomendado) para a versão de 64 bits do AutoCAD 2017 e mais 6 GB de instalação de espaço em disco.

Já os usuários do ZWCAD necessitam de 2 GB (recomendado) para a versão de 64 bits do ZWCAD 2018 e 302 MB de instalação de espaço em disco. 

A utilização do hardware em seu computador é totalmente otimizada no ZWCAD, desta forma a consumir menos memória RAM do computador em comparação com outros softwares CAD com desenhos abertos, e tem melhor desempenho em editar os desenhos.

desempenho zwcad

7) Abertura mais rápida de desenhos grandes

De acordo com os feedbacks de usuários satisfeitos do ZWCAD que já passaram por este processo de substituir o autocad.

E também comprovado através desse teste de velocidade entre ZWCAD vs AutoCAD® fica claro que ZWCAD tem um desempenho mais rápido na abertura de arquivos grandes pois conta com nova tecnologia de otimização de memória.

Em média, leva alguns segundos para iniciar o ZWCAD e abrir desenhos grandes, maiores de 100MB.

Faça você mesmo um teste e comprove!

8) Comparador de Arquivos DWG

Comparador de Arquivos DWG (Comando: FCMP) ajuda o projetista a encontrar as diferenças entre revisões de um mesmo projeto. Normalmente é difícil identificar essas alterações, mais com o comparador de arquivos você poderá fazer isso facilmente.

Por exemplo, nos dois desenhos abaixo, as partes que não foram alteradas estarão em cinza e as partes que foram alteradas em uma cor diferente.

O usuário poderá personalizar a cor que será utilizada para apresentar as alterações.

comparador de arquivos dwg

Ainda tem dúvidas de como fazer as revisões de um mesmo projeto?

Veja esse vídeo da Roberta Vendramini especialista e referência em cursos na área de CAD, Clique Aqui.

9) Ferramentas Smarts:

Smart Mouse, Smart Voice, Smart Peek e Smart Select

Pensando no ganho de produtividade no setor de engenharia e projetos a fim de conquistar resultados cada vez melhores é que foram desenvolvidas as ferramentas smarts do ZWCAD.

ferramentas smarts

Sem dúvidas ganhar tempo no setor de projetos faz toda a diferença e este motivo deve ser levado em consideração no momento de a empresa substituir o AutoCAD® pelo ZWCAD e economizar tempo e dinheiro.

Com a ferramenta smart mouse você poderá executar comandos fazendo apenas um gesto com o mouse.

Basta clicar e segurar o botão direito do mouse e fazer um gesto específico que o ZWCAD executa o comando associado àquele gesto.

Veja este vídeo no youtube e saiba como utilizar esta incrível ferramenta. 

Na ferramenta smart voice é possível inserir observações com áudio direto no desenho. Certamente isso vai melhorar e muito a comunicação com os colaboradores e prestadores de serviço de sua empresa.

Já a ferramenta smart select auxilia no quantitativo para elementos trabalhados em forma de blocos no ZWCAD ou em outros projetos em DWG.

10) CAD Mais Econômico

Muitas empresas trabalham com um orçamento anual bem apertado isso é fato.
E como consequência, os responsáveis pelo setor de projetos devem estar sempre atentos aos custos do licenciamento com o AutoCAD®.

E nesse proposito de economizar com licenças de CAD sem perder a produtividade do setor de projetos o ZWCAD se enquadra muito bem.

Afinal o software é totalmente compatível com as versões do AutoCAD e suporta arquivos no formato DWG, DXF, DWT, bem como formatos de arquivo DGN.

Os comandos, os tipos de linha, os estilos de texto e os padrões de hachura também são semelhantes ao AutoCAD detalhes essenciais para o dia a dia da equipe de projetos.

Vamos aos preços?

Uma licença de AutoCAD em sua versão full é comercializado no site da Autodesk por incríveis R$4.538,15 (anual).

Qual o preço do AutoCAD?

preço do autocad
*Preços consultados no site Autodesk em Dezembro de 2017

Já o ZWCAD também em sua versão full (2D/3D) é comercializado por R$1.990,00 e vale lembrar que a licença do zwcad é permanente, não vence nunca e seus upgrades não são obrigatórios.

Veja na imagem abaixo que a diferença é ainda maior se o prazo de aquisição for para 03 anos.
Lembre-se, com ZWCAD você investe uma única vez e usa sempre um grande atrativo para sua empresa substituir o AutoCAD e economizar.

preço zwcad

11) Licenças Permanentes:

No modelo de licenciamento permanente as vantagens para empresa são diversas seja em economia, facilidade de uso e na manutenção das licenças do cad.

 Além da liberdade de escolha por parte dos usuários em fazer atualizações que no ZWCAD não são obrigatórias.

Diferente do modelo da subscrição anual onde as atualizações são obrigatórias fato que mexe muito com o planejamento e orçamento/verba de empresas e instituições governamentais.

Vale lembrar que diferente do licenciamento anual com prazo determinado para o uso as licenças do zwcad são permanentes e não vencem nunca.

12) Licenciamento em Rede/Network

E por último mas não menos importante está a opção do licenciamento em rede, uma forma mais econômica para empresas que precisam de muitas cópias do ZWCAD.  

Este formato de licença oferece a facilidade de que a estação de trabalho copie a licença da rede sem necessidade de se conectar ao servidor.

Para isso é necessário apenas que os arquivos de instalação estejam em uma pasta compartilhada na rede, assim as estações de trabalho podem instalar e configurar a licença a partir da pasta compartilhada.

Isso garante uma utilização ilimitada do software, aumentando sua produtividade, atendendo a demanda do setor de projetos e o melhor de tudo, com o menor custo x beneficio. 

Benefícios da licença em rede:
  • Capacidade de armazenar múltiplas licenças
  • Evitar perdas e furtos
  • Flexibilidade de uso de licenças

Se após todos esses motivos você ou sua equipe técnica ainda tiver dúvidas sobre como convencer a diretoria de sua empresa de que está na hora de substituir o AutoCAD fale Conosco e faça uma análise específica para avaliar o ZWCAD em seu negócio, sem resistências.😉

Temos a certeza que uma boa avaliação fará toda a diferença no levantamento do custo x benefício do seu setor de CAD.

avalie o zwcad

 


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As principais dicas para todos Designers de Interiores

O design de interiores é muito mais do que apenas estética. Afinal, está relacionado à busca de soluções de design criativas e inovadoras para ambientes, ao mesmo tempo em que se preocupa com a mente, saúde, segurança e bem-estar dos clientes — ou seja, com a melhora da qualidade de vida como um todo.

Tendo isso em vista, esse profissional desempenha um papel importante na vida cotidiana. É ele quem apresenta às pessoas a beleza, relaxamento e modernismo. Assim, é uma profissão que recebe grande atenção em todo o mundo hoje em dia, uma vez que o interesse das pessoas em ter um design agradável e atraente para suas estruturas está aumentando.

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Criamos este E-book onde falaremos:

Atuação dos Designers de Interiores – Os designers de interiores trabalham em ambientes residenciais e comerciais, aproveitando seu conhecimento de estética, função e segurança para melhorar a aparência de um espaço. Mostraremos todas as possíveis áreas de atuação a partir de suas habilidades

Oportunidades de Trabalho – Dentro do campo do design de interiores, há uma grande variedade de opções de carreira. Você pode iniciar sua própria prática, trabalhar para uma empresa pequena ou grande, ou se especializar em uma habilidade específica (como iluminação) ou uma área específica (como a hospitalidade).

Softwares para Designers de Interiores – Se tudo é digital hoje, então, por que não o design de interiores? Hoje, mesmo os mais antigos designers de interiores devem dominar mais de uma ferramenta de design auxiliado por computador (CAD) para projetar e planejar interiores. Mostraremos quais os melhores Softwares para os Designers

A importância do design de interiores é óbvia quando o profissional tem uma carreira excelente e bem-sucedida. Mas é importante ressaltar que um bom designer de interiores sempre precisará apresentar novas ideias e técnicas para manter a criatividade em seus projetos e obter grandes conquistas na profissão.

Ficou interessado? Baixe gratuitamente nosso E-Book e veja detalhado cada assunto!

Tire aqui todas as suas dúvidas sobre o arquivo DWG

Um arquivo com a extensão DWG é um arquivo do AutoCAD. Esse formato tornou-se padrão no mercado de projetos por sua capacidade de comportar muitas informações e também pela sua compatibilidade com uma série de programas. Hoje, você conhecerá melhor os arquivos DWG e os softwares CAD capazes de fazer sua leitura.

1. O que é a extensão DWG?

A extensão DWG é um formato proprietário usado para armazenar tanto desenhos em duas quanto em três dimensões, além de seus dados e metadados. Por causa disso, a extensão DWG é a mais utilizada em programas do tipo CAD, como o AutoCAD, por exemplo.

Entretanto, há uma vantagem incrível no uso da extensão DWG que não é imediatamente aparente quando damos a definição acima. O que faz dela tão especial é o fato de que pode ser lida de maneira não nativa por uma série de outros programas CAD.

Os arquivos DWG também não se resumem àqueles que terminam com essa extensão (.dwg). Formatos como o .bak, .dwt, .dws e .sv$ são todos parte dessa mesma família de arquivos.

Mas, para entender melhor a importância do DWG para softwares para projeto de arquitetura, engenharia e design, precisamos revisitar a sua história. É lá que encontraremos os motivos que levaram especialistas a desenvolverem esta alternativa. E também onde poderemos compreender, de fato, suas principais vantagens.

arquivo DWG

Já nos anos 1970, o DWG (.dwg) era o formato nativo de um programa que talvez você nunca tenha utilizado em toda a sua vida: o Interact CAD. Esse programa foi licenciado posteriormente pela Autodesk e se tornou a base do que hoje é o conhecido AutoCAD.

A partir do momento em que a empresa adquiriu os direitos do Interact CAD, ela não apenas passou a utilizar esse formato nos seus próprios programas, como também se concentrou em melhorá-lo e desenvolver variáveis que pudessem ser ainda mais úteis para projetistas.

Então, de 1982 até 2009, foi isso que a Autodesk fez, dia após dia. Chegaram a ser criadas até 18 versões dos arquivos DWG e, embora a maior parte deles não tenha sido documentada, eles estavam em uso por milhares de usuários.

Graças ao seu sucesso, o DWG atraiu muita atenção dentro da indústria e tornou-se um parâmetro. Com o passar dos anos, centenas de empresas tentaram controlar o formato, com moderados níveis de sucesso.

Hoje, porém, o que acontece é o seguinte: a Autodesk vende o seu formato proprietário para que ele possa ser utilizado em outros softwares, sob uma licença conhecida como RealDWG. Entretanto, nem todos os criadores de ferramentas de desenho CAD estão dispostos a adquirir esse formato, o que nos leva à seguinte situação.

Várias empresas tentaram (e ainda tentam) fazer a engenharia reversa do formato, a fim de entenderem o funcionamento dos arquivos DWG e fazê-los funcionarem em seus respectivos softwares. O caso de maior sucesso dessa engenharia reversa até hoje é o da Open Design Alliance.

A Open Design Alliance é um tipo de consórcio formado por profissionais do mundo inteiro e sem a intenção de obter lucro. Seu principal objetivo sempre foi o de popularizar a utilização de softwares CAD, mesmo para aqueles que não podem pagar por eles. Em sua empreitada, a Open Design Alliance conseguiu chegar ao que eles chamam de OpenDWG Toolkit.

Essa ferramenta (ou kit de ferramentas) pode ser utilizada por outras empresas para fazer com que seus softwares sejam capazes de ler e interpretar desenhos DWG. E é por isso que hoje você tem a opção de visualizá-los fora do AutoCAD, em softwares livres e não apenas em soluções proprietárias.

Ainda que o DWG tenha sido “quebrado” por empresas como a Open Design Alliance, as coisas não são tão simples assim. Afinal, a Autodesk detém os direitos sobre o formato e pode processar empresas que fazem o uso indevido dele. E foi isso que ela fez em 2006.

Ao conseguir na justiça uma ordem para que a Open Design Alliance parasse de “piratear” o formato DWG, a Autodesk foi bem-sucedida. Todavia, essa ordem conseguiu ser superada pela inclusão de uma mensagem de erro na abertura de todos os arquivos DWG. Ao fechar essa mensagem o usuário tinha acesso completo aos seus arquivos, como se nada tivesse acontecido.

arquivo DWG

Um formato tão controverso e disputado como o DWG só pode sê-lo porque é muito importante para a indústria, certo? Isso é inquestionável. Mas o que torna o DWG tão especial, no fim das contas?

A verdade é que DWG se refere, ao mesmo tempo, a uma tecnologia e a um tipo de arquivo (.dwg). E essa tecnologia foi a primeira a realmente transformar o mundo dos desenhos de projeto.

Como o DWG continha todas as informações que um usuário inseriu em um desenho CAD, ele era único. Nele, podiam (e ainda podem) ser incluídos desenhos, informação geométrica, mapas, fotos e tudo o mais que um projetista precisaria para completar o seu trabalho.

Até então, era possível fazer apenas uma dessas inclusões com os formatos disponíveis no mercado. Ou seja, você deveria criar um arquivo com os desenhos, outro com as informações geométricas e mais alguns com mapas e fotos. Não é difícil imaginar o quanto isso complicou o trabalho dos desenhistas de projeto, não é mesmo?

Por amplificar a produtividade dos profissionais, tornar a sua rotina de trabalho mais fácil e fazer tudo isso dentro de um dos softwares mais utilizados no mercado, o DWG é um dos formatos de arquivo mais importantes do século XX. E ele continuará sendo ao longo do século XXI.

arquivo DWG

2. Qual a relação entre o arquivo DWG e ZWCAD?

ZWCAD é uma opção barata e funcional para a execução de projetos 2D e 3D. Por isso mesmo, ele pode ser utilizado como o padrão para a execução de arquivos DWG sem que você tenha nenhum problema em sua visualização. Para fazer isso, porém, é preciso configurar o ZWCAD para que ele faça automaticamente a leitura dos seus arquivos DWG.

O processo todo é muito simples: você precisará apenas encontrar um arquivo DWG no seu computador e clicar nele com o botão direito. A partir daí deverá selecionar “Abrir com” e “Escolher programa padrão”.

Na janela que se abrirá, tudo que se deve fazer é escolher o ZWCAD e marcar “Sempre usar este programa para abrir arquivos dessa natureza/desse tipo”.

Assim, quando você clicar em arquivos DWG, eles sempre serão abertos com o ZWCAD. A vantagem é que, além desse software ser muito barato e eficiente, ele tem um dos melhores visualizadores de DWG do mercado. Por isso, utilizá-lo para processar esse tipo de arquivo pode ser uma boa ideia.

arquivo DWG

3. Qual a diferença entre DWG e DXF?

Além do formato de arquivo DWG, também se trabalha muito com o formato DXF na área de projetos. Mas você sabe exatamente o que diferencia ambos e quando é o momento mais adequado para utilizar cada um deles?

Os arquivos com a extensão DXF (.dxf) também foram desenvolvidos pela Autodesk para armazenar projetos. Entretanto, o seu principal diferencial é que eles foram criados tendo em vista o objetivo de compartilhar esses projetos de forma universal. Ou seja, a ideia é que o DXF seja suportado por mais aplicativos do que o DWG. Assim, você teria um formato exclusivo para utilizar quando quisesse importar os seus desenhos para outros softwares.

O DWG é muito parecido com o DXF, mas eles não são a mesma coisa. Um dos aspectos que os diferenciam, por exemplo, é o fato de que arquivos DXF podem ser baseados apenas em texto (ASCII). Isso faz com que eles sejam mais fáceis de implementar em outras aplicações.

Visualizar um arquivo DXF é razoavelmente mais fácil do que visualizar um arquivo DWG. A própria Autodesk fornece algumas ferramentas para que você possa fazer isso, como o A360 Viewer e o DWG TrueView. Entretanto, você pode utilizá-los também no AutoCAD, no TurboCAD, no CorelCAD, no Adobe Illustrator, no Cheetah3D e no LibreCAD.

Como os arquivos DXF são baseados em texto, eles também têm outra vantagem: podem ser abertos em ferramentas como o Notepad++ ou um simples Bloco de Notas. Isso não vai permitir que você visualize o desenho, mas apenas que confira a sequência de letras e números que o compõe, caso isso lhe seja útil.

4. Como visualizar um arquivo DWG?

Você já sabe que desenhos DWG podem conter designs, fotos, mapas, dados geométricos e que esse formato é proprietário da empresa Autodesk desde o ano de 1982. No entanto, uma dúvida que pode ter permanecido é como abrir esses arquivos. Afinal, talvez você não seja um usuário do AutoCAD e isso pode complicar um pouco as coisas.

Formatos proprietários são chamados assim por um motivo: para fazer uso deles, é preciso pagar royalties a quem os criou, ou utilizar um software criado pelo seu dono, o que nem sempre é a opção mais cômoda para todos os usuários.

Entretanto, a Autodesk é bastante generosa com relação à visualização e abertura de arquivos DWG. Isso porque ela oferece algumas alternativas completamente gratuitas para que você faça a leitura desses arquivos. Abaixo, você conhecerá quatro dos principais métodos utilizados para lidar com um arquivo DWG. Fique atento!

AutoCAD 360

O principal método para abrir arquivos DWG continua sendo o uso do AutoCAD 360. Essa versão online do AutoCAD é completamente gratuita e funciona fazendo a leitura e visualização de arquivos dessa natureza com muita facilidade, afinal, tem compatibilidade nativa.

O AutoCAD 360 é uma ferramenta focada na colaboração. Ele visa a trazer o trabalho de projetistas para o universo online, ou seja, permitir que eles estejam sempre conectados entre si ao realizar seus trabalhos.

Com a ferramenta, você pode não só visualizar, como também pode editar seus trabalhos de forma simples. Inclusive, é fácil encontrar aquilo que você procura ou compartilhar informações com uma equipe de profissionais. Outro benefício exclusivo dela é a compatibilidade com múltiplas plataformas.

O AutoCAD 360 funciona no iPhone, no Android, no seu computador e também em tablets. Isso significa que ele é um dos softwares de projeto mais acessíveis do mundo. Para utilizá-lo, navegue até a página de downloads do AutoCAD 360 no site da Autodesk, obtenha o app e faça a sua instalação.

Depois, é só escolher exatamente qual arquivo DWG você deseja visualizar, clicando em “Open”. Aqui, você também tem a opção de ver seus projetos armazenados em ferramentas como o Google Drive ou o Box: basta clicar em “Connect”.

Microsoft Visio

O Microsoft Visio é uma das formas mais práticas que visualizar um arquivo DWG quando não se tem acesso ao AutoCAD. Desenvolvida pela Microsoft, essa ferramenta tem capacidades incríveis para facilitar a vida de projetistas. Além de lidar com arquivos vetoriais, o Microsoft Visio é uma ferramenta de diagramação poderosa e funciona no regime Trialware (oferecendo um período de testes para seus usuários).

arquivo DWG

Após fazer a sua instalação, tudo que é preciso para visualizar arquivos DWG é clicar em “File”, ou “Arquivo”. A partir daí, seleciona-se o menu “Open” ou “Abrir” e uma janela do Explorer é aberta.

Nessa janela, você tem a opção de filtrar a visualização de arquivos e deixar aparentes apenas aqueles que são no formato DWG ou DXF. Para isso, basta selecionar AutoCAD Drawing em seu menu cascata. Feito isso, navegue até o arquivo que deseja abrir e pronto. Você poderá visualizá-lo com sucesso utilizando a ferramenta.

BRViewer2017

Você já ouviu falar do programa BRViewer2017? Ele oferece algumas vantagens para projetistas, dentre as quais a principal é o fato de poder ser baixado, instalado e utilizado de forma completamente gratuita.

O BRViewer2017 é compatível com arquivos DWG e DXF, e permite que você faça a visualização deles com 100% de precisão. Isso significa que, ao abrir um arquivo feito no AutoCAD, não haverá nenhum tipo de perda de informações. Isso é fundamental na hora de se escolher uma forma de visualizar seus arquivos DWG. O programa também permite que você imprima projetos, faça a medição deles, crie anotações e veja todas as suas camadas. Além disso, oferece ambas vistas 2D e 3D, o que é bastante útil.

Para utilizá-lo, basta fazer o download do BRViewer2017, dar dois cliques no arquivo executável e selecionar “open” em seu menu. A partir daí, é só escolher o arquivo DWG que você gostaria de visualizar e pronto.

arquivo DWG

A360 Viewer

O A360 Viewer é outra das opções que você tem para visualizar arquivos DWG. Inclusive, tem uma grande vantagem com relação aos demais programas citados ao longo desta lista: ele foi desenvolvido pela própria Autodesk e trata-se de um software completamente gratuito.

Anteriormente conhecido como Autodesk Viewer, o A360 Viewer funciona dentro do seu próprio browser, dando a ele a capacidade de ler e navegar por arquivos DWG. Mas não é esse o único formato que a ferramenta suporta.

Com o A360 Viewer, a maioria dos arquivos 2D e 3D podem ser executados. Isso inclui DWG, STEP, RVT e Solidworks. Essa capacidade de executar múltiplos tipos de arquivos torna o A360 Viewer um dos nomes mais destacados da nossa lista.

Utilizando o programa, você também poderá fazer muito mais do que apenas visualizar arquivos DWG. É possível compartilhá-los pela internet, sem exigir que os seus recipientes façam a instalação de nenhum tipo de software adicional, por exemplo. Tirar fotos da tela para usar em e-mails e apresentações também é bastante simples. E imprimir as visualizações mais relevantes para você é outro bônus que esse software lhe dará.

arquivo DWG

Para ter acesso a todas essas funcionalidades, basta fazer download do A360 Viewer na página da própria Autodesk. Ao executá-lo você perceberá um imenso diferencial com relação às outras soluções do mercado. Como já citamos, o A360 Viewer será aberto em seu navegador, como um website seria.

A partir daí, basta clicar em “Upload your design” ou selecionar a opção para transferir arquivos utilizando algum dos serviços conectados, já que o A360 Viewer permite uma integração simples com Google Drive, Dropbox e Box. Depois do upload, você terá acesso a todas as funções de visualização do seu arquivo DWG.

5. Como descobrir o formato de um arquivo DWG?

Lembra que mencionamos que a Autodesk desenvolveu uma série de formatos DWG ao longo dos anos? Por óbvio, cada um desses formatos tem as suas peculiaridades e usos específicos. Todavia, ter esse conhecimento de forma isolada não é necessariamente útil.

Isso porque, sem saber como determinar qual é o formato do DWG que você tem em mãos, saber que existem muitas versões deles apenas complica as coisas. Entretanto, vamos lhe ajudar. A seguir você conhecerá uma das principais técnicas utilizadas para determinar o formato de um arquivo DWG. E aprenderá como fazer isso em apenas alguns instantes.

arquivo DWG

O bacana dessa técnica é que ela pode ser feita inteiramente sem utilizar o AutoCAD uma vez sequer. O que significa que, mesmo quando você não estiver no seu computador, conseguirá determinar com qual formato de DWG está lidando e qual é a melhor abordagem para visualizá-lo.

O primeiro passo para fazer a identificação do formato de um DWG é localizar o arquivo entre as suas pastas. Você pode achar mais fácil, inclusive, criar uma pasta exclusivamente para o arquivo que está tentando identificar. Assim, ao executar as próximas etapas, não correrá o risco de fazê-las em um arquivo senão o que é alvo de sua dúvida.

Depois de fazer esse “isolamento” do arquivo DWG que gostaria de investigar, o processo é muito simples. Basta clicar com o botão direito no arquivo em questão e selecionar “Abrir com”. Feito isso, você deve optar por fazer a visualização do seu DWG no Bloco de Notas, no Notepad++ ou em qualquer outro programa que faça a edição de texto simples.

A partir do momento em que você abrir o seu arquivo DWG, verá uma série de letras, números e acentuações que não podem ser identificadas de antemão. Essas letras, números e caracteres compõem o seu arquivo de fato e, quando lidas por um programa com a habilidade de interpretar arquivos DWG, são transformadas nos desenhos que você já conhece.

Aqui, porém, nos interessam apenas os primeiros caracteres que aparecem na visualização de texto do seu arquivo. Estamos falando da sequência de letras e números que estará na primeira linha do Bloco de Notas quando você fizer esse procedimento.

Ali, você poderá ver algo como “AC1024” e é aí que está a chave para descobrir exatamente qual é o formato do seu DWG. Esse código supracitado, por exemplo, é referente apenas aos DWGs de 2010. Portanto, você sabe que o seu arquivo foi salvo exatamente nessa versão.

Para identificar cada tipo de arquivo dessa maneira, siga a lista a seguir:

  • AutoCAD DWG 2013 = AC1027;
  • AutoCAD DWG 2010 = AC1024;
  • AutoCAD DWG 2007 = AC1021;
  • AutoCAD DWG 2004 = AC1018;
  • AutoCAD DWG 2000 = AC1015;
  • AutoCAD DWG R14 = AC1014;
  • AutoCAD DWG R13 = AC1012;
  • AutoCAD DWG R12 = AC1009;
  • AutoCAD DWG R11 = AC1009;
  • AutoCAD DWG R10 = AC1006;
  • AutoCAD DWG R9 = AC1004;
  • AutoCAD DWG R2.6 = AC1002;
  • AutoCAD DWG R2.05 = AC1.50.

Porém, as versões mais modernas do AutoCAD não estão nessa lista. Isso porque os seus formatos de arquivo são os mesmos de versões anteriores, ou seja, podem ser identificados pelos números citados acima. Assim, se você tem:

  • um arquivo AutoCAD 2013, 2014 ou 2015, vai usar o formato 2013;
  • um arquivo AutoCAD 2010, 2011 ou 2012, vai usar o formato 2010;
  • um arquivo AutoCAD 2007, 2008 ou 2009, vai usar o formato 2007;
  • um arquivo AutoCAD 2004, 2005 ou 2006, vai usar o formato 2004;
  • um arquivo AutoCAD 2000, 2000i ou 2002, vai usar o formato 2000.

Por último, devemos ressaltar o quanto é importante que você não execute nenhum tipo de alteração no arquivo de texto do seu DWG. Ou seja, feche-o sempre sem salvar depois de fazer a identificação do formato conforme a lista acima.

arquivo DWG

Isso porque qualquer mudança naqueles caracteres pode corromper o seu arquivo definitivamente, ou até mesmo mudar dados fundamentais de seu desenho que deveriam permanecer inalterados.

Uma maneira de garantir que isso aconteça é utilizando o processo que levantamos na introdução desse tópico. Nele, você faz uma cópia do arquivo DWG que gostaria de identificar e o adiciona a uma pasta com o único objetivo de separá-lo dos demais. Fazendo isso, mesmo que acidentalmente você salve algum tipo de modificação, seu arquivo original permanecerá intacto.

Caso você não encontre a opção “Abrir como” no seu computador, ou não consiga fazê-lo diretamente no Bloco de Notas ou Notepad++, basta abrir esses programas primeiro. Em seguida, deve-se arrastar o arquivo para a janela em que eles estão abertos. Dessa forma, será possível visualizar seu código sem nenhum problema.

Há uma série de arquivos AutoCAD que podem armazenar dados 2D e 3D. Entretanto, o DWG é um dos formatos mais populares do mercado e, por isso, deve ser reconhecido e compreendido por todos os arquitetos, engenheiros e designers.

Esperamos que este artigo tenha lhe ajudado nesse entendimento. Gostou do que viu aqui? Assine a newsletter da TotalCAD e receba nossas principais atualizações em seu e-mail!

 


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A importância de um software de criação para o design de interiores

A arquitetura é um setor que já passou por várias transformações desde as construções antigas até os tempos modernos. Com o passar do tempo, foi possível criar projetos cada vez mais eficientes e adequados às necessidades das pessoas.

Pensando nisso, é fundamental acompanhar as tendências e novidades que continuam surgindo no mercado. Um profissional que deseja se consolidar precisa ficar antenado e utilizar soluções modernas em seus projetos.

O uso de novas ferramentas de trabalhos e técnicas construtivas são grandes oportunidades para prestar um serviço de qualidade e atrair cada vez mais clientes. Nesse contexto, um software de criação para design de interiores é um de seus principais exemplos.

No post de hoje, vamos ajudá-lo a entender um pouco mais sobre essa ferramenta, além de citar algumas de suas vantagens. Continue sua leitura e descubra como incorporá-la em seus projetos!

Qual é a importância de um software de criação?

Apresentar um projeto arquitetônico nunca foi uma tarefa fácil. Na maioria dos casos, os clientes não têm a visão e os conhecimentos necessários para transformar uma apresentação de papel em uma estrutura tridimensional.

O grande desafio dos arquitetos está em facilitar essa compreensão e saber traduzir suas soluções para uma linguagem facilmente entendida por todos.

Atualmente, os computadores já fazem parte da rotina de trabalho de muitos profissionais, e não poderia ser diferente com os arquitetos. À medida que o tempo passou, os softwares de criação foram aprimorados e, hoje em dia, é possível criar um ambiente 3D customizado de acordo com as demandas dos clientes e as normas técnicas existentes.

Dessa forma, o uso dessa ferramenta é uma ótima estratégia para ganhar espaço e notoriedade no mercado. Além do mais, ela o coloca na frente da concorrência e agrega muito valor ao seu trabalho.

Lembre-se de que uma apresentação caprichada e realista pode ser fundamental para o fechamento de um contrato ou uma resposta positiva de quem está assistindo.

software de criação

Quais são os benefícios?

Além das vantagens que já mencionamos, existem muitos outros benefícios que o uso de um software de criação para o design de interiores pode proporcionar ao seu escritório. A seguir, veja alguns:

Facilidade em utilizar as ferramentas

As ferramentas disponíveis para um arquiteto são variadas e devem ser utilizadas da melhor maneira possível. A escolha das dimensões, texturas, cores e posicionamento de um móvel nunca foi tão fácil quanto hoje em dia.

Um software de criação é um instrumento que agiliza cálculos, simula situações e dá uma previsão eficiente do resultado final. Na maioria dos casos, as ferramentas são intuitivas e facilmente compreendidas por um profissional que se mantém atualizado.

Integração com outros softwares

Se você acompanha o nosso blog, sabe o quão importante os softwares de criação e desenho são para a arquitetura e a engenharia civil. Independentemente de suas funções, eles são essenciais no planejamento de projetos eficientes e podem ajudar na redução de custos nas obras.

software de criação

Hoje em dia, existem várias opções no mercado, e todos elas precisam ser utilizadas com sabedoria e integração. Por exemplo: de nada adianta realizar um projeto em um determinado formato se ele não puder ser lido por outras plataformas. Isso atrasa o andamento das atividades e dificulta a comunicação entre as equipes e escritórios envolvidos.

A tecnologia BIM (Building Information Modeling ou, em tradução livre para o português, Modelagem de Informações da Construção) já é uma realidade no mercado e quem não a acompanha perde espaço para concorrentes. Isso acontece, pois, com ela, um profissional cria um modelo virtual para a edificação, capaz de mostrar todos os seus detalhes.

Dessa forma, torna-se mais fácil mitigar erros, reduzir custos e melhorar a integração entre os projetos, fazendo do software um excelente investimento.

Projetos personalizados

Quando um cliente quer construir uma casa ou reformar um apartamento, ele deseja criar um ambiente otimizado e adaptado às suas necessidades. O arquiteto é um profissional responsável por tomar decisões e escolher sistemas construtivos que transformem esses sonhos em realidades.

Um software de criação permite a customização de ambientes e móveis. Como consequência disso, você tem mais liberdade e segurança para utilizar todo o potencial de sua imaginação e solucionar os problemas dos consumidores.

Os recursos existentes nos programas atuais facilitam a compreensão e a leitura do projeto, viabilizando a análise por ângulos e pontos de vistas diferenciados.

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Melhor comunicação com o cliente

O que um casamento e um projeto de arquitetura têm em comum? Por mais que essa seja uma comparação estranha, ambas as situações necessitam de muito diálogo e comunicação para que tudo dê certo.

Tentar fazer um projeto sem entender o que o cliente deseja é uma péssima ideia, que traz consequências desastrosas para o andamento das atividades. Antes de tomar qualquer atitude, um arquiteto devo conversar com seu cliente para descobrir suas opiniões e desejos.

Depois disso, é necessário criar um projeto segundo esses critérios. Para isso, é fundamental realizar reuniões para acertar os mínimos detalhes com o contratante. Um software de criação facilita a compreensão e até mesmo atrai emocionalmente o cliente.

Assim, se todos os envolvidos estiverem satisfeitos com os projetos tridimensionais produzidos, é provável que gostem também da entrega final.

 

Redução de despesas

A questão financeira também é essencial para a obtenção de resultados positivos. Ninguém quer perder tempo fazendo projetos sem qualidade. Um software de criação faz com que você otimize suas horas de trabalho e possibilita a economia de materiais na obra, já que garante maior exatidão na hora de elaborar orçamentos.

Como vimos, é claro que a arquitetura tomou um caminho sem volta: as tecnologias já estão presentes em todos os seus campos de atuação e são acessíveis para todos os tipos de escritórios e empreendedores.

Assim, todos podem aproveitar as oportunidades que o mercado tem a oferecer e criar projetos cada vez mais realistas e práticos de serem executados.

Pensando nisso, faça uma pesquisa de mercado e encontre um parceiro que ofereça produtos de qualidade e que tenha um bom suporte técnico. Lembre-se de se manter atualizado com as novidades da construção civil e sempre esteja presente em eventos e encontros profissionais de sua área.

E então, o que você achou do nosso conteúdo? Ficou interessado nas vantagens que um software de criação para o design de interiores pode oferecer para o seu escritório? Entre em contato conosco para saber mais!