Nesse vídeo o especialista em Sketchup e V-Ray Diogo Moita, explica as vantagens de se usar o SketchUp x64 (64 bits)
*Informação adicional corrigida: Instaladores 32bits estão disponiveis somente até a versão do SketchUp 2016.
Existem 2 tipos de sistema: 32bits, que é chamado de x86 e 64 bits, que é chamado de x64. O sistema 32 bits é o mais antigo e tem várias limitações, a mais impactante em nossa área: limitação de 4GB de memória RAM.
Já os sistemas x64 possuem uma capacidade de gerenciamento de memória muito melhor e não ficam limitados aos 4GB dos sistemas x86. Como maquete eletrônica é uma tarefa que consome muita memória, o uso de sistemas 64 bits é altamente aconselhável.
Em outras palavras, usando o SketchUp x86 você está limitado a 4GB de memória RAM, mesmo que seu computador tenha mais do que isso! E, portanto, você não conseguirá desenvolver trabalhos complexos. Assim que atingir 4GB seu computador vai travar, vai ficar instável.
Apesar dos sistemas x64 serem amplamente utilizados desde o começo dos anos 2000, a Google não se incomodou em adaptar o SketchUp a essa nova realidade e continuou desenvolvendo o SketchUp exclusivamente para sistemas 32bits. Somente após a venda para a Trimble que foi retomado o desenvolvimento para plataformas x64 e em 2015 lançaram o SketchUp 2015 x64.
Para você entender a dimensão da necessidade, poucas semanas após o lançamento do SketchUp 2015 x64, a Chaos Group lançou o V-Ray para SketchUp x64. Nossa comunidade precisava muito disso!
Conclusão. Se você quer desenvolver trabalhos profissionais e maquetes mais complexas, use o SketchUp x64.
Quem é do universo da arquitetura, engenharia e afins, ou apenas um amante da computação gráfica, certamente já se deparou com o termo renderização. Esse é um conceito bastante comum, especialmente na área de edição gráfica, modelagem 3D e também é muito utilizado na indústria cinematográfica.
Nesse contexto, a renderização no Vray — um dos melhores e mais utilizados renderizadores do mundo —, desponta como um dos processos mais importantes e estratégicos para profissionais que desejam se diferenciar no mercado e desenvolver projetos em um nível de detalhamento e realidade extremamente altos — além de surpreendentes aos olhos do cliente.
Mas, como toda ferramenta tecnológica, o Vray guarda as suas artimanhas e exige um certo conhecimento e tempo de manuseio para que se possa extrair o máximo desse software. Por isso, vamos ajudar você! No post de hoje elaboramos um verdadeiro guia para utilização do Vray. Mais adiante você encontrará informações valiosas para aprimorar suas habilidades na utilização do software.
E então, ficou interessado? Continue a leitura para aprender mais sobre o Vray!
O que é a renderização?
Pois bem, dissemos a você que o Vray é um potente renderizador. Porém, antes de nos aprofundarmos em detalhes mais técnicos de operação do programa, convém conhecermos a essência básica desse software, que é a renderização. Mas, afinal, o que é renderizar? É isso que descobriremos a seguir.
Inicialmente, renderizar é um sofisticado exercício matemático baseado em complexos algoritmos que são decifrados pelos núcleos (cores) do processador do seu computador. Mas pode ficar tranquilo, não é por esse lado que vamos lhe apresentar o render e o Vray. Isso foi apenas para compreender que a renderização é um processo bastante complexo e que envolve um alto poder de processamento do computador.
De forma mais simples, a renderização é como o processo de criação de uma fotografia. Assim, como o fotógrafo tem todo o trabalho para a escolha da melhor lente, a posição da luz, sombras e reflexos antes de tirar a foto, na computação gráfica isso também é feito.
Quando um profissional está trabalhando em uma cena 3D, como a composição de um ambiente de uma sala, os modelos que ele manipula são, na verdade, uma representação matemática de pontos e superfícies (mais especificamente, vértices e polígonos) no espaço tridimensional.
O termo renderização refere-se aos cálculos desenvolvidos pelo mecanismo do renderizador — é aqui que a renderização no Vray entra — para decifrar a cena composta por dados matemáticos em uma imagem 2D finalizada. Assim como no exemplo da fotografia, durante o processo de renderização no Vray, as informações espaciais, de texturas e de iluminação de toda a cena são combinadas pelo software que, por sua vez, determina o valor da cor de cada pixel na imagem plana e a recria.
Quais os tipos de Renderização?
A título de informação: existem dois principais tipos de renderização, cuja diferença principal é a velocidade em que as imagens são computadas e finalizadas. Vejamos:
Renderização em Tempo Real
Essa é a modalidade mais comum em jogos e gráficos interativos, nos quais as imagens devem ser computadas e apresentadas na tela do usuário em um ritmo incrivelmente rápido. As principais variáveis desse tipo de render são:
interatividade: como em jogos o jogador tem liberdade para conduzir a cena e alterar o ambiente a todo momento, as imagens devem ser renderizadas em real time à medida que a ação se desenrola;
velocidade: para que os movimentos reproduzidos na tela pareçam fluidos e reais, é necessário que um mínimo de 18 a 20 quadros por segundo (fps) deva ser exibido;
placas dedicadas: a renderização em tempo real é otimizada significativamente a partir de hardwares gráficos dedicados (GPUs). São as placas de vídeo que processam toda a informação gráfica e geram imagens em milésimos de segundos, para que a experiência de visualização seja a mais agradável possível.
Renderização offline ou pré-renderização
Esse tipo de renderização é empregada em situações em que velocidade para se gerar imagens não é a necessidade principal. Aqui, quase todo o trabalho de processamento e cálculos é realizado por CPUs com diversos núcleos (multi-core), em vez de um hardware gráfico dedicado. Na renderização offline as variáveis mais importantes são:
Previsibilidade
Diferentemente dos games, em que há uma mudança constante dos ambientes e múltiplas ações ocorrendo, a renderização offline é mais utilizada em trabalhos de animação e efeitos estáticos em que a complexidade visual e o fotorrealismo são extremos, porém previsíveis. Aqui, uma única imagem pode levar até 90 horas para ser renderizada.
Fotorealismo
Como dito, a renderização offline ocorre sem limitações de tempo. Em razão disso, níveis mais altos de fotorrealismo podem ser empregados, quando comparados com a renderização em tempo real. Nesse tipo de render, personagens, ambientes, texturas e luzes associadas geralmente são manipulados em maiores contagens de polígonos e em resoluções de 4k ou até superiores.
Quais as técnicas mais comuns?
Existem três técnicas computacionais principais usadas para a maioria das renderizações. Cada uma com melhor aplicabilidade em determinadas situações. Vejamos:
Scanline (ou rasterização)
Utilizada quando a velocidade de geração de imagens é uma necessidade — o que torna a técnica ideal para renderização no Vray em tempo real e gráficos interativos. Nela, em vez de se renderizar uma imagem pixel por pixel, os renderizadores calculam em um polígono. Isto é, os pixels são renderizados em conjuntos;
Raytracing
Bem mais lento que o modelo anterior. No raytracing, para cada pixel na cena, um ou mais raios de luz são rastreados da câmera para o objeto 3D mais próximo. A luz, então, passa por um número definido de “rebotes”, que podem incluir reflexão ou refração, dependendo dos materiais na cena. A cor de cada pixel é calculada por algorítimos com base na interação da luz com objetos em seu caminho. É como se fosse simulado o efeito da luz real sobre o objeto. Por esse motivo, o nível de fotorrealismo é bem elevado no raytracing;
Radiosidade
Ao contrário do raytracing, a radiosidade é calculada independentemente da câmera, e é orientada para a superfície em vez de pixel por pixel. A principal função da radiosidade é simular de forma mais precisa a cor da superfície, considerando a iluminação indireta. A radiosidade é tipicamente caracterizada por sombras graduadas macias e sangramento de cor, em que a luz de objetos de cores vivas reflete em superfícies próximas.
Na prática, a radiosidade e o raytracing são comumente utilizados em associação, pois o conjunto de vantagens de cada sistema pode fornecer resultados ainda melhores de fotorrealismo.
Como é o processo de renderização no Vray?
Feita essa contextualização sobre a renderização, prosseguimos agora para a parte que mais interessa: como é feita a renderização no Vray. Já adiantamos que manusear o Sketchup e o Vray demandarão algumas horas de pesquisas, testes e configurações até que conheça suas ferramentas e possibilidades. Mas, você precisa partir de algum lugar. Por isso, as orientações seguintes ajudarão bastante no processo de renderização no Vray. Então, mãos à obra!
Enquadramento e modelagem
A qualidade da composição de uma cena final se relaciona com o enquadramento e modelagem feitos. Por isso, observe bem esses elementos na sua imagem, prezando pela perfeita visualização e exploração da luz e demais efeitos.
Da mesma forma, a modelagem da cena deve sem bem executada, respeitando as proporções, perspectivas e a física de cada material utilizado. Tudo isso será potencializado com o render final, cujo resultado dependerá desses ajustes prévios.
Equilíbrio de iluminação
Outro fator crucial na formulação de um render de qualidade é utilização da luz. É ela que torna a cena mais real e bonita — isso, claro, quando utilizada de maneira equilibrada.
Em composições de ambientes internos pode ser que a luz natural (solar) não seja necessária, porém, existem situações em que ela é crucial. Dessa forma, faça o equilíbrio entre a iluminação artificial e a natural, assim como os seus reflexos, cores e sombras.
Utilização de materiais
O Vray é uma ferramenta rica em materiais e texturas, e você pode explorar bastante isso no processo de renderização. É preciso estar atento à forma como cada material reage com a luz, afinal uns podem ser mais opacos e outros mais reflexivos.
O processo de render o Vray considera cada variável e, quando bem configurado, consegue simular de forma extremamente realista os objetos, suas texturas e sombras.
Definição final
Na hora de renderizar, as imagens costumam aparentar granulação e/ou manchas. Isso se deve à própria configuração do software, que produz resultados ainda não tão perfeitos, mas mais rápidos de serem produzidos.
Na definição final é que as imagens serão limpas. Para melhorar os resultados, recomenda-se utilizar as seguintes ferramentas:
antialiasing: adpatative DMC;
irradiance map: high;
light cache;
noise threshold.
Pós-produção
Após o render final, a imagem gerada poderá receber uma série e ajustes para que fique ainda mais realista. Para isso, softwares de edição de imagens, como o Photoshop, podem dar o acabamento final à cena, tornando-a ainda mais trabalhada e perfeita para ser apresentada ao seu cliente.
Como otimizar esse processo?
Como dito, o processo de renderização no Vray é bastante complexo e lida com grandes quantidades de polígonos e representações matemáticas. Toda a decodificação das estruturas acaba consumindo um grande poder de processamento do computador e, dependendo da imagem, a renderização no Vray ou em outros softwares pode levar algum tempo. Porem foi comprovado que a renderização no Vray demanda menos tempo do que outros softwares de renderização.
Contudo, existem algumas medidas e ajustes que podem ser realizados para otimizar o processo de renderização no Vray. Vejamos a seguir algumas dicas que pouparão seu precioso tempo na hora de renderizar:
Use a escala em tamanho real
Talvez você não saiba, porém o mais recomendado é modelar os objetos em escala real. Com isso, você tem a certeza de que as luzes da sua cena funcionarão como uma iluminação realística.
O Vray, além de outros renderizadores, tem em suas configurações uma opção para ajustar as medidas usadas. Por exemplo, se você está trabalhando em algo pequeno e mais detalhado, talvez a escala em centímetros seja a mais interessante de se trabalhar; mas se está modelando um apartamento, recomenda-se utilizar a escala em metros. Essa é a lógica.
Preocupe-se com sua geometria
Outro fator que pode otimizar o seu render é a contagem de polígonos do seu objeto/cena. Caso um mesmo objeto possa ser representado com uma quantidade menor de polígonos, melhor será para a CPU, que terá menos trabalho e demandará menos tempo para rederizar a cena.
Nesse ponto, é fundamental analisar se não existem vértices duplicados, arestas que se sobrepõem umas às outras etc.
Utilize a Vray Physical Camera
A V-Ray Physical Camera aprenseta uma série de vantagens sobre a câmera comum dos pacotes 3D. Seu funcionamento é bem similar ao de uma câmera fotográfica real, permitindo ajustar exposição, velocidade de obturação e white balance como você faria com uma câmera tradicional.
Na prática, o mais recomendado para aliviar o render é aumentar ou diminuir a intensidade da sua luz na configuração da câmera para capturar a iluminação da maneira desejada. Isso evita que esses ajustes sejam realizados no processo de renderização, poupando tempo.
Renderize em passes
Muitas profissionais ignoram esse passo por considerá-lo trabalhoso ou desnecessário. Mas, no longo prazo, acaba valendo a pena. Renderize diferentes passes e quando precisar alterar somente uma reflexão, por exemplo, renderize somente o passe correspondente.
Faça o uso dos níveis de transparência/reflexão de forma moderada
A transparência e reflexão são, sem dúvida, elementos que tornam as imagens muito mais reais. Contudo, são também elementos bastante pesados na hora de executar o render. Por isso, se você deseja acelerar um pouco o processo, não exagere nos níveis desses dois itens.
Salve o seu Irradiance Map
Essa é uma dica simples, mas que pode poupar um bom tempo de render. Caso você não tenha mais a necessidade de modificar a iluminação, já salve o irradiance map. Isso evita que o computador tenha que configurar novamente a cena toda vez que for renderizar.
Utilize poucas subdivs
Ao manipular sombras no Vray, certamente se deparará com a configuração de subdivs. Nesse ponto, o que ocorre é que quando mais subdivisões você colocar, mais o render demorará. O ideal é testar em quantidades menores e aumentar até atingir o resultado esperado.
Avalie bem o tamanho das imagens
Se está iniciando o contato com o Vray, certamente vai querer ver todo o potencial do software com a elaboração de imagens em alta resolução. Porém, isso pode atrasar um pouco os seus projetos, já que ficará mais tempo aguardando a conclusão do render. Então, o recomendado é manipular imagens menores e realizar os testes a partir delas e deixar para utilizar alta resolução no render final;
Fique atento ao tamanho das texturas
As texturas conferem mais realismo e vida para as imagens, mas isso se elas forem vistas de perto e em tamanho considerável. Logo, se você utilizou uma textura grande em um objeto pequeno posicionado ao fundo da imagem, está pesando o seu render sem muita necessidade.
Nesse tipo de situação, seja econômico e redimensione o tamanho das texturas conforme a distância de visualização da câmera. Certamente não afetará o visual da imagem, mas tornará o render mais otimizado e leve.
Atenção às luzes
Compor imagens com muita luz pode travar o seu render completamente. Então, a dica aqui é testar o render em apenas uma área da sua cena, avaliando o nível de luz e performance do render. Se tudo sair como planejado, é só renderizar a imagem completamente.
Ajuste o uso da memória do computador
Por padrão o Vray vem com uma configuração mais moderada do uso de memória RAM — o que não significa que você não possa alterar isso. Para um melhor aproveitamento do tempo e da sua máquina, mude o Dynamic Memory Limit e deixe o limite máximo em torno de 50% da memória RAM disponível. Notará que a performance do render vai melhorar.
Como aplicar texturas no Vray?
A biblioteca de materiais e acabamentos de um arquiteto é peça crucial para o seu trabalho, tanto quanto as suas habilidades como designer. O ajuste e o acabamento representam a sintonia fina que dará mais vida ao projeto.
Um objeto a menos ou uma textura mal colocada pode comprometer todo o trabalho. Por isso é tão importante dominar bem a aplicação de texturas e, também, contar com uma gama variada delas.
Nesse contexto, o Vray fornece a solução para esse problema. Ele possui uma enorme biblioteca de materiais e texturas, que é significativamente maior que as de outros renderizadores.
Ser capaz de fazer simulações e combinações de acabamento com mestria leva a arquitetura de interiores e design para o próximo nível. E é isso que você deseja, não é mesmo? Então, confira adiante algumas dicas práticas de como aplicar texturas no Vray para Sketchup.
Antes, porém, é preciso que você entenda alguns conceitos para manipular texturas e materiais no Vray. São eles:
Refraction Layer
O layer de refração, como é traduzido, é uma das opções mais recomendadas para quem deseja trabalhar com estruturas em vidro. Para chegar ao efeito vitrificado, você precisará mudar o Difuse Color para preto e a Transparency para branco. Esses ajustes tornarão o material totalmente transparente. A adição de um layer de refração dará a espessura e profundidade desejados ao material.
Reflection Layer
Esse é um conceito bem básico da composição de imagens, visto que toda superfície tem um potencial reflexivo. É isso que tornará as suas composições ainda mais reais.
Bump Map
É bem verdade que nem todos os materiais que você manipulará no Vray terão um acabamento suave e liso, já que muitos deles possuem algum tipo de textura distintiva. Isso também precisa ser inserido no Vray, mas como? Basta utilizar o Bump Maps! Para um melhor efeito nessa etapa é necessário que a imagem do bump map sempre esteja desaturada. Para isso, você pode utilizar um outro programa de edição de imagem, como o Photoshop, e remover a saturação.
Displacement Map
Composições em 3D, como as de ambientes internos de uma casa, necessitam mais do que apenas texturas e iluminação para parecerem mais reais. Por exemplo, é necessário também que você trabalhe a perspectiva da imagem e a sua profundidade, dando uma noção espacial mais real. Para isso, o Displacement Map é essencial. É ele que permitirá a você obter mais realismo em um tapete ou uma parede de pedras, por exemplo. Em conjunto com o Bump Map, o Displacement pode compor imagens incríveis.
Dito isso, agora podemos passar algumas configurações práticas para que você manipule materiais e texturas no Vray. Confira:
Alvenaria pintada
Para obter essa textura você deve utilizar o acabamento de alvenaria. Já para o Difuse Map, você deverá empregar duas cores — uma para servir de base e outra com tonalidade mais escura para ser a predominante.
Em relação ao tamanho, utilize o size 0,0015. No Reflection Map; você pode utilizar o glossiness e text fresmel 0,5 e 0,5.
https://youtu.be/nMMMIAfh2ew
Alvenaria pintada com textura
Para o acabamento você deverá utilizar: parede de alvenaria, reboco, chapisco ou pintura texturizada. No Difuse Map, você deve carregar o bitmap com a textura desejada, devidamente dimensionada para o tamanho do objeto — para não pesar o render desnecessariamente.
Já no Reflection Map, o recomendado é utilizar a Text Fresnel e o Glossiness firmado em 0,4. No Bump Map, carregue o bump de textura escolhido e configure em 10 de intensidade.
Azulejos
Para empregar a textura de azulejos na imagem você deve utilizar o acabamento parede de alvenaria com revestimento e rejunte. Rodar o Bitmap com a textura no Difuse Map. Na parte do Reflection Map utilizar o Text Fresnel e o Glossiness 0,8 e 0,7, respectivamente. No Bump Map, carregar o Bitmap com a textura definida e configurar a intensidade em 10.
Certamente, existe uma infinidade de configurações possíveis para se criar e manipular texturas e materiais no Vray. Os exemplos mostrados servem apenas para demonstrar como o processo pode ser realizado na prática. O ideal é que você esteja sempre pesquisando e aprendendo novas configurações e funcionalidades para aprimorar os seus projetos.
Por fim, como vimos, a renderização no Vray exige o domínio de uma série de elementos. O resultado final de um projeto pode ser surpreendente a partir da utilização desse software, porém, é necessário saber operar as suas funcionalidades e ainda ter um tino artístico aguçado. Sabemos que você já detém o conhecimento e habilidades arquitetônicas. Agora, com o reforço da renderização no Vray, certamente seus projetos terão uma qualidade ainda melhor.
E então, gostou do post sobre renderização no Vray? Quer seguir aprendendo mais sobre o universo da tecnologia e arquitetura? Baixe o nosso e-book sobre o tema e continue se aprimorando!
Com os blocos ou componentes dinâmicos para Sketchup é possível trabalhar de forma prática na elaboração de projetos de móveis, com modelos paramétricos que se ajustam as medidas estabelecidas pelo usuário.
Uma primeira funcionalidade interessante trata da fixação automática do componente na parede do ambiente. Basta baixar o componente e posicionar na parede, o efeito de rotação é aplicado automaticamente.
1. Com o primeiro componente já em seu projeto, você poderá fazer as edições necessárias no mesmo como: altura, largura, profundidade e a aplicação de acabamentos;
2. Ao baixar um novo componente, selecione um componente que já se encontra no projeto;
3. Ao baixar o novo componente posicione-o próximo ao componente selecionado no projeto, e pronto. O novo componente irá se fixar ao lado desse, copiando suas características de elevação, altura, largura, profundidade e acabamentos.
Observação: No exemplo ao lado,como no primeiro componente baixado não haviam gavetas, o novo componente não recebeu acabamento nas gavetas. Ao aplicar o acabamento manualmente nas gavetas, os próximos gaveteiros baixados receberão o acabamento automaticamente.
4. Ao baixar vários componentes ao seu projeto terá o resultado como mostrado nas imagens ao lado.
Com estas novas funcionalidades reduzimos ainda mais o tempo necessário para a realização de um projeto. Somando todas as novas funcionalidades, são algumas horas a mais que você ganha no mês para dedicar aos clientes e as vendas.
Continue lendo mais sobre esta nova funcionalidade, acessando as especificações técnicas neste link: suporte.gabster.com.br
Confira também nossos E-Books e nossas avaliações Gratuitas:
A maioria das pessoas em seus primeiros contatos com o Sketchup, iniciam desenvolvendo uma casa, um móvel com as ferramentas básicas do software com linhas, formas, arcos, puxar e empurrar. Então criam um retângulo, levantam a forma (3D), acrescentam detalhes com linhas, aplicam cores e assim por diante.
Todas estas ferramentas e outros plugins são muito interessantes para criar um cenário de forma bem rápida e elegante. Porém para inserir o mobiliário ou produtos produzíveis, não é necessário tanto trabalho. Existem bibliotecas profissionais prontas, já desenvolvidas em conjunto com os fabricantes e que possuem a programação completa de atributos e comandos de produção já embutidas.
Neste posto mostramos como acelerar a criação de projetos com o Sketchup!
Confira!
As bibliotecas podem ser formadas por componentes e blocos. Contudo, a interessante mesmo é utilizar os componentes dinâmicos.
Entenda a diferença:
Grupo: é um agrupamento de todos os lados de um objeto em uma única seleção, o que permite com apenas um clique, a seleção de um objeto mais complexo que possui diversas faces.
Componente: também entendido como bloco. Quando é criado, é adicionando na biblioteca de componentes de objetos do projeto que está em aberto. Uma coisa muito legal dos componentes é a possibilidade de criar diversas cópias e alterar elas todas de uma só vez. Outra utilidade é transferir para o armazém 3D ou de lá baixar blocos já criados por outros usuários.
Componente dinâmico: é um componente que recebe atributos e programações. Com a programação é possível alterar a dimensão de um móvel sem afetar a espessura dos seus componentes internos, é possível abrir uma porta com um clique, mudar os materiais de um objeto de acordo com várias opções. É o caso de biblioteca de componentes para mobiliário Gabster Lite, disponível para download gratuito através deste LINK.
Para quem já trabalha com um Software CAD, com certeza já conhece ou pelo menos ouviu falar em blocos dinâmicos ou componentes dinâmicos. No Sketchup os componentes dinâmicos são entidades de desenho prontos, criados para um determinado fim. Existem muitas vantagens na utilização de componentes dinâmicos, a principal é acelerar a criação de projetos. Ao utilizar componentes dinâmicos é possível aproveitar também o trabalho já desenvolvido em outras criações. Uma vez que as características necessárias ao desenho são aplicadas ao componente, é possível transportar para diversos outros projetos.
Fica mais seguro projetar um ambiente sabendo que o componente considera as funções possíveis na marcenaria. Um componente criado para uso profissional está obrigatoriamente adequado ao sistema construtivo do seu fabricante, liberando o profissional que desenvolve o projeto, das tarefas de revisão de medidas mínimas ou máximas possíveis para o móvel ou a definição do sistema de fixação, estruturação e assim por diante.
OBS.: Desde 2019, licenças vitalícias de SketchUp não são mais comercializadas, fazendo assim com que a opção de licenciamento passe a ser anual para todos os usuários que decidirem atualizar o software.
Existem diversos software para projetos de arquitetura e é difícil dizer qual o melhor sem levar em conta as necessidades de cada pessoa, o tipo de computador que ela tem, sua familiaridade com ferramentas 2D, 3D e BIM, do valor que está disposta a investir ou da maneira como interage com clientes e outros profissionais de sua área.
A verdade, no entanto, é que existem diversas opções de softwares no mercado, e nem sempre as informações sobre funcionalidades, vantagens e desvantagens de cada solução ou melhor relação entre custo e benefícios ficam claras.
No post de hoje, vamos apresentar várias perguntas que você deve se fazer antes de decidir qual software para projetos de arquitetura é o ideal para o seu uso cotidiano. Em paralelo, mostraremos como o SketchUp, por ser o software para projetos de arquitetura mais utilizado no mundo, pode ajudar então você pode considerar se atende suas necessidades.
Qual tipo de projetos a empresa e os seus clientes mais valorizam?
Atualmente, muitos clientes pedem uma maquete 3D do projeto. Ao mesmo tempo, o pessoal envolvido na construção de uma edificação precisa de informações técnicas sobre plantas, cortes e elevações para compreender corretamente o que está sendo proposto. Quase sempre, isso precisa ser indicado em um projeto 2D.
Não utilizar uma tecnologia que já entregue essas duas versões pode representar mais horas de trabalho em um mesmo projeto.
Por isso, avalie qual é o tipo de necessidade mais comum em seu escritório e analise se um software para projetos de arquitetura que usa a tecnologia BIM é a solução ideal para o seu mercado ou se um software de projetos 2D já seria suficiente.
Por exemplo, um software para projetos de arquitetura como o SketchUp você cria seu projeto em 3D e consegue traçar cortes, vistas e planos de modo dinâmico.
Após isso, basta utilizar a ferramenta de Layout para gerar suas pranchas de documentação técnica em em vistas 2D ou detalhamentos 3D. Esse processo é muito interessante, pois é o que chamamos de Parametria. Se você fizer alguma alteração no seu projeto, automaticamente suas pranchas técnicas são atualizadas. Para ver um vídeo detalhado de como isso funciona, veja esse link mostrando o processo de produção de plantas no Layout.
Quais funcionalidades estão presentes nos programas preferidos? Elas são relevantes para o dia a dia?
Após definir o tipo de tecnologia ideal, compare as funcionalidades apresentadas pelos softwares daquela categoria. Verifique qual deles permite uma abordagem multidisciplinar e se é possível utilizar os arquivos gerados naquele programa em outras ferramentas usadas no ciclo de vida do projeto.
Como abordagem multidisciplinar, podemos considerar diversas fases do projeto (além do 3D e 2D que vimos acima). No caso do SketchUp, por exemplo, existem as extensões.
As extensões do SketchUp são aplicativos, em sua grande maioria gratuitos ou realmente bem baratinhos, que acrescentam novas ferramentas ao software. Assim você adiciona somente o que interessa para o seu dia-a-dia.
Por exemplo, no SketchUp você pode ter ferramentas para:
Mas é interessante considerar que com a instalação de algumas ferramentas automatizadas, você pode potencializar em milhares de vocês o SketchUp, caso tenha a necessidade de fazer projetos complementares ao seu projeto de Arquitetura. Isso sem a necessidade e aprender um novo software, comprar licenças de outras ferramentas, etc.. Nessa etapa, é fundamental participar de demonstrações e fazer testes dos softwares para ter certeza de que eles possuem tudo o que você precisa!
É preciso investir em treinamento e capacitação para usar tal software?
É comum que os softwares para projetos de arquitetura apresentem funcionalidades e atalhos pouco conhecidos que podem otimizar o tempo de concepção e desenho. Outros podem ter interfaces menos familiares, dificultado a execução do projeto. Nos dois casos, investir em um curso ou treinamento é uma estratégia vantajosa.
Por isso, avalie se, além do custo da licença do software, será necessário investir horas e recursos financeiros em algum treinamento. Analise se um software mais barato não está consumindo muito mais horas de capacitação que outro um pouco mais caro e tenha a certeza de que está comprando a solução mais adequada para a sua rotina.
Tratando-se do SketchUp, é um software muito fácil e intuitivo! Muito mesmo. A grande maioria das pessoas conseguem produzir algo logo no primeiro contato com o software. Por causa disso, muitos usuários não vão tão afundo no aprendizado e acabam não utilizando todo o pontencial do software (como o uso do Layout, por exemplo). Assim, sempre recomendamos fazer um treinamento seja básico ou avançado. Porém, por ser muito mais fácil de aprender basta dedicar 8 a 10 horas de aulas que você já estará projetando em alto nível.
Qual é a otimização de tempo agregada pelo software para projetos de arquitetura?
Mais funcionalidades, integração com outros programas e facilidade de utilização tendem a diminuir o tempo gasto nas diversas fases do ciclo de vida do projeto.
Uma boa maneira de avaliar o ganho de produtividade gerado pelo software para o seu dia a dia é estimar as horas que eram gastas com a quantificação do material necessário, solicitações de alterações feitas pelos clientes ou erros causados pela falta de atualização de plantas, vistas ou cortes após a remodelagem da maquete 3D, por exemplo.
Considere a quantidade de biblioteca 3D já disponível para o software de arquitetura que você quer escolher. Costumamos dizer que o arquiteto e a equipe de projeto não pode perder tempo desenhando itens de decoração, mobiliário de fábrica, ou buscando texturas… estes devem se concentrar em gastar o tempo com o processo de criação e gestão do projeto. Assim, além da quantidade de elementos 3D disponíveis para download, considere também o grau de facilidade de criar coleções, famílias, componentes, blocos 3D, etc, pois inevitavelmente você terá que fazer isso e quanto menos tempo levar, maior o retorno financeiro do projeto.
No Armazém 3D do SketchUp você tem mais de 3 Milhões de elementos 3D Gratuitos para download. Além disso, diversos fabricantes oferecem sua sua linha de produtos para você se preocupar somente em aplicar no projeto.
Em qual tipo de máquina ele será instalado?
Boa parte dos softwares possui requisitos básicos ou recomendados de hardware e sistema operacional que devem ser observados para garantir uma boa performance na execução do programa.
Por isso, mais que avaliar se o programa será instalado em um desktop ou em um notebook, você precisa conferir se a máquina utilizada contém processador, memória RAM, capacidade de disco rígido, placa de vídeo e sistema operacional (Windows, Linux ou MAC OS) indicado pelo fornecedor do software.
Por se tratar de uma avaliação mais técnica, vale consultar o vendedor da solução para ter certeza de que o software será suportado por sua máquina ou se comprá-lo exige a troca de componentes ou a substituição do seu computador.
O mais comum é que ocorram falhas no salvamento, renderização ou até execução do programa quando as recomendações do fabricante de software não são observadas.
O software escolhido para projetos de arquitetura facilita a interação com parceiros e outros profissionais?
Se você conta com o apoio de freelancers, colaboradores ou outros profissionais, é importante avaliar como o software desejado interagirá com os programas utilizados por essas pessoas.
Imagine como seria frustrante receber um projeto e ter que pedir uma ajudinha de outro colega para abrir o arquivo no computador dele por falta de compatibilidade do seu software com o formato do documento recebido.
Por isso, informe-se sobre a compatibilidade do arquivo gerado pelo software ou sobre os tipos de documentos que podem ser abertos por ele e evite esse tipo de inconveniente!
Hoje, os principais formatos de arquivo para troca de informações entre os software para projetos de arquitetura são:
IFC: Representa um formato de arquivo do sistema BIM universal, utilizado para descrever as informações de modelos das edificações e gestão da indústria. Portanto, a partir do arquivo IFC gerado é possível extrair a representação geométrica do modelo, bem como também informações a respeito dos elementos que o compõe.
O IFC é utilizado principalmente como uma forma de efetuar a troca de informação do modelo entre os aplicativos que efetuam a sua leitura e voltados para o mercado da arquitetura, engenharia e construção, utilizando padrões internacionais.
DWG/DXF : Embora seja um formato de arquivo padrão do CAD ainda é um dos formatos mais utilizado na troca de documentação, isso devido ao fato de praticamente todos os envolvidos no projeto ter um software CAD e que grande parte da documentação já disponível (de construções realizadas) estão neste tipo de arquivo. Assim, considere se o software que você está estudando importa os projetos em DWG (para que você possa trabalhar em cima) ou tenha saídas e exportações para este formato.
Ainda sobre o DWG, existem softwares CAD, muito mais barato do que o Autocad e com os mesmos recursos, funções, aspecto visual e compatibilidade. Se lhe interessas esse assunto, veja como reduzir o seu investimento em CAD substituindo o Autocad por um software similar.
SKP : Devido à sua imensa biblioteca 3D disponível e por ter mais de 40 milhões de usuários no mundo a compatibilidade com o formato de arquivo nativo do SketchUp tornou-se obrigatória. Alguns softwares mais antigos, como o Autocad mesmo, tem aplicativos para instalar a fim de tornar ele compatível com o SketchUp.
As vantagens justificam o valor do investimento?
A última questão é calcular se todas as facilidades, economia de tempo e benefícios proporcionados pela aquisição do software justificam o investimento. Nesse ponto, é importante transformar as vantagens em valores financeiros para ter uma boa noção do retorno sobre o investimento.
Por exemplo, se você economiza cinco horas de projetos ao utilizar um software, multiplique esse valor pela hora de trabalho praticada pelo seu escritório e descubra ao término de quantos projetos o valor da aquisição se transformará em lucro para o seu negócio. Outra questão importante é fazer uma reflexão de quantos negócios já deixou de ganhar, ou revisões teve de fazer no seu projeto, apenas pelo fato do seu cliente não ter compreendido perfeitamente o seu projeto.
A dica extra é avaliar a qualidade do suporte oferecida pelos fornecedores do softwares desejados e se há a possibilidade de contratar um suporte premium Nacional ou treinamento. Muitas vezes, o valor pago por esse serviço evita horas de trabalho desperdiçadas para entender e aplicar uma nova funcionalidade do programa, para solucionar simples dúvidas ou para resolver problemas na execução do software.
A principal função de um software para projetos de arquitetura é facilitar o processo criativo, agilizar o desenho, simplificar as alterações solicitadas pelos clientes e acelerar a entrega dos projetos contratados. O critério final da escolha deve ser a maneira como aquele programa otimiza a sua rotina de trabalho e aumenta a produtividade do seu escritório, reduzindo a necessidade de horas para entregar um projeto.
Agora que você já conhece várias questões que apoiam a sua escolha do software para projetos de arquitetura ideal, confira como essa ferramenta pode ajudar na organização da sua equipe de colaboradores.
Sabia como economizar horas em projeto arquitetônicos
A venda de ambientes personalizados que envolvem marcenaria, é formada por muitas operações. É um processo pode ser muito otimizado, quando da utilização de tecnologias 3D que conectam escritórios, fábricas e marcenarias. As novas tecnologias, além de facilitar a visualização do projeto, já possibilitam a conexão em tempo real (através da internet) com os diversos fornecedores do escritório. Elaboramos um estudo sobre os tempos envolvidos neste processo de venda (após o levantamento das necessidades). Veja como é possível economizar 14 horas (ou mais), considerando as fases de desenvolvimento, orçamentação e entrega do projeto na marcenaria:
Tempo para desenvolver o projeto
Ao desenvolver um projeto com componentes dinâmicos e editáveis no Sketchup, o profissional ganha tempo pois não precisa desenhar todas as partes do mobiliário. Basta inserir os componentes e dimensioná-lo conforme a necessidade, aplicando as texturas possíveis e disponíveis na galeria. Com a utilização de uma ferramenta gráfica, com todas as informações reunidas, o desenvolvimento do projeto pode reduzir de 4 horas, para 2 horas. Potencial de ganho: 2 horas
Tempo para gerar o primeiro orçamento.
O cálculo do orçamento do ambiente é a atividade onde pode-se economizar mais tempo, ao utilizar uma ferramenta digital e conectada a um sistema de orçamento on-line. Normalmente um profissional pode perder de 2 a 3 horas coletando informações sobre materiais, consultando fornecedores por telefone, sem contar no tempo que pode ser necessário de deslocamento até uma marcenaria, caso não consiga expressar claramente a necessidade do projeto. Com o auxílio de uma plataforma como a Gabster que conecta fornecedores, o cálculo do orçamento ocorre em tempo real.
Com um cálculo automatizado e imediato o potencial de ganho médio de 4 horas.
Tempo para ajustar orçamento.
Imagine que o preço do projeto foi apresentado, mas ficou fora do orçamento do cliente. Então ajustes precisarão ser feitos no projeto para então calcular novamente o orçamento. Com a utilização de uma plataforma de integrada com os fornecedores, este tempo fica muito reduzido. Basta o profissional realizar as adequações e o orçamento é recalculado em segundos. Potencial de ganho de 2 horas.
Tempo para criar projeto executivo.
O detalhamento do projeto técnico é com certeza a tarefa mais exaustiva do escritório. O projeto visual é praticamente refeito por completo, só que agora com todas as cotas, muitas vezes em 2D e que envolve necessariamente o conhecimento de engenharia do mobiliário. Com o uso de componentes dinâmicos para Sketchup, que possuem o sistema construtivo dos móveis. a necessidade do detalhamento técnico é extinta. Este é um alívio considerável no processo de projeto do escritório com um ganho de 3 horas de projeto.
Tempo para tirar dúvidas dos marceneiros e fornecedores.
No processo tradicional, o arquiteto precisa repassar todos os detalhes técnicos do projeto e tirar dúvidas sobre o ambiente, medidas e desejos dos clientes. É um momento delicado para o sucesso do projeto. Além do mobiliário, muitas informações sobre o ambiente são importantes como posição de pontos de energia, hidráulicos, iluminação e outros.
A grande vantagem ao utilizar um sistema único que integra o escritório aos fornecedores, é a garantia da perfeita comunicação. Todas as informações do projeto com observações do ambiente serão transportadas através do 3D para a marcenaria e o mesmo para os montadores que utilizarão o projeto 3D no tablet ou smartphone na obra.
Ganho de 2 horas em redução de reuniões e dúvidas posteriores.
Com o uso da plataforma on-line, arquitetos, designers e marceneiros ganham agilidade e conseguem economizar horas em projeto, segurança e reduzem o custo com especificação, orçamentação e entrada do projeto na marcenaria. Desta forma, a redução em número de horas, no processo de criação e venda de produto é muito relevante. Estudos apresentam que, para a criação de um ambiente personalizado, considerando modelagem, orçamentação, apresentação, revisão e detalhamento técnico são consumidas 18 horas de um profissional. Com uma plataforma de comunicação integrada ao Sketchup este número pode cair para 4 horas. Esta é uma otimização de tempo possível e baseada nos cases dos clientes Gabster.
OBS.: Desde 2019, licenças vitalícias de SketchUp não são mais comercializadas, fazendo assim com que a opção de licenciamento passe a ser anual para todos os usuários que decidirem atualizar o software.
Com os blocos ou componentes dinâmicos para Sketchup é possível adiantar muito, todo o trabalho de ambientação e usar ótimas texturas para Sketchup, faz toda a diferença na apresentação.
Um dos trabalhos mais delicados pode ser o de ajustar texturas para Sketchup no plugin Gabster, manipular imagens, orientação e escala. Na biblioteca de componentes da Gabster já programaram a orientação entre ‘Vertical’ e ‘Horizontal’, tratamos as texturas para Sketchup na melhor definição e principalmente, as posições e espessuras (bitolas) possíveis.
Significa que é possível aplicar texturas de forma diferenciada para internos, portas, frentes, também para vidro e pintura.
Como aplicar acabamento (texturas para Sketchup)
Com o Sketchup aberto, abra a galeria de acabamentos do Plugin Gabster, clicando no botão “Acabamentos” do mesmo, como ilustra a imagem abaixo:
Após isso, para habilitar a galeria de acabamentos selecione um componente do seu projeto.
Caso você deseje aplicar acabamento em mais de um componente ao mesmo tempo, selecione o primeiro componente e pressione a tecla “Ctrl” do teclado. Após selecione os demais componentes, conforme a ilustração.
Na galeria de acabamentos serão apresentados os locais do componente Sketchup que poderão receber os acabamentos. Também são apresentados os acabamentos configurados para estes locais do módulo.
Como aplicar um acabamento diferente da galeria
Provavelmente você terá necessidade de acrescentar uma textura específica, diferente daquelas que nós disponibilizamos na galeria de acordo com a seleção do fabricante. Você poderá ter a também a necessidade de aplicar uma foto em um painel, uma cor de laca específica, ou algo assim.
Para isso você deve selecionar o(s) componente(s), o local de aplicação, e o tipo de acabamento. Se você tiver habilitada a função de orçamento, deverá escolher os acabamentos dentro da faixa de preço, marca ou grupo de chapa definida na regra do fabricante.
Após, com a ferramenta “Escolher amostra”, selecione o acabamento especial aplicado no componente. Repare que ao clicar sobre a face pintada, a cor será exibida na janela de materiais. Então, desta forma é feita a relação entre a cor aplicada no projeto com uma cor na janela de materiais.
Na janela de materiais clique em “Editar”, como mostra a imagem abaixo:
Clique em “procurar” e abra a imagem do acabamento ou textura que você possui na sua máquina, como mostra a ilustração abaixo:
Arquitetos e Marceneiros, sempre é bom ganhar uma disputa por um ponto de vista técnico!! Será??
Se existe alguma disputa, haverá no final um vencedor e um perdedor. O que não é bom para nenhum dos lados.
Se você é um fornecedor, um marceneiro, um prestador de serviço e ‘ganhar’ uma discussão sobre questões da execução do projeto de marcenaria, há uma grande possibilidade do seu cliente, o arquiteto ou designer ficar frustrado, desencorajado a seguir em frente nos próximos projetos.
Da mesma forma, sendo um arquiteto ou designer e “vencer”, através de uma opinião sobre a estética de um projeto, o seu fornecedor, o marceneiro poderá ficar frustrado, seguindo em frente com um sistema construtivo que poderá causar desperdício de materiais, dificuldade na montagem ou até a redução do tempo de vida útil dos móveis.
Uma forma para não chegar a esta disputa, é mudar o ponto de vista. Ao invés de procurar confrontar um ponto de vista, achar um denominador comum entre as partes, é um bom início.
Tipos de relação entre Arquitetos e Marceneiros no Projeto de Marcenaria
Neste contexto a relação entre Arquitetos e Marceneiros pode ser vista de duas formas distintas:
Numa relação de indicação, onde o arquiteto define um ambiente baseado no desejo do cliente, requisitos técnicos e estéticos e indica o marceneiro que definirá posteriormente o sistema construtivo para o móvel.
Numa relação de parceria, onde o foco principal pré-acordado é a satisfação do cliente através de uma melhor experiência de compra, considerando todos os requisitos estéticos em conjunto com o sistema construtivo da marcenaria.
Vemos inúmeros casos de parcerias de sucesso entre Arquitetos e Marceneiros que se organizam para trabalhar em conjunto. Estabelecem um processo de trabalho com atividades complementares.
No escritório de arquitetura são criados os projetos que consideram um sistema construtivo. Na marcenaria são executados os projetos sem surpresas.
Veja os diversos benefícios de uma parceria bem consolidada:
Tempo de orçamento: Quando um arquiteto trabalha com um modelo mais próximo da marcenaria, pode apresentar um rápido e completo orçamento para todo o ambiente. Se a relação não é próxima, o orçamento da marcenaria normalmente levará mais tempo para ser apresentada, criando uma expectativa desnecessária ao cliente final. Ainda se o arquiteto não possui uma marcenaria parceira, caberá ao cliente final buscar marcenarias que poderão ter dificuldade de entendimento do projeto original;
Segurança: Quando a especificação do projeto de marcenaria já considerar a engenharia do móvel, ganha os Arquitetos e Marceneiros, e principalmente o cliente final. Ao considerar o sistema construtivo na concepção do projeto, muitos problemas são minimizados, principalmente porque a produção será mais rápida, as medidas serão possíveis e desperdícios de materiais evitados.
Acabamento: Quando a relação dos arquitetos e o marceneiros forem próximas, a lista dos acabamentos e espessuras disponíveis no mercado poderá ser apresentada ao cliente final com mais comodidade. Existe uma grande opção de texturas no mercado (na Gabster temos cadastradas mais de 500 texturas diferentes) muitas parecidas, tendo uma boa variação de preço dependendo da marca.
Investimento: Se a intenção do investimento do cliente para o projeto for considerada já no início do projeto, os arquitetos e os marceneiros poderão trabalhar em uma proposta única. Na maioria dos casos, a forma como é montado o projeto define o valor final da marcenaria. Muitas vezes o cliente final é influenciado pela proposta apresentada pelo arquiteto e este pode desconsiderar especificações no sistema construtivo que poderiam facilitar a construção do projeto, exigir menos material e reduzir o tempo da montagem dos móveis.
Tempo de entrega: O tempo e o trabalho dedicado desde a concepção da ideia do projeto até a montagem final da obra está diretamente relacionado a comunicação assertiva entre arquitetos e marceneiros. Quando na criação, o arquiteto já concebe a ideia da marcenaria dos móveis, com o sistema construtivo e os materiais disponíveis, influenciará diretamente no trabalho da produção do mobiliário. Ao invés do marceneiro ter que se debruçar sobre o desenho para extrair o sistema construtivo na cabeça, desmembrar o projeto em peças para fazer o orçamento prévio, poderá logo só revisar medidas finais e partir logo para a execução e entrega.
Montagem: Quando uma parceria entre arquitetos e marceneiros funciona, cria-se um processo que resulta em bons resultados. Talvez o melhor dos resultados seja a montagem dos móveis com menos problemas. Quando a engenharia do móvel é considerada já na concepção do projeto, a montagem fica muito fácil, como uma montagem de peças de um “Lego”. Encaixe de peças.
Software para Projeto de Marcenaria
Porém, o que muitas vezes falta é um canal facilitador da comunicação entre o arquiteto e o marceneiro. Para o estabelecimento de um sistema construtivo que realmente facilite o trabalho do arquiteto, sem que este precise ser um expert em marcenaria.
Neste quesito o SketchUp é a ferramenta ideal. Veja aqui um projeto de Marcenaria com o SketchUp Pro.
Outra super vantagen do SketchUp é que existem plugins que facilitam o trabalho. Um deles, para este segmento, é o Gabster um ferramenta (com versão gratuita) que fornece uma biblioteca real, paramétrica para móveis sob medida, o arquiteto pode mais facilmente inserir a modulação, configurar frentes, gavetas, armários e até conceber módulos quando for o caso. O sistema considera a engenharia do móvel (sistema construtivo) escolhido pela marcenaria.
O talento do arquiteto é direcionado especificamente para a estruturação física e estética do projeto, onde cabe a ele, explorar e identificar as principais necessidades do cliente, deixando para o marceneiro, produzir o projeto de forma real e bem estruturada.
O próprio arquiteto pode obter o orçamento do projeto sem precisar realizar o pedido para o marceneiro. Já que as diversas opções de acabamentos já ficam disponíveis.
OBS.: Desde 2019, licenças vitalícias de SketchUp não são mais comercializadas, fazendo assim com que a opção de licenciamento passe a ser anual para todos os usuários que decidirem atualizar o software.
Introdução – Impressão 3D com o Sketchup
Este passo a passo irá mostrar-lhe como imprimir o famoso logotipo do SketchUp. Esta é uma impressão fácil de fazer e fácil de modificar. Tudo o que você precisa são duas cores de filamento e um conhecimento básico da impressão em 3D.
Para começar, você precisará do complemento importador e exportador gratuito do SketchUp STL. Se você já possui esse salto para a segunda seção.
A medida que empresas que trabalham com projetos desenvolvidos em CAD começam a reconhecer o efeito favorável que aplicativos para autocad desenvolvidos sob demanda para sua equipe de projetos podem proporciona-las, fica evidente a atual carência dentro do setor.
Todos os anos milhares de gestores de TI, engenharia e projetos recebem seus orçamentos anuais e metas e desafios mais ou menos como estas:
Como e onde investir para reduzir custos e melhorar a produtividade do setor de Projetos?
Como e onde investir para ganhar mais eficiência no uso de softwares CAD e na produção de resultados?
Perguntas difíceis de se resolver, mas que com certeza envolvem dois fatores principais:
Aperfeiçoamento de processos
Mão de obra disponível
Supondo que o setor de CAD seja um setor chave, essencial para o funcionamento da empresa, responsável por gerar os orçamentos para a área comercial e/ou gerar os projetos executivos para a produção ou para a obra.
Ou seja, um setor de projetos essencial para trazer negócios e para produzir os negócios vendidos.
Algumas perguntas que normalmente eu faço em reuniões com os gestores das empresas desse tipo é:
Quanto do seu budget está dedicado ao desenvolvimento de aplicativos para CAD?
Quanto do seu orçamento está dedicado para a qualificação profissional dos utilizadores desse software?
E as respostas que recebemos quase sempre são as mesmas. Que nem sempre há um valor do orçamento dedicado para essas importantes finalidades.
Por este motivo discutimos dois itens nesse artigo:
1 – Como aperfeiçoar os processos com o uso de Aplicativos para CAD?
2 – A importância de aperfeiçoar o profissional de CAD com um programa contínuo de suporte técnico qualificado.
Então acompanhe.
Aperfeiçoar os Processos – Uso de Aplicativos para CAD:
Utilizar o CAD “puro” (sem aplicativos) não é a melhor opção para o seu time de cadistas. Os softwares cads mais tradicionais e utilizados em grandes empresas como AutoCAD® e o ZWCAD são feitos para atender uma gama enorme de possibilidades de desenhos.
É utilizado para desenhar desde uma cadeira até um avião.
Um diagrama.
Ou um avião.
E para atender a uma gama tão grande de necessidades eles disponibilizam centenas de comandos básicos, que podem ser combinados pelo usuário de forma a atender sua necessidade de projeto.
Quando a empresa desenvolve um aplicativo ela padroniza o processo e escolhe o que quer usar, disponibilizando recursos específicos e combinados para o seu modelo de negócio.
Evitar retrabalho, tarefas repetitivas, melhorar o controle, medir a produtividade, acompanhar o fluxo de trabalho são alguns dos itens essenciais para se ter processos mais ágeis e produtivos.
Dados para orçamentos devem ser levantados com rapidez e precisão.
Projetos iniciais para viabilização de negociações também.
O tempo entre o fechamento do negócio e a execução precisa ser mais rápido e sem erros.
O uso de mão de obra qualificada (e cara), deve ser focado para enfrentar os desafios de projetos e não ser utilizado para tarefas menores que “qualquer um poderia fazer”
É para ajudar a enfrentar esses desafios e tantos outros que 7 entre cada 10 empresas do mercado internacional possuem algum tipo de aplicação desenvolvida para o uso do CAD e raramente utilizam o CAD “puro” (sem aplicativos personalizados).
Infelizmente no Brasil esse recurso disponível pelas plataformas CAD ainda é muito pouco utilizado. Já visitei centenas de empresas com 5, 20, 50, 400 posições de CAD e pude constatar que a grande maioria utiliza o Autocad® ou o ZWCAD “puro”.
Por quê isso acontece no Brasil? A resposta para essa pergunta passa com certeza pela baixa disponibilidade de profissionais com conhecimento em desenvolvimento de aplicações (APPs).
Empresas como a TotalCAD, disponibilizam esse tipo de serviço. Mas ainda existem poucas empresas que tem esse serviço disponível no mercado.
A maioria de nossos grandes clientes já desenvolveram pequenos ou grandes aplicativos para o ZWCAD e melhoram muito a produtividade. Temos por exemplo o “ZWCAD – GERDAU”, o “ZWCAD-Mills”, o “ZWCAD-HUAWEI” e etc.
Às vezes um pequeno investimento já é suficiente para que sua empresa desenvolva um aplicativo para o seu Autocad ou ZWCAD.
Como funciona os aplicativos para o CAD (APPs)?
Tanto o ZWCAD quanto o Autocad®, disponibilizam ao cliente uma API (Application Programming Interface ).
Uma plataforma para que o cliente desenvolva as aplicações personalizadas para melhorar a produtividade de sua equipe.
O objetivo é deixar o seu programa cad operando de maneira mais inteligente.
Veja alguns exemplos simples, desenvolvidos por algumas empresas:
Integrar o desenho com o ERP (estoque por exemplo)
Medir a produtividade do Desenhista
Acumular diversas ações repetitivas em um único botão
Fazer auditoria de lançamento
Gerar listagens automáticas de itens do desenho
Fazer conferências de lançamentos, identificando os itens lançados.
O que mais? O que sua equipe precisaria que o seu CAD fizesse para dinamizar seus projetos?
Converse com o seu time técnico e solicite uma visita de avaliação gratuita com o Analista de Desenvolvimento CAD da TotalCAD. Certamente podemos propor algumas soluções para sua empresa.
2 – Qualifique o Profissional de CAD através do suporte técnico qualificado
Já abordamos esse tema mais profundamente em um artigo anterior que está no blog da totalcad.
Mas gostaríamos de abordar pela ótica do budget anual para o setor que as empresas dispõem.
Posso garantir para o gestor que a falta de investimento em um canal de suporte técnico qualificado, que conheça o fluxo de trabalho de sua empresa, pode implicar em uma redução de produtividade gigantesca para a empresa.
Quanto tempo o profissional perde ao buscar uma solução para um problema, ou para aprender uma nova funcionalidade do CAD ou mesmo para tirar uma simples dúvida?
Normalmente exige-se do gerente de setor que supra essa atividade, mas isso é um grande erro! O gestor tem que gerir o negócio e não ficar resolvendo problemas de suporte.
A maioria desiste no meio do caminho entre o problema e a solução pressionados pelo volume de trabalho e de obrigações do dia a dia. E assim ficam desatualizados e trabalham sem um padrão definido.
Que tal separar uma pequena parte do orçamento para investir na qualificação dos profissionais e no aperfeiçoamento e padronização do fluxo de trabalho?
Comprar novos hardwares, novos softwares e novos upgrades para o setor de CAD pode não ser suficiente para melhorar a produtividade de sua equipe. Já vi muitos profissionais com computadores ultramodernos e licenças atualizadas com novos comandos incríveis.
Mas a forma de se trabalhar permanece a mesma de dez ou doze anos atrás, utilizando os mesmos comandos antigos, o mesmo fluxo de trabalho que ele aprendeu pela primeira vez.
Pensem nisso, quando for decidir o uso do budget para o próximo ano!
Agora que tal aprofundar o conhecimento de sua equipe de projetos com o uso de aplicativos?
Aproveite e avalie grátis a versão do ZWCAD 2018 e deixe aqui seus comentários e contar suas impressões!